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InformáticaConceitos de Redes de Computadores

Conceitos de Redes de Computadores

módulo 51

As redes de computadores são sistemas que interligam diversos dispositivos eletrônicos com o objetivo de compartilhar informações e recursos, como arquivos, impressoras e conexões com a internet. Entender os conceitos fundamentais das redes é essencial para o profissional que deseja atuar na área de manutenção, suporte e desenvolvimento tecnológico, especialmente em ambientes corporativos e educacionais.

O que são Redes de Computadores?

Rede de computadores é um conjunto de equipamentos interligados física e logicamente para troca de informações e compartilhamento de recursos. A comunicação entre esses dispositivos ocorre mediante protocolos e meios de transmissão que garantem a eficiência e confiabilidade dos dados trafegados.

As redes facilitam a comunicação, reduzem custos, otimizam processos e ampliam capacidades, sendo indispensáveis na sociedade atual, especialmente com o avanço da internet e da mobilidade.

Relevância das Redes

Em todos os segmentos — empresarial, educacional, governamental e residencial — as redes são o fundamento para sistemas de informação, permitindo desde simples transferências de arquivos até operações complexas como transações bancárias e videoconferências. A base para a conectividade e interoperabilidade chama-se padronização, que orienta a construção e funcionamento dos dispositivos e protocolos.

Classificação das Redes

A principal forma de classificar as redes é pela abrangência geográfica e pelo meio de transmissão. Essa classificação influencia diretamente nas tecnologias envolvidas, na velocidade, na confiabilidade e nos custos de implantação.

Tipo de RedeSiglaÁrea AbrangidaCaracterísticas Principais
Rede LocalLAN (Local Area Network)Até algumas centenas de metros (edifícios, residências, escritórios)Alta velocidade (100 Mbps a 10 Gbps), baixa latência, alta confiabilidade
Rede MetropolitanaMAN (Metropolitan Area Network)Algumas dezenas a centenas de quilômetros (cidades, campus universitários, grandes empresas)Velocidade intermediária, gerência centralizada, integra várias LANs
Rede de Longa DistânciaWAN (Wide Area Network)Regiões geográficas extensas, países, continentesVariedade de meios de transmissão, velocidades variadas, maior latência
Rede Pessoal Sem FioWPAN (Wireless Personal Area Network)Curta distância (alguns metros)Conexões sem fio para dispositivos próximos, como Bluetooth e infravermelho
Rede Local Sem FioWLAN (Wireless Local Area Network)Área similar à LAN, mas sem fiosFacilidade de instalação, mobilidade, menor taxa de transmissão que LAN cabeada
Rede Metropolitana Sem FioWMAN (Wireless Metropolitan Area Network)Equivalente à MAN, mas sem fiosAlta cobertura, frequência licenciada, usado para WiMAX
Rede de Longa Distância Sem FioWWAN (Wireless Wide Area Network)Continentes, coberturas amplasInclui redes celulares, conexões via satélite

Dica para estudar as classificações

Lembre-se de que LAN < MAN < WAN pela abrangência geográfica e via de regra pela diminuição da velocidade e aumento da complexidade e do custo.

Topologias de Redes

A topologia define a forma física ou lógica pela qual os dispositivos estão interligados em uma rede. As três principais topologias são:

TopologiaDescriçãoVantagensDesvantagens
BarramentoTodos os dispositivos conectados a um único cabo principal (barramento).Simples instalação, baixo custo.Falta de tolerância a falhas, se um nó ou cabo falhar toda a rede para.
EstrelaDispositivos conectados a um concentrador central (hub ou switch).Facilidade de manutenção, isolamento de falhas, alta performance com switches.Dependência do concentrador central, custa mais que barramento.
AnelCada dispositivo conectado a dois vizinhos formando um anel.Boa organização, permite controle de fluxo.Dificuldade para inclusão de novos nós e manutenção, queda paralisa toda a rede.

Observação importante

Atualmente, a topologia estrela é a mais comum, e as demais muitas vezes aparecem combinadas em topologias mistas para melhor eficiência e flexibilidade.

Meios de Transmissão

Para estabelecer a comunicação física, são utilizados meios guiados (cabeados) ou não guiados (sem fio). O meio influenciará a velocidade, a distância e a qualidade da comunicação.

Meios Guiados

  • Par Trançado (UTP e STP): cabo formado por pares de fios de cobre trançados para reduzir interferência eletromagnética.
  • Cabo Coaxial: conector central de cobre, isolante, blindagem metálica e revestimento. Usado em redes antigas e TV a cabo.
  • Fibra Óptica: transmite dados utilizando luz, com alta capacidade e imunidade a ruídos. Classificada em monomodo (distâncias maiores, núcleo fino) e multimodo (núcleo mais grosso, uso em distâncias menores).

Meios Não Guiados

  • Radiofrequência (RF): ondas electromagnéticas propagadas no ar, usadas em redes Wi-Fi, celulares, rádios.
  • Micro-ondas: link direcional para longas distâncias, comum em TV por assinatura e telecomunicações.
  • Laser: enlace óptico sem fio, com visada direta entre emissores e receptores.

Bizu

Memorize: UTP é o par trançado não blindado, o mais usado para LANs. STP é blindado e menos usado, mas é útil para ambientes com muita interferência elétrica.

Modelos de Referência de Redes

O funcionamento das redes pode ser compreendido melhor por meio de modelos que subdividem os processos em camadas, cada uma com funções específicas. Os principais são:

Modelo OSI (Open Systems Interconnection)

Dividido em 7 camadas:

CamadaFunção
1 – FísicaTransmite bits pelo meio físico (cabos, sinais elétricos, luz, ondas).
2 – EnlaceControla o acesso ao meio e detecta erros na transmissão (endereços MAC).
3 – RedeRoteamento e encaminhamento dos pacotes (endereços IP).
4 – TransporteGerenciamento da entrega dos dados e controle de fluxo (TCP).
5 – SessãoEstabelece e mantém sessões de comunicação entre computadores.
6 – ApresentaçãoFormatação e conversão dos dados (compressão, criptografia).
7 – AplicaçãoInterface com o usuário e execução dos protocolos de aplicação (HTTP, FTP, SMTP).

Modelo TCP/IP

Mais simplificado e prático, dividido em quatro camadas:

CamadaFunção
Interface de RedeAcesso físico e controle do meio (similar AO OSI física + enlace).
InternetDefine o encaminhamento dos pacotes e endereçamento lógico (IP).
TransporteEntrega confiável ou não dos dados entre hosts (TCP e UDP).
AplicaçãoProtocolos aplicacionais para serviços (HTTP, FTP, DNS, SMTP).

Protocolos de Comunicação de Dados

Protocolos são conjuntos de regras que definem como os dados são formatados, transmitidos e interpretados. Exemplos importantes:

  • HTTP: transferência de hipertexto na internet;
  • SMTP: envio de emails;
  • FTP: transferência de arquivos;
  • TCP: transporte confiável em rede;
  • UDP: transporte rápido e não confiável;
  • IP: endereçamento e roteamento;
  • DNS: resolução de nomes para endereços IP;
  • ARP: resolução de endereços IP para MAC;
  • ICMP: mensagens de controle de rede.

Bizu

Para memorizar os diferentes protocolos, liste-os junto com a função que desempenham e as camadas OSI/TCP-IP a que pertencem.

Elementos Ativos de Rede

São dispositivos essenciais para a interligação, distribuição e encaminhamento dos dados na rede. Destacam-se:

  • Hub: repete o sinal para todas as portas (opera camada 1); menos eficiente pois aumenta colisões;
  • Switch: encaminha os dados somente para o destinatário correto (camada 2), melhorando o desempenho;
  • Roteador: conecta redes distintas e define o melhor caminho para os dados (camada 3);
  • Repetidor: amplifica o sinal para aumentar o alcance;
  • Ponte (Bridge): conecta segmentos de rede na camada 2, com filtragem inteligente.

Dica

O switch é como um hub inteligente: ele reduz problemas de colisão e melhora a performance, podendo trabalhar em full-duplex.

Internet, Intranet e Extranet

Internet: rede mundial de computadores aberta e pública, baseada em protocolos TCP/IP.

Intranet: rede privada interna de uma organização que usa tecnologia da internet para comunicação interna.

Extranet: extensão da intranet a usuários externos autorizados, como parceiros de negócios, também utilizando protocolos da internet.

Redes Sem Fio

As redes sem fio eliminam a necessidade dos cabos, usando ondas de rádio, infravermelho ou laser para transmissão. Classificam-se pela abrangência:

  • WPAN: redes pessoais para comunicação próxima, utilizando Bluetooth ou infravermelho;
  • WLAN: redes locais sem fio (ex: Wi-Fi) para ambientes domésticos, comerciais e públicos;
  • WMAN: redes metropolitanas sem fio, tais como WiMAX;
  • WWAN: redes de longa distância sem fio, como redes celulares.

Exercícios

  1. Defina com suas próprias palavras o que é uma rede de computadores e cite sua relevância no ambiente corporativo.
  2. Classifique as redes LAN, MAN e WAN considerando estímulo geográfico e características básicas.
  3. Descreva as diferenças fundamentais entre as topologias barramento, estrela e anel, listando vantagens e desvantagens de cada uma.
  4. Identifique os principais meios guiados de transmissão e assinale qual possui maior capacidade e maior imunidade a interferências.
  5. Complete: "A camada ___ do modelo OSI é responsável pelo endereçamento dos pacotes e roteamento, enquanto a camada ___ gerencia o acesso físico ao meio.".
  6. Dê três exemplos de protocolos utilizados na camada de aplicação e suas funções básicas.
  7. Explique a diferença entre hub e switch e como isso impacta a performance da rede.
  8. Relacionar Internet, Intranet e Extranet, destacando suas diferenças e contextos de uso.
  9. Apresente as principais classificações das redes sem fio e exemplos de tecnologias que utilizam cada classe.
  10. Considere uma rede local com cabos UTP CAT5e e uma rede com fibra óptica monomodo. Compare vantagens e desvantagens para cada meio físico.

