Pamela é uma paciente de 55 anos com histórico de dor
muscular generalizada, cansaço excessivo e aumento de
enzimas musculares no sangue. Após biópsia muscular, a
análise histológica mostra infiltração inflamatória nos
músculos esqueléticos. Qual é a condição mais comum
associada a aumento das enzimas musculares e infiltração
inflamatória nos músculos esqueléticos?
✂️ A) A polimiosite é uma doença inflamatória muscular que
frequentemente resulta em aumento das enzimas musculares e
infiltração inflamatória nos músculos esqueléticos.
✂️ B) A fibromialgia pode causar dor muscular, mas não está
associada a aumento de enzimas musculares ou infiltração
inflamatória nos músculos.
✂️ C) A distrofia muscular de Duchenne é uma doença genética,
mas não é caracterizada pela infiltração inflamatória nos
músculos, sendo mais associada à degeneração muscular.
✂️ D) A artrite reumatoide pode afetar as articulações, mas não
está diretamente associada ao aumento das enzimas
musculares ou infiltração muscular.
✂️ E) A síndrome de Guillain-Barré afeta principalmente os nervos
periféricos e não é caracterizada por infiltração inflamatória nos
músculos esqueléticos.
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Paciente de 50 anos com histórico de dor abdominal,
perda de peso e febre. O exame de imagem mostra um
aumento do fígado e baço. O médico solicita uma biópsia
hepática e a análise revela células gigantes
multinucleadas, caracterizando um linfoma extranodal.
Qual é o tipo mais comum de linfoma extranodal que afeta
o fígado?
✂️ A) O linfoma de células B pode afetar diversos órgãos,
incluindo o fígado, sendo uma das formas mais comuns de
linfoma extranodal hepático.
✂️ B) Embora o linfoma de células T também possa afetar o
fígado, o linfoma de células B é mais comum na forma
extranodal.
✂️ C) O linfoma de Hodgkin é mais prevalente em linfonodos, com
envolvimento extranodal menos frequente, especialmente no
fígado.
✂️ D) O linfoma de Burkitt é uma forma agressiva de linfoma,
geralmente afetando os linfonodos e outras áreas, mas não é o
tipo mais comum de linfoma hepático extranodal.
✂️ E) O linfoma cutâneo afeta a pele e não é comum em órgãos
internos como o fígado.
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João apresenta quadro de febre, suores noturnos e
linfadenopatia. Os exames laboratoriais indicam uma
contagem elevada de linfócitos, e a biópsia de linfonodo
revela células malignas. O diagnóstico é linfoma.
Considerando que João é um idoso de 70 anos, qual é a
característica histológica que distingue um linfoma de uma
leucemia?
✂️ A) Proliferação de células malignas na pele. A pele pode ser
afetada por linfoma cutâneo, mas essa característica não
distingue linfoma de leucemia.
✂️ B) Infiltração de células malignas na medula óssea e no
sangue periférico. Isso é característico de leucemia, não de
linfoma.
✂️ C) Presença de células malignas exclusivamente nos
linfonodos e tecidos linfoides. O linfoma caracteriza-se pela
presença de células malignas nos linfonodos e tecidos linfoides,
enquanto a leucemia envolve a medula óssea e sangue
periférico.
✂️ D) Aumento do volume da medula óssea. O aumento da
medula óssea é característico da leucemia, não do linfoma.
✂️ E) Formação de massas tumorais fora dos linfonodos.
Linfomas podem formar massas tumorais em outras partes do
corpo, mas a distinção entre linfoma e leucemia é baseada na
localização predominante da malignidade.
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