"Já em Portugal e no Brasil, esses percentuais aumentam para 59% e 66%, respe...

"Já em Portugal e no Brasil, esses percentuais aumentam para 59% e 66%, respectivamente." O vocábulo 'para' é um exemplo de palavra que, com o Novo Acordo Ortográfico, sofreu alteraç...


publicidade
📖 Texto associado
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Professores gastam mais de 20% da aula para manter a ordem dos alunos em sala, mostra estudo

Tempo gasto pelos docentes brasileiros é acima da média dos países da OCDE, que é de 15%


O tempo dos docentes brasileiros está acima da média dos países da OCDE, em que os professores disseram gastar 15% do tempo de aula para manter a ordem dos alunos.

Segundo o relatório, entre 2018 e 2024, a parcela do tempo de aula dedicada à manutenção da ordem aumentou 2 pontos percentuais — a média da OCDE também aumentou 2 pontos percentuais.

Ainda de acordo com o estudo, 44% dos docentes brasileiros afirmam perder bastante tempo porque os alunos interrompem as aulas. O número também é acima da média da OCDE, que é de 18%. A mesma proporção de brasileiros diz também perder muito tempo esperando os alunos ficarem quietos (a média da OCDE é de 15%).

Comportamento na sala de aula

No estudo, a percepção dos professores sobre a disciplina em sala de aula é medida pela frequência relatada de quatro situações:

"Perco muito tempo porque os alunos interrompem a aula";

"Tenho que esperar muito tempo para que os alunos se acalmem";

"Há muito barulho e desordem disruptivos";

"Muitos alunos só começam a trabalhar muito tempo depois do início da aula".

Conforme a pesquisa, cerca de um em cada cinco professores afirmam sofrer com ruído e desordem significativos em suas salas de aula, em média.

No Brasil, mais de 50% dos professores relataram os desafios. No Chile, Finlândia, Portugal e África do Sul, esse percentual fica em cerca de 33%.

Já na Albânia, Japão e Xangai, por outro lado, menos de 5% dos professores apontam essas questões disciplinares.

Professores iniciantes

A pesquisa também mostra que os professores em começo de carreira relatam mais interrupções em sala de aula do que os seus colegas mais experientes em quase todos os sistemas educacionais.

No Canadá, Áustria, Chile, Dinamarca, Finlândia, Islândia, Itália e Espanha, por exemplo, mais de 40% dos professores iniciantes afirmam "ruído perturbador frequente". Já em Portugal e no Brasil, esses percentuais aumentam para 59% e 66%, respectivamente.

Entre os professores experientes, essas taxas são mais baixas, abaixo de um terço em todos os sistemas educacionais, exceto em Portugal (33%) e no Brasil (53%).

O estudo foi realizado em 2024 e entrevistou cerca de 280 mil professores e diretores escolares em 17 mil escolas de ensino fundamental II em 55 sistemas educacionais. O Talis tem como objetivo auxiliar na elaboração de estratégias para melhorar a qualidade do ensino e os ambientes de aprendizagem.


https://www.terra.com.br/noticias/educacao/professores-gastam-mais-d e-20-da-aula-para-manter-a-ordem-dos-alunos-em-sala-mostra-estudo, ea20b81839e46ed5ad3f54c718b3bcdaz697ywnm.html?utm_source=cli pboard
"Já em Portugal e no Brasil, esses percentuais aumentam para 59% e 66%, respectivamente."

O vocábulo 'para' é um exemplo de palavra que, com o Novo Acordo Ortográfico, sofreu alteração. Antes, quando era verbo, recebia acento para se diferenciar da forma 'para', preposição.

A seguir, são apresentados outros vocábulos que também passaram por modificações com o Novo Acordo. Identifique a alternativa que apresenta alguma forma incorreta.
publicidade

🚀 Desbloqueie a explicação completa

Veja comentários detalhados e resoluções exclusivas para entender o gabarito desta questão.

Criar conta grátis
  • David Castilho
    David Castilho EQUIPE
    02/08/2026 • 16:29
    Primeiro, vamos entender o contexto do Novo Acordo Ortográfico. Ele eliminou o uso do trema em palavras da língua portuguesa, por exemplo, em "linguiça" (antes "linguiça" com trema) e unificou algumas regras para simplificar o uso, mas manteve o uso de acento para diferenciar palavras homônimas, como "pára" (verbo parar, antes com acento) e "para" (preposição, sem acento), o que foi formalmente eliminado pelo acordo, tornando o verbo "para" sem acento também.

    Agora, vamos analisar as alternativas apresentadas:

    - Alternativa (a): "anti-inflamatório" e "café da manhã" estão corretamente grafados com hífen e acento, respectivamente.

    - Alternativa (b): "ultrassom" corretamente perdeu o hífen, pois a segunda palavra começa com 's'. "contra-regra" estava com hífen anteriormente, mas segundo o acordo, quando o segundo elemento começa com 'r' ou 's' e estas consoantes são duplicadas, o hífen é eliminado, formando "contrarregra". Portanto, "contra-regra" está incorreto.

    - Alternativa (c): "feiura" perdeu o trema, correto. "arguo" (verbo arguido, sem acento) está correto.

    - Alternativa (d): "diarreico" e "apoia" grafados corretamente.

    Portanto, a alternativa com forma incorreta segundo o Novo Acordo Ortográfico é a (b) por manter "contra-regra" com hífen, quando o correto é "contrarregra".

Utilizamos cookies e tecnologias semelhantes para aprimorar sua experiência. Política de Privacidade.