Respostas e Explicações

  1. Rede de computadores é um sistema que conecta dispositivos para compartilhar dados e recursos; sua relevância reside em melhorar comunicação, eficiência e produtividade, especialmente em ambientes que demandam colaboração.
  2. LAN: redes locais com alta velocidade e pequena abrangência; MAN: redes metropolitanas que interligam LANs; WAN: redes de longa distância, como a internet.
  3. Barramento: cabo único, simples e barato, com baixa tolerância a falhas. Estrela: concentrador central conectado a todos, fácil manutenção e alta confiabilidade. Anel: dispositivos conectados em círculo, tolerância a falhas maior, mas difícil expansão.
  4. Par trançado, cabo coaxial e fibra óptica. Fibra óptica possui maior capacidade e maior imunidade a interferências devido ao transporte por luz.
  5. Camada 3 – Rede; camada 1 – Física.
  6. HTTP – acesso a páginas web; SMTP – envio de e-mails; FTP – transferência de arquivos.
  7. Hub repete sinais para todas as portas causando colisões; switch encaminha para porta específica, aumentando eficiência e velocidade.
  8. Internet é rede pública global; intranet é rede privada interna; extranet é acesso controlado a usuários externos.
  9. WPAN: Bluetooth; WLAN: Wi-Fi; WMAN: WiMAX; WWAN: redes celulares.
  10. UTP CAT5e é mais barato, fácil de instalar e adequado para distâncias curtas com boa velocidade; fibra óptica tem maior alcance e velocidade, recebe menos interferências, porém é mais cara e requer equipamento especializado.

Resumo

Este capítulo apresentou os conceitos fundamentais de redes de computadores, detalhando sua definição, classificação, topologias e meios físicos usados para transmissão de dados. Foram explicados os modelos de referência (OSI e TCP/IP) que estruturam a arquitetura das redes, além dos principais protocolos, elementos ativos e tipos de rede. Conceitos de internet, intranet, extranet e redes sem fio também foram discutidos, com destaque para as tecnologias emergentes e a importância da padronização para garantir comunicação eficiente e interoperabilidade entre dispositivos e sistemas.

InformáticaSistema Operacional

Sistema Operacional

módulo 52

O sistema operacional (SO) é um conjunto de programas essenciais que atuam como intermediários entre o usuário, as aplicações e o hardware do computador. Ele facilita o uso do sistema computacional ao gerenciar recursos físicos e lógicos, tornando o uso e a interação com máquinas complexas mais simples, intuitivas e eficientes.

Estão presentes em praticamente toda tecnologia atual, desde computadores desktop, laptops, smartphones, equipamentos embarcados, até servidores corporativos. No contexto dos concursos públicos, especialmente na área de TI, o domínio dos conceitos básicos e das funções do Sistema Operacional é fundamental para a aprovação.

O que é um Sistema Operacional

Um sistema operacional pode ser entendido sob duas perspectivas complementares:

  • Visão bottom-up: o SO atua como um gerenciador de recursos, controlando o uso da CPU, memória, dispositivos e processos, assegurando que múltiplas aplicações e usuários possam utilizar o computador de forma organizada e segura.
  • Visão top-down: o SO funciona como uma camada de abstração, apresentando ao usuário e aos aplicativos uma máquina estendida, ocultando a complexidade do hardware subjacente.

Assim, o SO é uma camadas ou coleção de módulos que inclui, entre outros, o núcleo (kernel), gerenciadores de processos, recursos, memória e arquivos, cada qual com responsabilidades específicas.

Principais Tipos de Sistemas Operacionais

Os SOs evoluíram e se diversificaram de acordo com propósitos e necessidades específicas. As classificações mais comuns para concurso ocorrem com base em:

CritérioTipo de SOCaracterísticasExemplo
Quantidade de tarefasMonotarefaExecuta uma tarefa por vez; geralmente em lote;Sistemas antigos tipo Batch
MultitarefaExecuta várias tarefas simultaneamente, alternando uso do processador;Windows, Linux
Quantidade de usuáriosMonousuárioUtilizado por um usuário por vez; comum em sistemas pessoais;Windows XP Home
MultiusuárioSuporta diversos usuários simultâneos, com controle de acesso;Unix, Linux Server
EspecializaçãoSistema embarcadoOperam em hardware com recursos limitados; para dispositivos específicos;Android em smartphones
Sistema pessoalVoltado para uso doméstico e produtividades básicas;Windows 10, macOS
Sistema de servidorGerencia recursos em ambientes corporativos, multiusuário e multitarefa;Windows Server, Linux Server
Sistema distribuídoRecurso distribuídos entre múltiplos computadores, apresenta-se como único;Sistemas para nuvem e clusters
Sistema de redeFocado em gerenciamento e compartilhamento de recursos em redes locais;Novell NetWare

Dica: Em provas, costuma-se enfatizar a diferença entre multitarefa/não multitarefa, mono/multiusuário e sistemas embarcados vs sistemas de grande porte.

Conceitos básicos relacionados ao SO

Programa, Tarefa, Processo e Thread

  • Programa: conjunto estático de instruções visando resolver problemáticas específicas.
  • Tarefa: execução sequencial de instruções de um programa para atingir um objetivo prático.
  • Processo: programa em execução, incluindo o contexto e recursos alocados para seu desempenho (CPU, memória, arquivos, etc.).
  • Thread: unidade básica de execução dentro de um processo; permite paralelismo e cooperação na execução de múltiplas tarefas simultâneas.

Observação: Processos são normalmente independentes, enquanto threads compartilham recursos do processo pai, facilitando comunicação e redução do custo de criação.

Escalonamento e Multiprogramação

O escalonamento é o mecanismo que decide qual processo ou thread terá acesso ao processador em determinado momento. Existem escalonamentos:

  • Preemptivo: o SO pode forçar um processo a liberar o processador após determinado tempo (quantum) ou evento;
  • Não preemptivo (cooperativo): o processo em execução deve liberar voluntariamente o processador.

Multiprogramação é manter diversos processos prontos para executar, maximizando o uso da CPU e evitando a ociosidade do sistema.

Gerenciamento de recursos e problemas comuns

Os SOs controlam o uso de recursos escassos (CPU, memória, impressora, etc.) entre processos que podem requerê-los simultaneamente.

  • Preemptíveis: podem ser retirados de um processo sem dano, ex: CPU e memória.
  • Não-preemptíveis: não podem ser retirados até que o processo que os possui termine o uso, ex: impressora.

Problemas que podem ocorrer incluem:

  • Deadlock: situação onde processos ficam esperando recursos uns dos outros indefinidamente, causando impasse;
  • Starvation: adiamento indefinido, onde processos de baixa prioridade não conseguem acessar recursos;
  • Condição de corrida: ocorre quando processos acessam simultaneamente recursos compartilhados sem sincronização adequada, gerando inconsistência.

Mecanismos para evitar esses problemas incluem o uso de semáforos, mutex, monitores e estratégias para prevenção e detecção de deadlocks.

Gerenciamento de memória

A memória principal (RAM) é restrita e deveria conter os processos em execução para permitir acesso rápido à CPU.

Estratégias típicas de gerenciamento de memória são:

  • Alocação Contígua: processo guarda seu espaço numa área contínua de memória;
  • Paginação: memória dividida em páginas de tamanho fixo; processo dividido em páginas que podem estar espalhadas;
  • Segmentação: memória dividida em segmentos lógicos (tamanho variável), como código, dados, pilha;
  • Segmentação Paginada: combina os dois processos anteriores.

Esses métodos enfrentam problemas típicos como fragmentação interna e externa.

Memória virtual é um recurso presente nos SOs modernos que combina memória principal com a secundária (disco) para simular mais memória disponível, permitindo execução de processos maiores que a RAM física.

Para operações eficientes são usados algoritmos de substituição de páginas, como FIFO, LRU e NRU.

Gerenciamento de arquivos

O sistema de arquivos é o componente do SO responsável pela organização, armazenamento, recuperação e segurança dos dados persistidos.

Conceitos importantes:

  • Arquivo: unidade lógica de armazenamento contendo dados ou programa;
  • Diretório: agrupamento de arquivos, formando uma estrutura hierárquica;
  • Métodos de Acesso: sequencial, direto, aleatório e indexado.

Para armazenar arquivos fisicamente no disco, os SO utilizam estratégias de alocação como:

  • Alocação contígua: blocos sequenciais;
  • Lista encadeada: blocos encadeados com ponteiros;
  • Alocação indexada: uso de blocos índices para localizar os blocos dos arquivos;

O journaling é uma técnica que registra mudanças antes da efetivação, permitindo recuperação rápida e segura em falhas.

Dicas e observações importantes

  • Sempre associe os conceitos estudados com exemplos práticos, como a analogia do semáforo para semáforos em SO.
  • Distinga claramente processos, tarefas e threads, pois as bancas costumam cobrar essas diferenças.
  • Conheça bem os algoritmos de escalonamento e suas características, pois são frequentemente cobrados.
  • Memória virtual é quase sempre cobrada, dominar seus mecanismos é fundamental.
  • Em gerenciamento de arquivos, compreenda métodos de alocação e estrutura dos diretórios.

