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A expressão “à primeira vista” (primeiro período do primeiro parágrafo) poderia ser substituída, sem prejuízo da correção gramatical e dos sentidos do texto CG1A1, por


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O “economês” é uma linguagem própria dos economistas, repleta de termos técnicos, siglas e conceitos que, à primeira vista, podem parecer inacessíveis para quem não é da área. O uso dessa linguagem deve-se à função do economês: ele é a caixa de ferramentas do economista, os óculos conceituais que ajudam a enxergar, analisar e interpretar os complexos mecanismos que regem a produção, o consumo e a distribuição de riqueza na sociedade.

O economês não é uma linguagem criada para excluir, mas para sintetizar. Ele encapsula décadas — às vezes séculos — de conhecimento em palavras ou expressões compactas. Essa linguagem é como um atalho: em vez de longas explicações, utiliza conceitos consolidados para comunicar ideias com precisão e eficiência.

Embora seja útil para economistas, o economês pode parecer um código fechado para quem não faz parte desse mundo. Mas isso não deveria ser assim! Afinal, os fenômenos econômicos também afetam a vida dessas pessoas.

Entender o economês vale muito a pena. Ele nos oferece ferramentas poderosas para compreendermos não apenas os debates sobre a economia global e as finanças, mas também as decisões políticas que moldam o futuro de um país. É como aprender uma nova língua: no início, os termos podem parecer estranhos, mas, uma vez que você compreende o básico, torna-se possível enxergar o mundo com mais clareza.

Se o economês é tão útil, por que ele ainda parece inacessível para tanta gente? Parte do problema parece estar na comunicação. Muitos economistas se acostumaram a usar termos técnicos sem explicar o que eles significam, o que cria uma barreira entre eles e o público geral. Para tornar o economês mais acessível, é fundamental traduzir esses conceitos de maneira clara e didática.

O economês é uma linguagem poderosa e prática. Quando bem explicado, torna-se simples, acessível e incrivelmente útil. Ao compreendermos essa “caixa de ferramentas”, ganhamos mais do que o entendimento de jargões econômicos: ganhamos a capacidade de decifrar a economia, as finanças e o Brasil.


Paulo Gaia. Por que os economistas falam economês? Ferramentas para entender o mundo. Internet: (com adaptações)
A expressão “à primeira vista” (primeiro período do primeiro parágrafo) poderia ser substituída, sem prejuízo da correção gramatical e dos sentidos do texto CG1A1, por
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  • David Castilho
    David Castilho EQUIPE
    02/08/2026 • 17:10
    A expressão 'à primeira vista' é usada para indicar algo que é percebido ou entendido logo de início, sem uma análise mais profunda. Entre as opções oferecidas, 'a princípio' tem um sentido muito próximo, significando algo que é considerado inicialmente, antes de uma comprovação ou reflexão mais detalhada. As outras opções não se encaixam tão bem nesse contexto: 'por princípio' implica uma base ou motivo; 'sobretudo' significa 'principalmente'; 'de antemão' refere-se a algo feito antecipadamente; 'por primazia' não é uma expressão comum com esse sentido. Portanto, a substituição correta, sem prejudicar o sentido do texto, é 'a princípio'.
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