Uma mulher de 34 anos é atendida em um prontosocorro após apresentar desmaio súbito. Ela relata
episódios de palpitações, tontura e fraqueza nas últimas
semanas. Durante a triagem, o enfermeiro observa palidez
cutânea, frequência cardíaca de 120 bpm e pressão arterial
de 90/60 mmHg. O hemograma realizado indica anemia
grave, com hemoglobina de 6,2 g/dL. A equipe médica
indica a necessidade de transfusão de hemácias. No
entanto, durante a coleta da história clínica, a paciente
menciona alergia prévia a transfusões, apresentando
prurido e febre após procedimento anterior. Com base nos
protocolos de segurança transfusional, qual é a
intervenção inicial do enfermeiro para este caso?
✂️ A) Realizar pré-medicação com anti-histamínicos e
antipiréticos conforme orientação médica, garantindo
monitorização contínua durante a transfusão.
✂️ B) Suspender a indicação de transfusão até a realização de
testes imunológicos para investigar a causa da reação prévia.
✂️ C) Administrar as hemácias com velocidade reduzida e sem
pré-medicação, garantindo monitoramento próximo de sinais de
reação alérgica.
✂️ D) Substituir a transfusão por suplementação de ferro
endovenoso, evitando riscos relacionados a reações
transfusionais.
✂️ E) Iniciar a transfusão somente após teste de compatibilidade
ampliado, garantindo hemocomponentes lavados e livres de
leucócitos.
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Uma paciente de 35 anos, saudável, comparece a um
laboratório para doar sangue. Durante a triagem, descobrese que ela é do grupo sanguíneo O e fator Rh negativo. Em
uma conversa, ela questiona o que a torna "universal".
Qual característica do sangue tipo O negativo torna essa
paciente uma doadora universal?
✂️ A) As hemácias do grupo sanguíneo O não possuem antígenos
A, B ou Rh em sua superfície, o que impede que sejam
atacadas pelo sistema imunológico de receptores de outrosgrupos sanguíneos, tornando este tipo ideal para doações de
hemácias.
✂️ B) O plasma do tipo O contém anticorpos anti-A e anti-B que
podem ser transferidos para os receptores e combater
infecções, embora isso torne seu plasma mais restritivo para
doação em comparação ao das hemácias.
✂️ C) A presença do antígeno Rh nas hemácias do sangue tipo O
é um fator crítico para doação, pois facilita a compatibilidade
com receptores Rh positivos. No entanto, essa característica
não torna o sangue "universal".
✂️ D) A ausência de anticorpos no plasma do sangue tipo O
negativo é o que possibilita a compatibilidade universal, uma
vez que não há reação imune contra os antígenos do receptor.
✂️ E) A alta concentração de hemoglobina no sangue tipo O é
responsável pela eficiência do transporte de oxigênio, mas não
tem relação com a compatibilidade sanguínea entre doador e
receptor.
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Carla, de 30 anos, decide ir à emergência por estar
apresentando um quadro de cansaço extremo, palidez e
dor nas articulações. Após o hemograma, observam-se
anormalidades nas hemácias e a presença de células
falciformes no sangue periférico. Com base nisso, qual é a
principal característica clínica da doença falciforme?
✂️ A) A doença falciforme é caracterizada pela presença de
hemácias em forma de foice, mas a anemia é normocítica, não
microcítica.
✂️ B) A doença falciforme é caracterizada por anemia normocítica
e pela presença de células falciformes no sangue periférico.
✂️ C) A anemia hipocrômica e a presença de esferócitos são mais
características de outras condições, como a esferocitose
hereditária.
✂️ D) A anemia na doença falciforme é normocítica, não
macrocítica.
✂️ E) A doença falciforme pode ter plaquetas elevadas em alguns
casos, mas a característica principal é a anemia normocítica
com células falciformes.
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