Exercícios

  1. Em relação ao sistema operacional, assinale a alternativa correta:
    a) O sistema operacional é um aplicativo que auxilia no gerenciamento de documentos.
    b) O sistema operacional gerencia recursos do computador como processador, memória e dispositivos.
    c) O sistema operacional é dispensável para o funcionamento da máquina.
    d) O sistema operacional é responsável exclusivamente pelo acesso à internet.
    Resposta: b. O SO gerencia recursos do computador entre usuários e aplicações.
  2. Classifique o sistema operacional em que apenas uma tarefa pode ser executada por vez:
    a) Multitarefa
    b) Monotarefa
    c) Multiusuário
    d) Multiprocessador
    Resposta: b. SO monotarefa executa uma tarefa de cada vez.
  3. Qual tipo de kernel é mais enxuto, com apenas funções essenciais no modo núcleo para aumentar a confiabilidade?
    a) Monolítico
    b) Micronúcleo
    c) Exonúcleo
    d) Kernel híbrido
    Resposta: b. Micronúcleo implementa kernel enxuto, aumentando confiabilidade.
  4. O que é escalonamento preemptivo?
    a) Processo que libera a CPU quando termina
    b) Processo que rotineiramente é interrompido para que outro execute
    c) Escalonar processos sem interrupções
    d) Escalonamento em sistemas batch
    Resposta: b. Escalonamento preemptivo permite interrupção temporal do processo.
  5. Defina deadlock e seus quatro pré-requisitos básicos.
    Resposta: Deadlock ocorre quando processos ficam em espera circular por recursos, com exclusão mútua, posse e espera, não-preempção e espera circular.
  6. Explique a diferença entre memória lógica e memória física.
    Resposta: Memória lógica é o endereço gerado pela CPU, que é traduzido pela MMU para memória física real.
  7. Descreva o algoritmo First Fit para alocação de memória.
    Resposta: Varre a lista de espaços livres e aloca o primeiro espaço que comporta o processo.
  8. O que é a fragmentação interna e qual técnica causa esse tipo de problema?
    Resposta: Fragmentação interna é o desperdício dentro de blocos de tamanho fixo, comum na paginação.
  9. Na alocação de arquivos em disco, qual é a vantagem da alocação indexada?
    Resposta: Permite acesso direto aos blocos do arquivo, melhorando performance.
  10. Qual a função do journaling em sistemas de arquivos?
    Resposta: Mantém registro de alterações para facilitar recuperação e integridade de dados em falhas.

Respostas detalhadas dos exercícios

  1. A alternativa b está correta porque o SO é responsável por gerenciar e facilitar o uso dos recursos do hardware, sendo o componente fundamental para o funcionamento do computador.
  2. Monotarefa é o sistema que somente executa uma tarefa por vez, evitando o processamento simultâneo.
  3. O micronúcleo diminui o kernel às funções mais essenciais no modo núcleo, evitando falhas e aumentando a confiabilidade, sendo uma alternativa moderna em relação ao kernel monolítico.
  4. Escalonamento preemptivo permite que o sistema operacional interrompa processos em execução para garantir melhor compartilhamento da CPU entre processos concorrentes.
  5. Os quatro pré-requisitos para deadlock são:
    • Exclusão mútua – o recurso está sendo utilizado exclusivamente;
    • Posse e espera – processos detêm recursos e esperam por outros;
    • Não-preempção – recursos não podem ser retirados à força;
    • Espera circular – cadeia circular de processos, esperando uns pelos outros.
  6. Memória lógica é o endereço gerado pelo programa, que não corresponde necessariamente ao endereço físico na RAM. A MMU traduz esses endereços lógicos para endereços físicos reais.
  7. First Fit aloca o primeiro bloco livre que pode atender ao tamanho pedido, otimizando rapidez na alocação.
  8. Fragmentação interna ocorre quando blocos de tamanho fixo (como páginas) alocam espaço maior que o necessário para um processo, desperdiçando memória.
  9. Alocação indexada mantém um índice com endereços dos blocos do arquivo, possibilitando acesso direto e eficiente, diferentemente da lista encadeada sequencial.
  10. O journaling registra alterações dos arquivos em uma área separada antes da efetiva gravação, assegurando que, em caso de falhas, as alterações possam ser concluídas para manter a integridade do sistema.

Resumo

Este capítulo apresentou os conceitos fundamentais sobre sistemas operacionais, destacando a definição e relevância dos SOs no ambiente computacional atual. Abordamos as principais classificações de sistemas operacionais, as funções centrais como o gerenciamento de processos, recursos, memória e arquivos, além dos desafios como deadlocks, starvation e condições de corrida, bem como as estratégias para preveni-los.

O estudo também aprofundou nos mecanismos de escalonamento, gerenciamento de memória com paginação e segmentação, memória virtual, além das estruturas e métodos de alocação de arquivos e diretórios nos sistemas de arquivos modernos, com o destaque para o journaling como método de garantir integridade de dados.

Por fim, os exercícios propostos e suas resoluções reforçam e consolidam os conhecimentos necessários para enfrentar questões em concursos relacionados ao tema.

InformáticaSegurança da Informação

Segurança da Informação

módulo 57

A Segurança da Informação (SI) é um conjunto de práticas, políticas e técnicas que têm como objetivo proteger as informações, garantindo sua confidencialidade, integridade e disponibilidade. Trata-se de fundamental importância tanto para pessoas quanto para organizações, pois assegura que os dados estejam protegidos contra acessos não autorizados, alterações indevidas e estejam disponíveis sempre que necessários.

Em um mundo cada vez mais digital e conectado, a segurança da informação tornou-se um tema vital para preservar a privacidade, prevenir fraudes, garantir a continuidade dos negócios e cumprir com legislações e regulamentações.

Princípios Fundamentais da Segurança da Informação

Confidencialidade

A confidencialidade assegura que a informação seja acessada somente por pessoas autorizadas. Essa proteção é essencial para evitar vazamentos, espionagem ou uso indevido dos dados.

Esse princípio é garantido, principalmente, por meio do controle de acesso, autenticação (como usuários e senhas), criptografia e políticas internas.

Exemplos de aplicação:

  • Um sistema bancário que exige login e senha para acessar a conta do usuário;
  • Criptografia de mensagens enviadas via e-mail para evitar que terceiros leiam o conteúdo;
  • Restrição de acesso a documentos internos somente para departamentos autorizados.

Principais causas de quebra da confidencialidade: senhas fracas ou compartilhadas, sistemas mal configurados, invasões, roubo ou quebra de senhas.

Disponibilidade

Disponibilidade significa que a informação deve estar acessível e utilizável por quem tem direito, sempre que necessário. Isso implica que sistemas, redes e dados devem estar operacionais, permitindo o acesso contínuo e confiável.

Por exemplo, um caixa eletrônico (ATM) em funcionamento para que o cliente possa sacar dinheiro ou consultar seu saldo.

Causas comuns da indisponibilidade: queda de energia, falhas em hardware/software, ataques de negação de serviço (DDoS), problemas na rede de comunicação, entre outros.

Integridade

Integridade significa que a informação deve ser mantida completa e imutável, ou seja, não pode ser alterada de forma não autorizada. É a garantia de que os dados estejam corretos e confiáveis.

Exemplo prático: se um hacker intercepta um e-mail e modifica seu conteúdo durante o envio, foi quebrado o princípio da integridade.

Para garantir a integridade, utilizam-se técnicas como funções hash, assinaturas digitais, backups e controles de acesso que regulam quem pode modificar a informação.

Princípios Adicionais

Autenticidade

Autenticidade é a garantia de que a identidade de quem enviou ou modificou a informação é a indicada, ou seja, verificar a origem da informação.

Ela evita fraudes e permite rastrear o responsável pela comunicação ou alteração dos dados.

Exemplo comum: o uso de autenticação de dois fatores para acessar sistemas, onde além da senha, um usuário deve informar um código gerado por um aplicativo ou enviado via SMS.

Irretratabilidade (ou Não Repúdio)

Esse princípio impede que o remetente negue ter enviado uma mensagem ou executado uma ação, oferecendo provas que confirmem a autoria da operação.

É especialmente importante em transações eletrônicas, como emissão de notas fiscais eletrônicas assinadas digitalmente.

A implementação dessa propriedade é feita, geralmente, por meio de assinaturas digitais e certificados digitais, que vinculam a informação a um remetente específico e garantem sua autenticidade e integridade.

Quadro Resumo dos Princípios

PrincípioDefiniçãoComo GarantirConsequência da Quebra
ConfidencialidadeInformação acessível somente a usuários autorizados.Controle de acesso, autenticação, criptografia.Vazamento ou uso indevido de dados.
DisponibilidadeInformação disponível e acessível quando necessária.Redundância, planos de contingência, backups, infraestrutura robusta.Impossibilidade de acesso e paralisação de serviços.
IntegridadeInformação mantida completa e imutável, sem alterações não autorizadas.Funções hash, assinaturas digitais, controle de modificações.Dados corrompidos ou alterados indevidamente.
AutenticidadeGarantia da identidade do remetente ou agente responsável.Autenticação forte, certificados digitais, autenticação multifator.Fraudes e dissimulação da origem da informação.
Irretratabilidade (Não Repúdio)Impossibilidade de negar autoria ou envio de informação.Assinaturas digitais, certificados digitais, registros de controle.Negação de ações ou transações realizadas.

