Segundo a proposta de Edgar Morin (2011), os sete saberes buscam superar a
fragmentação do conhecimento. No ensino da Geografia e da Cartografia, isso significa adotar
caminhos que articulem interdisciplinaridade, contexto, globalidade, multidimensionalidade e
complexidade, de modo a tornar o conhecimento mais pertinente e conectado. O autor enumera os
“Sete Caminhos” sugeridos ao ensino da Geografia e da Cartografia Escolar para alcançarmos os sete
saberes. Fazem parte dos “Sete Caminhos”, EXCETO:
✂️ A) Construir o conhecimento cartográfico motivando os sujeitos a gostarem de estudar Geografia.
✂️ B) Para construir o conhecimento cartográfico nas aulas de Geografia.
✂️ C) Trabalhar a práxis da Geografia/Cartografia unindo os múltiplos e os diversos constituindo um
amálgama.
✂️ D) Saber enfrentar as incertezas advindas da formação, através da prática, transformando-se num
professor pesquisador.
✂️ E) Separar o conhecimento cartográfico do conhecimento geográfico.
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Em uma pesquisa sobre expansão agrícola e impactos
ambientais, uma equipe de alunos utilizou mapas em
escalas distintas: um de 1:50.000 para analisar ocupação
do solo em um município e outro de 1:5.000.000 para
compreender fluxos comerciais em nível nacional.
Essa prática revela a importância de:
✂️ A) priorizar apenas escalas grandes, pois são mais
detalhadas e científicas.
✂️ B) considerar diferentes escalas de análise para
compreender fenômenos que se expressam de forma
articulada em níveis locais, regionais e nacionais.
✂️ C) padronizar uma única escala em todas as análises,
garantindo uniformidade metodológica.
✂️ D) usar exclusivamente mapas temáticos qualitativos, sem
necessidade de análises quantitativas.
✂️ E) restringir o estudo cartográfico à representação
geométrica, sem vínculo com processos sociais.
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Os meridianos são linhas desenhadas no globo
terrestre no sentido:
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