Em uma unidade de saúde da família, um homem de 55
anos relata dificuldade para urinar, aumento na frequência
urinária durante a noite e sensação de esvaziamento
incompleto da bexiga. O enfermeiro realiza uma avaliação
inicial e orienta o paciente a buscar acompanhamento
médico especializado. Após exames, é confirmado o
diagnóstico de hiperplasia prostática benigna (HPB).
Durante o atendimento inicial, qual deve ser o principal
enfoque da orientação do enfermeiro ao paciente com
HPB?
✂️ A) Alertar que a condição exige cirurgia imediata para evitar
obstrução total do trato urinário.
✂️ B) Informar que os sintomas urinários podem ser resolvidos
apenas com mudanças no estilo de vida, como maior ingestão
de líquidos.
✂️ C) Explicar que o aumento da próstata faz parte do
envelhecimento natural, mas monitoramento regular é
necessário para evitar complicações.
✂️ D) Ressaltar que a HPB é uma condição irreversível, exigindo
controle rigoroso com medicamentos por toda a vida.
✂️ E) Recomendar a suspensão de qualquer atividade física que
possa aumentar a pressão abdominal e agravar os sintomas.
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Segundo o Protocolo Clínico de Hipertensão do
Ministério da Saúde (2021), a conduta adequada para um
paciente com PA 150x90mmHg, sem comorbidades e após
3 meses de mudanças no estilo de vida é:
✂️ A) Realizar apenas controle semestral da pressão arterial.
✂️ B) Encaminhar imediatamente ao cardiologista.
✂️ C) Iniciar tratamento farmacológico com diurético de alça.
✂️ D) Manter apenas medidas não farmacológicas por mais 6
meses.
✂️ E) Iniciar tratamento farmacológico com diurético tiazídicos,
IECA ou BRA.
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No acompanhamento de usuários com hipertensão
arterial e/ou diabetes mellitus 2 na Atenção Primária, a
estratificação de risco cardiovascular é uma ferramenta
essencial. Com base nesse processo, assinale a alternativa
incorreta:
✂️ A) Indivíduos com mais de 10 anos de diagnóstico de diabetes,
sem complicações aparentes, são invariavelmente
classificados como de baixo risco.
✂️ B) A reavaliação do risco cardiovascular deve ocorrer
periodicamente, principalmente em casos de agravamento
clínico.
✂️ C) A classificação de risco cardiovascular orienta condutas
clínicas e periodicidades das avaliações na APS.
✂️ D) A detecção de microalbuminúria em indivíduos com
diabetes pode levar à reclassificação do risco cardiovascular
para níveis mais elevados.
✂️ E) A presença de lesões em órgãos-alvos, mesmo na ausência
de sintomas, classifica o paciente como de alto risco
cardiovasculares.
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