Mecanismos e Tecnologias para Aplicação Prática

Criptografia

Ferramenta que codifica a informação para evitar seu entendimento por pessoas não autorizadas.

Existem dois tipos principais:

  • Simétrica: a mesma chave serve para cifrar e decifrar a informação.
  • Assimétrica: utiliza um par de chaves – pública e privada – para cifrar e decifrar, possibilitando também autenticidade e não repúdio.

Dica: criptografia simétrica é mais rápida; a assimétrica traz maior segurança e serve para assinatura digital e troca segura de chaves.

Função Hash

Geram um resumo (hash) único dos dados, facilitando a verificação da integridade.

Se o conteúdo for alterado, o hash muda, sinalizando a alteração.

Exemplos: MD5, SHA-1, SHA-256.

Assinatura Digital e Certificado Digital

Permitem autenticar documentos eletrônicos, assegurando sua integridade e autoria, e garantir o não repúdio.

Controle de Acesso e Autenticação

Restringe quem pode ver ou modificar determinada informação.

Compreende autenticação (verificação de identidade) e autorização (direitos concedidos).

Backup e Redundância

Garantem a recuperação e a continuidade da informação em caso de falhas, encerramentos inesperados ou desastres.

Dicas para o Estudo e Aplicação da Segurança da Informação

  • Lembre-se sempre do acrônimo CADANI para os princípios da Segurança da Informação: Confidencialidade, Autenticidade, Disponibilidade, As integridade, Não Repúdio e Isso tudo.
  • Não confunda confidencialidade com disponibilidade: a primeira restringe quem pode acessar, a segunda garante que possa acessar quem tem direito quando quiser.
  • Funcionários e usuários são as principais vulnerabilidades; invista em conscientização e boas práticas.
  • Atualize e gerencie adequadamente as senhas, evitando compartilhamentos e senhas fracas.
  • Use autenticação multifator sempre que possível para proteger a autenticidade do acesso.

Exercícios

  1. Defina confidencialidade no contexto da segurança da informação e cite uma medida para garanti-la.
    Resposta: Confidencialidade é garantir que a informação seja acessada apenas por pessoas autorizadas. Uma medida é o uso de autenticação por usuário e senha.
  2. Qual princípio da segurança da informação está comprometido se o sistema fica fora do ar por uma falha elétrica?
    Resposta: A disponibilidade.
  3. Explique o que é integridade e dê um exemplo prático de sua perda.
    Resposta: Integridade refere-se à manutenção da informação sem alterações indevidas. Exemplo: um hacker que altera o conteúdo de um e-mail em trânsito.
  4. Qual a diferença entre autenticidade e não repúdio?
    Resposta: Autenticidade é garantir a identidade do remetente; não repúdio impede que o remetente negue ter enviado a informação.
  5. Assinale qual mecanismo geralmente é usado para assegurar o princípio da integridade: (A) Criptografia, (B) Função Hash, (C) Backup, (D) Firewall.
    Resposta: (B) Função Hash.
  6. Por que a criptografia assimétrica pode garantir a autenticidade além da confidencialidade?
    Resposta: Porque o uso da chave privada para assinar permite comprovar a autoria, já que só quem tem a chave privada pode gerar a assinatura.
  7. Liste pelo menos três causas de falha no princípio da confidencialidade.
    Resposta: Quebra de senha por força bruta, roubo de senha, sistemas mal configurados.
  8. O que é autenticação multifator e por que ela é recomendada?
    Resposta: É o uso de mais de uma forma de autenticar o usuário (por exemplo, senha e token), aumentando a segurança contra acessos não autorizados.
  9. Em que consiste a irretratabilidade em segurança da informação e qual sua importância?
    Resposta: É a garantia que ninguém pode negar a autoria de uma ação ou documento digital, importante para prevenir fraudes e litígios.
  10. O que pode ocorrer se um backup não for armazenado corretamente quanto aos princípios da segurança da informação?
    Resposta: Pode comprometer a disponibilidade, integridade e até a confidencialidade dos dados, se for perdido, corrompido ou acessado indevidamente.

Resumo

A Segurança da Informação é uma disciplina que visa proteger as informações através de princípios fundamentais: confidencialidade, integridade e disponibilidade. A confidencialidade impede acessos não autorizados; a integridade assegura que os dados não sejam alterados indevidamente; e a disponibilidade garante o acesso aos dados quando necessário. Além disso, os princípios de autenticidade e irretratabilidade complementam a segurança ao validar identidades e impedir a negação de autoria de dados ou ações.

Para assegurar esses princípios, utilizam-se mecanismos como criptografia, funções hash, assinaturas e certificados digitais, controles de acesso rigorosos e planos de contingência que envolvem backups e redundância. A compreensão e aplicação correta desses fundamentos são indispensáveis para garantir um ambiente seguro, preservando a confiabilidade das informações e facilitando a conformidade com normas e leis vigentes.

InformáticaInternet e Navegadores

Internet e Navegadores

módulo 58

A internet é uma vasta rede mundial de computadores interconectados que possibilita a comunicação e o compartilhamento de informações entre pessoas de diferentes partes do mundo, em tempo real. Por meio da internet, é possível acessar uma multiplicidade de recursos, como páginas web, e-mails, arquivos multimídia, notícias e diversas outras formas de conteúdo.

Os navegadores são programas de computador essenciais para explorar a internet, funcionando como a "janela" por onde o usuário visualiza e interage com os conteúdos disponíveis na rede.

O que é a Internet?

A internet é uma rede global que conecta milhares de computadores, possibilitando a troca de dados e acesso a múltiplas informações. Ela utiliza diferentes meios de transmissão, como linhas telefônicas, cabo óptico, satélites e tecnologias sem fio. Atualmente, engloba desde computadores pessoais, notebooks, até dispositivos móveis como celulares.

A importância da internet reside no fato de que tornou-se uma ferramenta indispensável para comunicação, educação, comércio e entretenimento, revolucionando a forma como as pessoas acessam e disseminam informações.

Como funciona na prática?

A internet funciona como uma "super rodovia da informação", onde textos, imagens, vídeos e sons trafegam em alta velocidade entre computadores conectados em todo o mundo. Cada computador conectado possui um endereço eletrônico único, semelhante a um endereço postal, que permite a identificação de um usuário ou serviço.

Esses endereços são compostos por elementos que identificam o protocolo de acesso (ex: http), o nome do site, o tipo da organização (com, org, gov, edu) e a localização geográfica (.br, .us, etc.).

Exemplos de endereços eletrônicos (URL):

  • http://www.google.com.br – site comercial brasileiro;
  • http://www.wikipedia.org – site de organização não governamental;
  • http://www.ufv.edu.br – site educacional brasileiro.

O que são os Navegadores?

Os navegadores web (browsers) são softwares que interpretam os códigos das páginas da internet, permitindo ao usuário visualizar textos, imagens, vídeos e interagir com aplicações on-line. Exemplos populares incluem o Internet Explorer, Google Chrome e Mozilla Firefox.

Sem um navegador, o usuário não consegue acessar os conteúdos disponíveis na Web.

Exemplos práticos de navegadores nas frases:

  • "Para acessar o site oficial da universidade, utilize o Mozilla Firefox e digite o endereço na barra de endereços."
  • "O Internet Explorer tem botões que facilitam a navegação, como voltar, avançar e atualizar a página."
  • "O Google Chrome oferece suporte a extensões que ampliam suas funcionalidades."

Principais funções e recursos dos navegadores

Entre as funções básicas dos navegadores estão:

  • Barra de endereços: local onde se digita o URL para acessar uma página;
  • Botões de navegação: voltar, avançar, atualizar página, parar carregamento;
  • Favoritos: para salvar sites para acesso futuro;
  • Gerenciador de downloads: acompanhamento do download de arquivos;
  • Segurança: configurações para limitar o acesso a conteúdos impróprios e proteger dados pessoais;
  • Navegação por abas: abertura de várias páginas em uma única janela.

Veja a seguir um quadro comparativo entre dois navegadores populares:

RecursoInternet ExplorerMozilla Firefox
Navegação por abasDisponívelDisponível
Bloqueador de pop-upLimitadoEficiente
Extensões e pluginsPoucos disponíveisAmpla variedade
Controle de privacidadeBásicoAvançado

Formas de acesso à Internet

Existem diversas formas de conexão à internet, tais como:

  • Acesso discado: por linha telefônica convencional, com baixa velocidade e geralmente obsoleto;
  • Banda larga (ADSL): conexão rápida via linha telefônica usando modem especial;
  • Rede privada (Intranet): rede interna de empresas ou instituições, com acesso restrito;
  • Wi-Fi: conexão sem fio, com uso crescente em locais públicos e residências;
  • Conexão 3G/4G/5G: via redes de telefonia móvel, típica para smartphones.

Principais serviços da internet

Dentre os serviços mais usados na internet destacam-se:

  • Correio eletrônico (e-mail): troca de mensagens escrita e arquivos anexos;
  • FTP (File Transfer Protocol): transferência de arquivos entre computadores;
  • Listas de discussão: grupos via e-mail para troca de informações;
  • World Wide Web (WWW): páginas web com textos, imagens, sons e vídeos;
  • Telnet: acesso remoto a outros computadores;
  • Buscadores: sites que auxiliam a localizar conteúdos, como Google e Yahoo.

