Os fatores de risco mais comuns para o desenvolvimento da dissecção de aorta são: hipertensão arterial crônica; tabagismo; trauma torácico (em especial de alta energia com desaceleração importante); doenças aórticas (coartação de aorta, Marfan, Ehlers-Danlos, vasculite aórtica); história familiar de doença aórtica; aneurisma torácico conhecido; cirurgia aórtica prévia; uso de cocaína, crack ou anfetaminas.
Trata-se de uma condição potencialmente cirúrgica; entretanto, algumas medidas farmacológicas devem ser prontamente instituídas.
Nesse contexto, os betabloqueadores são importantes, pois contribuem para a redução da frequência cardíaca e da pressão arterial, e devem ser utilizados em conjunto com outros fármacos.
O betabloqueador de escolha é: