Durante o trabalho, Douglas começa a apresentar um
cansaço excessivo, urina escura e dificuldade para
respirar. Após a consulta, foi observado que a pressão
arterial está controlada, mas há um inchaço nas pernas.
Desta forma, o médico solicita exames laboratoriais para
avaliar a função renal. Qual seria o exame mais indicado
para essa avaliação? Considere que o paciente possui 50
anos.
✂️ A) A dosagem de ácido úrico no sangue pode ser útil para
diagnóstico de gota, mas não é o teste ideal para avaliar a
função renal.
✂️ B) O exame de urina tipo 1 é útil para investigar problemas
renais iniciais, como proteínas na urina, mas não fornece
informações completas sobre a função renal, necessitando de
mais exames.
✂️ C) A dosagem de creatinina e a avaliação da taxa de filtração
glomerular (TFG) são os exames padrão para avaliação da
função renal, especialmente em pacientes com risco de
insuficiência renal.
✂️ D) O exame de fezes não tem relação com a função renal e é
mais utilizado para identificar parasitas intestinais, não
condições renais.
✂️ E) A radiografia abdominal pode ser útil para investigar a
anatomia do trato urinário, mas não serve para avaliar a função
renal diretamente.
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João é um paciente de 65 anos com histórico de
hipertensão e diabetes tipo 2 e se queixa de dor no peito
associada a sudorese excessiva e dificuldade para
respirar. Levado a emergência para os cuidados médicos,
foi solicitado exames laboratoriais para investigação de
infarto do miocárdio. Qual marcador laboratorial é mais
indicado para confirmar o diagnóstico?
✂️ A) A creatina quinase (CK-MB) é um marcador útil, mas a
troponina é mais específica e sensível, tornando-se o teste de
escolha para o diagnóstico precoce de infarto do miocárdio.
✂️ B) O ácido láctico pode ser elevado em diversas condições,
como em processos infecciosos ou isquêmicos, mas não é um
marcador específico para infarto do miocárdio.
✂️ C) A proteína C-reativa (PCR) é útil para monitorar inflamação,
mas não é um marcador direto de infarto do miocárdio.
✂️ D) A troponina é altamente específica para infarto do
miocárdio, pois é liberada no sangue quando ocorre lesão do
músculo cardíaco, sendo o marcador de escolha nesse cenário.
✂️ E) O colesterol total ajuda a avaliar o risco cardiovascular, mas
não serve para confirmar um infarto em fase aguda.
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Um paciente de 60 anos, do sexo masculino, com
histórico de diabetes tipo 2, hipertensão e tabagismo, se
apresenta com queixa de cansaço excessivo, urina escura
e dificuldade para respirar. O médico solicita exames
laboratoriais para avaliar a função hepática. Qual exame
seria o mais indicado para diagnosticar problemas no
fígado nesse paciente?
✂️ A) A cultura de fezes é útil para identificar infecções intestinais,
mas não fornece informações sobre o fígado, o que torna o
exame de função hepática mais apropriado.
✂️ B) O exame de urina tipo 1 é útil para investigar complicações
renais e metabólicas, mas não fornece dados diretos sobre a
função hepática.
✂️ C) A dosagem de transaminases hepáticas (ALT e AST),
bilirrubinas e fosfatase alcalina é a melhor abordagem para
avaliar a função hepática e detectar possíveis danos ao fígado.
✂️ D) A eletroforese de proteínas é mais indicada para distúrbios
hematológicos e não serve para investigar a função hepática
diretamente.
✂️ E) A sorologia para hepatite viral pode ser útil, mas a avaliação
inicial da função hepática deve ser feita com exames como as
transaminases e a bilirrubina.
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