Dicas para usar a internet eficientemente

  • Utilize aspas para buscar expressões exatas no Google, por exemplo: “imposto de renda”.
  • Use os operadores + e - para incluir ou excluir termos na busca.
  • Salve páginas e informações importantes nos favoritos para acesso futuro rápido.
  • Proteja-se de conteúdos impróprios ou maliciosos configurando opções de segurança no navegador.
  • Mantenha seu navegador atualizado para maior segurança e compatibilidade.

Exercícios

  1. O que é um navegador e qual sua função principal?
    Resposta: O navegador é um software que permite acessar e visualizar páginas web, funcionando como uma janela para a internet.
  2. Explique o que significa o endereço eletrônico “http://www.exemplo.gov.br”.
    Resposta: "http" é o protocolo de transferência que possibilita a navegação web; "www" indica página na web; "exemplo" é o nome da organização; ".gov" indica que é um site governamental; ".br" localiza a página no Brasil.
  3. Quais são as diferenças básicas entre acesso discado e banda larga?
    Resposta: Acesso discado usa linha telefônica convencional com velocidade baixa; banda larga usa tecnologias como ADSL, sendo mais rápido e com custo mais acessível.
  4. Para que servem os favoritos nos navegadores?
    Resposta: Permitem armazenar sites que o usuário acessa com frequência, facilitando o acesso sem digitar o endereço toda vez.
  5. Quais dicas você usaria para melhorar uma busca na internet?
    Resposta: Usar aspas para palavras compostas, operador + para incluir termos, operador – para excluir termos; usar palavras-chave adequadas.
  6. O que é uma Intranet?
    Resposta: Rede de computadores privada dentro de uma empresa ou organização, onde as informações são acessíveis apenas por pessoas autorizadas.
  7. Quais os principais serviços disponíveis na internet?
    Resposta: E-mail, FTP, listas de discussão, World Wide Web (páginas web), Telnet.
  8. Como salvar um trecho de texto da internet para um documento Word?
    Resposta: Selecionar o texto com o mouse, clicar com o botão direito e escolher Copiar; depois colar (CTRL + V) no documento Word.
  9. Descreva o que acontece ao digitar um endereço na barra de endereços do navegador.
    Resposta: O navegador envia uma requisição ao servidor correspondente ao endereço, que responde com a página web, que é então apresentada ao usuário.
  10. Por que é importante manter o navegador atualizado?
    Resposta: Atualizações corrigem vulnerabilidades, melhoram a segurança, compatibilidade com sites e desempenho.

Resumo

Este capítulo abordou o conceito fundamental da internet como uma rede mundial que conecta computadores e permite o acesso a uma ampla gama de serviços e informações. Destacou a importância dos navegadores como ferramentas indispensáveis para a navegação e o uso prático da internet, além de explicar os principais recursos, formas de conexão e serviços oferecidos. Por fim, forneceu dicas úteis para otimizar pesquisas e melhorar a segurança durante o uso da internet.

InformáticaConceitos de Hardware e Software

Conceitos de Hardware e Software

módulo 53

A Informática é a ciência que estuda o processamento automático de informações, utilizando técnicas e equipamentos para tratar dados por meio de computadores. Dentro desse contexto, dois conceitos são fundamentais para o entendimento do funcionamento dos sistemas computacionais: hardware e software.

O que são Hardware e Software?

Hardware é a parte física do computador, ou seja, todos os componentes materiais que podemos tocar e ver, como o teclado, mouse, monitor, placa-mãe, entre outros. Já o Software é a parte lógica do computador, composta por programas e instruções que ordenam o hardware a executar tarefas específicas.

A relevância desses conceitos está em compreender que o computador é um sistema formado por elementos físicos (hardware) que só funcionam com as orientações programadas pelo software. Sem hardware, o software não teria onde operar; sem software, o hardware seria inerte.

Funcionamento Básico do Computador

Para que um computador funcione corretamente, ele realiza um ciclo básico composto por três etapas principais:

  • Entrada de dados: os dados ou comandos são inseridos no computador através de dispositivos específicos;
  • Processamento dos dados: o hardware executa cálculos, operações e tratamento dos dados recebidos;
  • Saída de dados: os resultados processados são disponibilizados ao usuário, geralmente via dispositivos de saída.

Esse funcionamento é fundamental para o ensino médio e concursos públicos, pois demonstra o princípio básico da informática aplicada em diversos contextos.

Dispositivos de Hardware

Dispositivos de Entrada

São componentes usados para inserir dados no computador. Exemplos comuns incluem:

  • Mouse: dispositivo apontador que permite selecionar e interagir com elementos na tela.
  • Teclado: utilizado para digitar texto e comandos. Possui teclas alfanuméricas e especiais.
  • Scanner: converte imagens e documentos físicos em dados digitais.

Dispositivos de Saída

Permitem que o computador exiba ou forneça os resultados do processamento:

  • Monitor: apresenta informações visuais, como textos, imagens e vídeos, para o usuário.
  • Impressora: transfere documentos digitais para papel.

Dispositivos de Entrada e Saída

Alguns dispositivos desempenham funções de entrada e saída simultaneamente, como:

  • Pendrive: armazena e transfere dados entre computadores.
  • Monitor Touchscreen: além de mostrar imagens, permite interação pelo toque.

Tipos de Software

O software é dividido em categorias, cada uma com funções específicas:

Tipo de SoftwareDescriçãoExemplos
Sistemas OperacionaisIntermediários entre o usuário e o hardware, gerenciam recursos e permitem executar programas.Windows, Linux, macOS
Software UtilitárioProgramas que auxiliam na manutenção e otimização do sistema.Desfragmentador de disco, gerenciador de memória
Software AplicativoVoltados para o usuário final, facilitam tarefas específicas.Editor de texto, planilhas, navegadores
Software LivreDisponível gratuitamente, com permissão para uso, modificação e distribuição.LibreOffice, GIMP
Software ProprietárioRequer licença de uso paga, com restrições de cópia e distribuição.Microsoft Office, Adobe Photoshop

Além disso, o software antivírus é fundamental para proteger o computador contra programas maliciosos que podem comprometer dados e operações.

Dicas Importantes para Concurso

  • Memorize a diferença clara entre hardware (parte física) e software (parte lógica).
  • Lembre-se sempre do ciclo básico: entrada → processamento → saída.
  • Conheça exemplos práticos de dispositivos de entrada, saída e os que fazem ambas as funções.
  • Entenda os principais tipos de software e sua utilidade no funcionamento do computador.

Exercícios

  1. Defina o que é hardware e dê três exemplos.
    Resolução: Hardware é a parte física do computador. Exemplos: teclado, mouse, monitor.
  2. Explique qual a função do software no computador.
    Resolução: Software são programas que instruem o hardware a realizar tarefas específicas.
  3. Quais são as etapas do funcionamento básico de um computador?
    Resolução: Entrada de dados, processamento dos dados e saída dos dados.
  4. Dê dois exemplos de dispositivos de entrada e dois de saída.
    Resolução: Entrada: teclado e scanner; Saída: monitor e impressora.
  5. O que é um dispositivo de entrada e saída? Cite dois exemplos.
    Resolução: Dispositivo que tanto insere dados quanto exibe resultados. Exemplos: pendrive, monitor touchscreen.
  6. Qual a diferença entre software livre e software proprietário?
    Resolução: Software livre pode ser usado, modificado e distribuído gratuitamente; software proprietário requer licença paga e tem restrições de uso.
  7. Para que serve um sistema operacional?
    Resolução: É um programa que gerencia o hardware e permite a execução de outros programas, funcionando como intermediário entre usuário e computador.
  8. O que faz o software antivírus?
    Resolução: Protege o computador contra programas maliciosos que podem danificar ou roubar dados.
  9. Explique a função do teclado e do mouse.
    Resolução: Teclado para digitar dados e comandos; mouse para selecionar e interagir com elementos na tela.
  10. Qual o símbolo do botão para ligar um computador?
    Resolução: O símbolo Power, representado pelo círculo com uma linha vertical no topo.

Resumo

Entender os conceitos de hardware e software é essencial para compreender o funcionamento básico dos computadores. O hardware representa a parte física, enquanto o software representa os programas que administram e executam tarefas no computador. O processo de entrada, processamento e saída de dados é o ciclo que rege todas as operações computacionais. Conhecer os tipos de dispositivos e as categorias de software prepara o estudante para questões práticas em concursos públicos e amplia o domínio da informática básica.

InformáticaPacote Office – Excel

Pacote Office – Excel

módulo 54

O Microsoft Excel é um software de planilhas eletrônicas da suíte Microsoft Office. Ele permite organizar, calcular e analisar dados de forma dinâmica e eficiente. É amplamente utilizado em ambientes corporativos e governamentais para criação de tabelas, gráficos, análises estatísticas, bancos de dados simples, e muito mais. Entender o funcionamento do Excel é fundamental para candidatos de concursos públicos, dado o alto índice de cobrança sobre o tema.

Introdução ao Excel

O Excel é composto por pastas de trabalho (arquivos) que contêm múltiplas planilhas organizadas em linhas e colunas (representadas por números e letras, respectivamente). Cada interseção entre linha e coluna constitui uma célula, cuja referência é dada pela letra da coluna seguida pelo número da linha (ex: A1, C10).

O programa suporta até 1.048.576 linhas e 16.384 colunas, funcionalidades que viabilizam planilhas robustas e complexas. As células podem conter valores numéricos, textos, fórmulas ou funções, sendo a base para o processamento das operações.

Operadores no Excel

Os operadores definem o tipo de cálculo ou comparação que será realizado nas fórmulas:

TipoOperadorSignificadoExemploResultado
Aritméticos+Adição=3+36
Aritméticos-Subtração/Negação=3-1 e =-12 e -1
Aritméticos*Multiplicação=3*39
Aritméticos/Divisão=15/35
Aritméticos%Porcentagem=20%*204
Aritméticos^Exponenciação=3^29
Comparação=Igual a=A1=B1VERDADEIRO ou FALSO
Comparação>Maior que=A1>B1VERDADEIRO ou FALSO
Concatenação&Une textos="Olá" & " " & "Mundo""Olá Mundo"
Referência:Intervalo=SOMA(A1:A10)Soma de intervalo
Referência,Combina várias referências=SOMA(A1:A5;B1:B5)Soma dos dois intervalos

Referências de Células

As referências indicam quais células serão utilizadas em uma fórmula. Elas podem variar conforme sua fixação ou movimentação:

  • Referência Relativa (padrão): Ajusta automaticamente a fórmula ao copiar para outra célula. Exemplo: ao copiar fórmula =A1+B1 da célula C1 para C2, ela se ajusta para =A2+B2.
  • Referência Absoluta: Usa o símbolo $ para fixar linhas e/ou colunas. Assim, ao copiar a fórmula, essa referência permanece estática. Exemplo: =$BNULL fixa coluna B e linha 10.
  • Referência Mista: Fixação parcial da linha ou coluna. Exemplo: BNULL fixa a linha 10, enquanto a coluna é relativa; $B10 fixa a coluna B, enquanto a linha é relativa.

Também é possível referenciar células em outras planilhas da mesma pasta, usando sintaxe como =Planilha1!A1.

Funções Essenciais no Excel

Funções são fórmulas predefinidas que facilitam operações complexas. A sintaxe geral é =FUNÇÃO(argumentos). Alguns exemplos importantes para concursos são:

FunçãoSintaxeDescriçãoExemploResultado
SOMA=SOMA(A1:A10)Somar valores em intervalo;=SOMA(A1;A5;A10)Soma dos valores das células indicadas.
MULTIPLICAÇÃO (MULT)=MULT(A1:A5)Multiplicar valores indicados.=MULT(A1*BNULL)Multiplica A1 pelo valor fixo em B1.
MÁXIMO=MÁXIMO(A1:A5)Retorna o maior valor no intervalo.
MÍNIMO=MÍNIMO(A1:A5)Retorna o menor valor no intervalo.
MÉDIA=MÉDIA(A1:D1)Calcula a média dos valores.
MAIOR=MAIOR(A1:A10;2)Retorna o segundo maior valor no intervalo.
MENOR=MENOR(A1:A10;6)Retorna o sexto menor valor no intervalo.
MOD=MOD(número;divisor)Resto da divisão de número por divisor.=MOD(3;2)1
SE=SE(teste_lógico; valor_se_verdadeiro; valor_se_falso)Executa teste lógico e retorna valores conforme resultado.=SE(B1>=70%; "Aprovado"; "Reprovado")Retorna "Aprovado" ou "Reprovado" conforme valor de B1.
PROCV=PROCV(valor_procurado; matriz_tabela; núm_índice_coluna; [procurar_intervalo])Busca valor verticalmente em tabela e retorna correspondente.=PROCV(B14;A2:C10;3;FALSO)Retorna valor da 3ª coluna correspondendo a valor buscado.
SOMASE=SOMASE(intervalo; condição)Soma valores que atendem à condição.=SOMASE(B2:C5;"<7")Somará valores menores que 7 no intervalo.

Dicas para uso eficiente das funções

  • Utilize referências absolutas quando quiser fixar um valor ou célula em várias fórmulas.
  • Combine funções, como aninhar funções SE com E e OU para realizar decisões mais complexas.
  • Testar fórmulas no próprio Excel ajuda a consolidar o aprendizado e verificar possíveis erros.

Atalhos Importantes no Excel

Conhecer atalhos economiza tempo e agiliza o trabalho no Excel. Alguns essenciais para concursos:

AçãoTecla de Atalho
Fechar pasta de trabalhoCtrl + W
Abrir pasta de trabalhoCtrl + A
SalvarCtrl + B
CopiarCtrl + C
ColarCtrl + V
DesfazerCtrl + Z
RecortarCtrl + X
Ocultar linhasCtrl + 9
Ocultar colunasCtrl + 0
Fórmulas rápidasShift + F3

Extensões de Arquivo do Excel

O Excel suporta várias extensões para salvar arquivos, algumas focadas em compatibilidade e outras em funcionalidades como macros:

ExtensãoNome do FormatoDescrição
.xlsxPasta de trabalho padrãoFormato XML para Excel 2007 em diante, não suporta macros.
.xlsmPasta de trabalho habilitada para macrosSuporta código VBA e macros.
.xlsbPasta de trabalho bináriaFormato binário para melhor performance em arquivos grandes.
.csvComma Separated ValuesArquivo de texto separado por vírgula para intercâmbio de dados simples.
.pdfPortable Document FormatFormato para publicação e impressão, não editável facilmente.

Exercícios

  1. Como é representada a referência de uma célula no ExcelNULL Dê um exemplo.
  2. Qual a diferença entre referência relativa e absoluta? Explique com exemplos.
  3. O que faz a fórmula =SOMA(A1;A5)?
  4. Analise a fórmula: =SE(B1>=70%;"Aprovado";"Reprovado"). Qual o resultado se B1=75%? E se B1=65%?
  5. Explique a função PROCV e sua sintaxe básica.
  6. Para que serve a função MOD? Calcule =MOD(10;3).
  7. Qual o operador usado para concatenar textos? Dê um exemplo prático.
  8. Qual o resultado da fórmula =MÁXIMO(A1:A5) se os valores são {3, 7, 2, 9, 5}?
  9. Qual o resultado e o conceito da fórmula =MENOR(A1:A10;4)?
  10. Explique o funcionamento da função SOMASE com um exemplo.

Resolução dos Exercícios

  1. A referência é representada pela letra da coluna seguida do número da linha, como A1, onde "A" é a coluna e "1" é a linha.
  2. Referência relativa ajusta automaticamente ao copiar a fórmula para outra célula (ex: A1 muda para A2). Referência absoluta fixa a célula usando $ (ex: $A? permanece sempre a célula A1 na fórmula).
  3. Somar o valor das células A1 e A5.
  4. Se B1 = 75%, a fórmula retorna "Aprovado"; se B1 = 65%, retorna "Reprovado".
  5. PROCV busca um valor em uma coluna vertical da tabela e retorna valor correspondente de outra coluna. Sintaxe: =PROCV(valor_procurado; matriz_tabela; núm_índice_coluna; [procurar_intervalo]).
  6. MOD retorna o resto da divisão. =MOD(10;3) resulta em 1.
  7. Operador & concatena textos. Exemplo: ="Olá" & " " & "Mundo" resulta em "Olá Mundo".
  8. O maior valor do intervalo é 9.
  9. Retorna o quarto menor valor dentro do intervalo selecionado.
  10. SOMASE soma valores que cumprem uma condição. Exemplo: =SOMASE(A1:A5;"<10") soma todos os valores menores que 10.

Resumo

O Excel é uma ferramenta essencial para cálculos, organização e análise de dados, muito exigida em concursos públicos. Compreender suas estruturas básicas, operadores, referências, e funções mais usadas são fundamentais para a resolução eficaz de questões. Dominar atalhos e extensões também amplia a produtividade. Praticar fórmulas e funções no programa facilita o aprendizado e prepara para qualquer prova envolvendo Excel.

InformáticaPacote Office – PowerPoint

Pacote Office – PowerPoint

módulo 55

Introdução ao Microsoft PowerPoint

O Microsoft PowerPoint é um software integrante da suíte Microsoft Office, amplamente utilizado para a criação e edição de apresentações em slides. Essas apresentações são ferramentas fundamentais para a comunicação visual em ambientes acadêmicos, empresariais e governamentais, sendo aplicadas em palestras, reuniões e processos seletivos.

Em sua essência, o PowerPoint permite a montagem organizada de slides, que podem incluir textos, imagens, gráficos, vídeos, transições e animações, facilitando a exposição de ideias de maneira clara e profissional. O domínio do PowerPoint é um diferencial em concursos e no mercado de trabalho, pois demonstra habilidade em comunicar informações de forma visual e eficaz.

Conceitos Básicos

TermoDescrição
ApresentaçãoArquivo que contém os slides; extensões comuns são *.pptx (padrão a partir do PowerPoint 2007) e *.ppt (versões anteriores).
SlideUnidade básica da apresentação onde são inseridos textos, imagens e outros elementos.
Faixa de OpçõesInterface de comando que organiza funcionalidades em guias, substituindo os antigos menus.
BackstageGuia Arquivo que oferece comandos para abrir, salvar, imprimir e proteger arquivos.
Grupo de ComandoSubdivisão nas guias da Faixa de Opções que agrupa comandos relacionados.
Modo de ExibiçãoDiferentes formas de visualizar e editar a apresentação, atendendo a diversos objetivos.

Modos de Exibição do PowerPoint

Conhecer os diferentes modos de exibição é fundamental para a edição e apresentação de slides. Eles são:

  • Normal: Modo clássico de edição com miniaturas dos slides à esquerda e edição do slide principal no centro.
  • Classificação de Slides: Exibição em miniaturas para facilitar a reorganização e manipulação dos slides.
  • Modo de Exibição de Leitura: Visualização do slide em tela cheia com algumas ferramentas, útil para revisão.
  • Modo de Apresentação: Exibição dos slides em tela cheia para apresentação ao público (ativa com F5).
  • Exibição de Estrutura de Tópicos: Foco no conteúdo textual da apresentação, permitindo inserção e edição direta do texto dos slides.
  • Anotações: Visualização dos slides com espaço para anotações do orador, sendo ideal para impressão de material de apoio.
  • Exibição do Apresentador: Usado com múltiplos monitores, permite ao apresentador visualizar informações extras, como anotações, enquanto o público vê apenas os slides.

Trabalhando com Apresentações

Criando e Abrindo Apresentações

Para criar uma nova apresentação, acesse Guia Arquivo > Novo e escolha entre uma apresentação em branco ou modelos pré-definidos. Para abrir apresentações existentes, utilize Guia Arquivo > Abrir, que oferece acesso a arquivos recentes, locais e na nuvem (OneDrive).

Salvando Apresentações

O atalho CTRL + B efetua o salvamento do arquivo. No primeiro salvamento, o usuário define o local, nome e formato do arquivo, sendo o padrão o *.pptx. Existem diversos formatos alternativos, como:

FormatoDescrição
PPTXFormato padrão para apresentações do PowerPoint 2007 em diante.
PPTFormato para versões anteriores (1997–2003).
PPSXArquivo que abre diretamente em modo de apresentação.
PPTMApresentação habilitada para macros.
PDFFormato para documentos estáticos, ideal para distribuição.

Conheça também:

  • Salvar automático: o PowerPoint pode salvar versões de backup periodicamente para evitar perda de dados.
  • Proteção por senha: permite a proteção do arquivo para leitura ou modificação.

Principais Grupos de Comandos na Faixa de Opções

Guia Página Inicial

Contém grupos essenciais como:

GrupoFunção
Área de TransferênciaRecortar (CTRL + X), Copiar (CTRL + C), Colar (CTRL + V), Pincel de formatação.
SlidesInserção (CTRL + M), Layout, Redefinir conteúdo, Seções, Duplicar e ocultar slides.
FonteEstilo, tamanho, negrito (CTRL + N), itálico (CTRL + I), sublinhado (CTRL + S), tachado, sombra, espaçamento.
ParágrafoAlinhamentos (esquerda, centro, direita, justificado), marcadores, numeração, recuos, colunas.
DesenhoInserção de formas, organização, agrupamento e ordenação dos objetos.
EdiçãoLocalizar (CTRL + L) e Substituir, além de substituir fontes.

Guia Inserir

Para incluir objetos e elementos em slides, como tabelas, imagens, vídeos, áudio, gráficos, formas, botões de ação, cabeçalho e rodapé e outros.

Guia Design

Aplica temas e estilos predefinidos, além de possibilitar ajustes no tamanho (proporções 4:3 ou 16:9).

Guia Transições

Gerencia efeitos visuais na passagem de um slide para outro, com configuração de duração e gatilho (clique ou intervalo programado).

Guia Animações

Controla os efeitos aplicados a objetos dentro do slide, classificados em:

TipoDescrição
EntradaObjetos aparecem no slide.
ÊnfaseDestaque em objetos já presentes.
SaídaObjetos saem do slide.
Caminhos de AnimaçãoObjetos se movem por trajetórias definidas.

Utilize o Painel de Animação para controlar a ordem, duração e gatilhos das animações. O Pincel de Animação copia animações para outros objetos.

Guia Apresentação de Slides

Área dedicada a iniciar a exibição da apresentação, configurar parâmetros, gravar apresentações em vídeo, ocultar slides e configurar múltiplos monitores e o Modo de Exibição do Apresentador.

Guia Revisão

Ferramentas para verificação ortográfica (F7), uso de dicionário de sinônimos, tradução, inserção de comentários e comparação de versões.

Guia Exibir

Altera os modos de exibição já mencionados, oferece controle de zoom, organização de janelas e acesso aos modos mestres (Slide Mestre, Folheto Mestre e Anotações Mestras).

Trabalhando com o Slide Mestre

O Slide Mestre é uma ferramenta poderosa que determina o layout, tema, fontes, cores e outros aspectos visuais abrangentes para todos os slides da apresentação. Trabalhar com o Slide Mestre é crucial para padronizar a aparência e facilitar ajustes globais. Ele é acessado via Guia Exibir > Slide Mestre.

Além do Slide Mestre, temos:

  • Folheto Mestre: Ajusta a aparência da impressão de múltiplos slides por folha (folhetos).
  • Anotações Mestras: Configura a aparência das páginas de anotações para impressão.

Dicas Importantes (Bizus)

  • Utilize sempre atalhos para agilizar o trabalho: CTRL + M para novo slide, CTRL + D para duplicar slides, F5 para iniciar apresentação do começo, SHIFT + F5 para iniciar do slide atual.
  • Para aplicar o mesmo formato de texto ou animação rapidamente, use o Pincel de Formatação ou o Pincel de Animação, clicando duas vezes para repetir a aplicação múltiplas vezes.
  • Ao salvar, prefira o formato *.pptx para manter compatibilidade e funcionalidade completa; use *.ppsx para salvar apresentações prontas para modo slideshow.
  • Utilize o recurso "Ocultar slide" para versões diferentes da mesma apresentação sem precisar ter múltiplos arquivos.
  • Na apresentação, ative o modo de exibição do apresentador quando usar mais de um monitor para monitorar anotações e tempo.
  • Para revisar e colaborar, use comentários na guia Revisão e aproveite o recurso de comparar versões.

Exercícios

  1. Qual o atalho para iniciar uma apresentação a partir do primeiro slide?
    Resposta: F5. Ele inicia a apresentação do começo da apresentação.
  2. Como chamar o modo Classificação de Slides no PowerPoint? O que ele permite?
    Resposta: Pode ser acessado pela barra de status ou Guia Exibir. Exibe os slides em miniaturas para facilitar a reorganização.
  3. Quais os formatos principais para salvar uma apresentação?
    Resposta: PPTX (padrão moderno), PPT (antigo), PPSX (apresentação automática), PPTM (com macros) e PDF (estático).
  4. Qual comando de teclado duplica um slide selecionado?
    Resposta: CTRL + D.
  5. O que é e para que serve o Slide Mestre?
    Resposta: É o modelo principal que controla layout e estilo dos slides; facilita padronização e alterações globais.
  6. Como inserir um botão de ação em um slide?
    Resposta: Guia Inserir > Formas > Botões de Ação; seleciona-se o formato desejado e posiciona no slide.
  7. Como alterar o tema de uma apresentação?
    Resposta: Guia Design > selecionar um dos temas disponíveis.
  8. Qual a diferença entre transição e animação?
    Resposta: Transição refere-se ao efeito entre mudança de slides; animação é o efeito aplicado a objetos dentro do slide.
  9. Como ocultar um slide sem excluí-lo?
    Resposta: Clique com o botão direito no slide e escolha “Ocultar Slide”.
  10. Explique o que faz o Pincel de Animação.
    Resposta: Copia as configurações de animação de um objeto para outro, agilizando a aplicação.

Resumo

O Microsoft PowerPoint é a principal ferramenta para criação de apresentações em slides, integrando textos, imagens, vídeos, animações e transições para facilitar a comunicação visual. Conhecer os modos de exibição e os principais comandos, como criação, salvamento e proteção de arquivos, uso do slide mestre, inclusão de elementos e aplicação de animações e transições, são competências essenciais para o uso eficaz da ferramenta e para o desempenho em concursos públicos.

Com os recursos da Faixa de Opções e sua organização por guias, o PowerPoint possibilita um trabalho dinâmico, padronizado e visualmente atrativo. Atalhos, modos de exibição diferenciados e comandos avançados, como o modo de exibição do apresentador e inspeção do documento, enriquecem a experiência do usuário, otimização e controle da apresentação final.

Portanto, dominar o PowerPoint envolve compreender sua estrutura, interfaces, comandos básicos e avançados, além de aplicações práticas úteis em provas e na rotina profissional.

InformáticaPacote Office – Word

Pacote Office – Word

módulo 56

Introdução ao Microsoft Word

O Microsoft Word, frequentemente chamado apenas de Word, é um editor e processador de textos desenvolvido pela Microsoft. Ele integra a Suíte de Aplicações Microsoft Office, juntamente com outros programas como Excel e PowerPoint. O Word é amplamente utilizado para criação, edição e formatação de documentos textuais, se destacando pela versatilidade e facilidade de uso.

Este software não apenas permite digitar textos, mas oferece recursos avançados como inserção de imagens, tabelas, gráficos, comentários, sumários e controle de revisões, tornando-se indispensável em ambientes acadêmicos, profissionais e administrativos.

Sua relevância está diretamente ligada à sua onipresença no mercado, predominância em certames públicos, e capacidade de atender às mais diversas demandas de produção textual.

Aplicação Prática do Microsoft Word

Criação e Manipulação de Documentos

Ao abrir o Word, o usuário pode optar por iniciar um documento em branco ou utilizar modelos pré-configurados que facilitam a montagem de documentos específicos, como boletins, cartas, relatórios, orçamentos, entre outros.

  • Exemplo 1: Criar um documento para relatório empresarial usando um modelo.
  • Exemplo 2: Abrir um documento em branco para redigir um texto personalizado do zero.
  • Exemplo 3: Utilizar modelo de folha de rosto para trabalhos acadêmicos.

Elementos da Interface Gráfica

A interface possui elementos distintivos que facilitam a navegação e o acesso a comandos:

ElementoDescrição
Barra de TítulosExibe o nome do documento e botões para minimizar, maximizar e fechar a janela.
Barra de Ferramentas de Acesso RápidoLocalizada no canto superior esquerdo, reúne comandos usados com frequência, podendo ser personalizada.
Faixa de Opções (Ribbon)Conjunto de guias divididas em grupos e comandos para realizar as ações no documento.
Barra de StatusLocalizada na parte inferior, apresenta informações rápidas do documento, como número de páginas, idioma, e opções de visualização.

Principais Guías e Seus Grupos de Comando

1. Guia Arquivo

Local para gerenciar o arquivo, com opções para nova criação, abertura, salvar, imprimir, proteger e compartilhar documentos.

2. Guia Página Inicial

Inclui grupos essenciais como:

  • Área de Transferência: Copiar, colar e recortar texto e objetos.
  • Fonte: Modificação do tipo, tamanho, negrito, itálico, sublinhado, cor, efeitos especiais.
  • Parágrafo: Ferramentas de alinhamento, marcadores, numeração, espaçamento e recuos.
  • Estilos: Aplicar estilos predefinidos para títulos e parágrafos.
  • Edição: Localizar, substituir e selecionar conteúdo.

3. Guia Inserir

Usada para inserir elementos diversos:

  • Páginas: folha de rosto, página em branco, quebra de página
  • Tabelas
  • Imagens, formas, gráficos, SmartArt e capturas de tela
  • Links: hiperlinks e referências cruzadas
  • Comentários
  • Cabeçalho, rodapé e número de página
  • Texto: caixas de texto, partes rápidas, WordArt, letras capitulares
  • Símbolos e equações

4. Guia Design

Permite aplicar temas ao documento (cores, fontes, efeitos), marca d’água, cor de página e bordas.

5. Guia Layout

Configuração detalhada da página:

  • Margens, orientação, tamanho
  • Colunas, quebras (página, seção, coluna)
  • Recuos e espaçamento entre parágrafos
  • Alinhamento e organização de objetos

6. Guia Correspondências

Ferramentas para criação de mala direta, seleção de destinatários, inserção de campos e mesclagem de documentos para correspondências personalizadas.

7. Guia Revisão

Ferramentas essenciais para revisão:

  • Verificação ortográfica e gramatical
  • Dicionário de sinônimos
  • Tradução
  • Comentários e controle de alterações
  • Comparação e proteção de documentos

8. Guia Exibir/Exibição

Oferece modos de visualização, régua, linhas de grade, painel de navegação, zoom e recursos de organização de janelas.

Formatação de Texto, Parágrafos e Estilos

As principais formatações são aplicadas no grupo Fonte e Parágrafo da guia Página Inicial:

RecursoDescriçãoAtalho
NegritoDeixa o texto em destaque, com maior ênfase.CTRL + N
ItálicoInclina o texto para dar destaque ou indicar expressões.CTRL + I
SublinhadoTraça uma linha sob o texto.CTRL + S
Alinhamento justificadoDistribui o texto uniformemente entre as margens.CTRL + J
Marcadores e NumeraçãoConstroem listas com símbolos ou números para organizar informações.Sem atalho padrão
Pincel de formataçãoPermite copiar a formatação aplicada e aplicar em outro texto.CTRL + SHIFT + C (copiar) e CTRL + SHIFT + V (colar)

Atalhos Importantes para o Microsoft Word

ComandoAtalhoDescrição
Salvar documentoCTRL + BSalva o documento atual
Abrir documentoCTRL + OAbre um documento existente
Fechar documentoCTRL + WFecha o documento atual
RecortarCTRL + XCorta a seleção e coloca na Área de Transferência
CopiarCTRL + CCopia a seleção para a Área de Transferência
ColarCTRL + VCola conteúdo da Área de Transferência
LocalizarCTRL + LAbre a janela para localizar texto
SubstituirCTRL + UAbre a janela para substituir texto
Quebra de PáginaCTRL + ENTERInsere uma quebra manual de página
DesfazerCTRL + ZDesfaz a última ação

Recursos Avançados no Word

Entre os recursos avançados permitem maior produtividade e customização:

  • Mala Direta: Automatiza a criação de cartas, etiquetas e envelopes personalizados para múltiplos destinatários através da mesclagem com fontes de dados como planilhas Excel.
  • Controle de Alterações: Permite acompanhar e revisar modificações realizadas no documento durante processos colaborativos de edição.
  • Inserção de tabelas e gráficos: Facilitam a organização visual dos dados no texto.
  • Inserção de imagens e SmartArt: Enriquecem a apresentação visual, permitindo inserir e formatar imagens, criar diagramas e organogramas.
  • Uso de estilos: Facilita a padronização da formatação em títulos e parágrafos para a criação automática de sumários.
  • Macros: Criam sequências automatizadas de comandos para executar tarefas repetitivas, economizando tempo.

Dicas para Provas e Uso Eficiente

  • Conheça os atalhos de teclado mais comuns para economizar tempo na edição.
  • Saiba distinguir entre formatação de fonte e parágrafo para configurar documentos corretamente.
  • Atente-se aos modos de exibição para facilitar a leitura ou edição conforme a necessidade.
  • Utilize o painel de navegação para mover-se facilmente entre títulos e seções de documentos extensos.
  • Entenda a diferença entre cabeçalho, rodapé, notas de rodapé e notas de fim para aplicação correta.
  • Para proteções de documento, explore as opções de criptografia por senha na guia Arquivo.
  • Utilize estilos para criação rápida e atualização automática de sumários.

Exercícios

  1. (CESPE - STM - 2018) Um duplo clique sobre uma palavra no Word 2010 seleciona toda a palavra. Um clique triplo seleciona todo o parágrafo.
    Resposta: Correto. Explicação: O duplo clique seleciona a palavra e o triplo clique seleciona o parágrafo inteiro.
  2. (VUNESP - IPSM SJC - 2018) Qual alternativa relaciona corretamente uma palavra/parágrafo com suas formatações?
    A) Previdência – itálico; São – justificado.
    Resposta: A. Explicação: A palavra "Previdência" está em itálico e o parágrafo "São" está justificado conforme imagem.
  3. (AOCP - ITEP RN - 2018) Sequência correta para justificar parágrafo, sublinhar palavra, salvar e imprimir:
    A) CTRL + J, CTRL + S, CTRL + B, CTRL + P + ENTER
    Resposta: A. Explicação: CTRL+J justifica, CTRL+S sublinha, CTRL+B salva, CTRL+P imprime.
  4. (FGV - CM Salvador - 2018) Como desativar a autocorreção automática?
    A) Por meio da seção Opções de Autocorreção.
    Resposta: A. Explicação: A autocorreção pode ser ajustada ou desativada em Opções de Autocorreção.
  5. (VUNESP - SME Barretos - 2018) Se o cabeçalho foi inserido na página 8, quais páginas o terão?
    E) Todas as páginas.
    Resposta: E. Explicação: Cabeçalhos são aplicados a toda seção/subseções, geralmente em todo o documento.
  6. (VUNESP - PAULIPREV - 2018) Após aplicar subscrito e sublinhado a trechos diferentes, como ficará o texto?
    A) A parte subscrita aparecerá embaixo e a sublinhada normal com linha sob o texto.
    Resposta: A. Explicação: Subscrito gera texto pequeno abaixo da linha, sublinhado aparece com linha.
  7. (CEV UECE - DETRAN CE - 2018) Passos para inserir tabela no documento:
    C) Inserir > Tabela > Inserir Tabela.
    Resposta: C. Explicação: Inserir tabela é pelo menu Inserir, opção Tabela.
  8. (FUNDEP - CODEMIG - 2018) Sobre inserção de cabeçalho, rodapé e número de página está correto:
    B) Apenas inserir números de página é correto.
    Resposta: B. Explicação: Cabeçalho é no topo, rodapé no rodapé, números são inseridos pelo grupo cabeçalho e rodapé.
  9. (IESES - CRM SC - 2018) Atalho para selecionar todo o conteúdo é:
    D) CTRL + T.
    Resposta: D. Explicação: CTRL+T é o atalho padrão para selecionar todo o documento.
  10. (FCC - SEDU ES - 2018) Para inserir equações matemáticas no Word 2010 deve-se:
    C) Usar opção Equação na guia Inserir.
    Resposta: C. Explicação: Opção Equação no menu Inserir permite criação direta de fórmulas.

Resumo

O Microsoft Word é o editor de textos mais utilizado e possuidor de funcionalidades que vão muito além da simples digitação. O domínio de sua interface gráfica, como a barra de títulos, barra de ferramentas de acesso rápido, faixa de opções e barra de status, é crucial para o manuseio eficiente do programa.

As guias do Word organizam funções específicas: Arquivo para gerenciar documentos; Página Inicial para formatação básica; Inserir para enriquecimento com imagens, tabelas e gráficos; Design e Layout para aparência e estrutura; Correspondências para mala direta; Revisão para correções e controle; Exibir para modos de visualização e organização.

Conhecer atalhos de teclado e formatações ajuda a otimizar tarefas e garantir que documentos estejam padronizados conforme exigências técnicas e visuais, fundamentais em concursos públicos, trabalhos acadêmicos e rotina profissional.

Finalmente, as ferramentas avançadas como mala direta, controle de alterações, estilos, legendas e macros representam diferenciais importantes para o candidato que deseja um desempenho excelente em provas que abordem conhecimentos de informática e Pacote Office.

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