Ingrid Nunes
EQUIPE
31/08/2026 • 15:02
Vamos analisar essa questão que aborda uma situação muito comum na prática clínica: a avaliação preventiva em um paciente com fatores de risco para doença cardiovascular. Nosso paciente tem 45 anos, é hipertenso, tabagista e possui histórico familiar de infarto precoce — todos fatores que aumentam o risco de desenvolver eventos cardiovasculares.
Em medicina preventiva, o foco principal é a intervenção precoce sobre os fatores de risco modificáveis, para evitar o desenvolvimento de doenças graves, como o infarto. Isso inclui controle rigoroso da pressão arterial, abandono do tabagismo, adoção de uma dieta saudável e prática regular de exercícios físicos.
Analisando as alternativas: a) prescrição imediata de anticoagulante sem avaliar risco não é recomendada, pois pode causar complicações; b) cateterismo sem sintomas e sem indicação clara seria invasivo e desnecessário; c) suplementação vitamínica isolada não tem evidência suficiente para prevenir eventos cardiovasculares; d) aguardar evolução clínica é perigoso, pois a prevenção atua exatamente para modificar o risco e prevenir o aparecimento da doença.
Portanto, a resposta correta é a alternativa e), que enfatiza a intervenção intensiva nos fatores de risco modificáveis, reduzindo o risco de eventos coronários futuros, alinhada com as diretrizes atuais de prevenção cardiovascular.
Em medicina preventiva, o foco principal é a intervenção precoce sobre os fatores de risco modificáveis, para evitar o desenvolvimento de doenças graves, como o infarto. Isso inclui controle rigoroso da pressão arterial, abandono do tabagismo, adoção de uma dieta saudável e prática regular de exercícios físicos.
Analisando as alternativas: a) prescrição imediata de anticoagulante sem avaliar risco não é recomendada, pois pode causar complicações; b) cateterismo sem sintomas e sem indicação clara seria invasivo e desnecessário; c) suplementação vitamínica isolada não tem evidência suficiente para prevenir eventos cardiovasculares; d) aguardar evolução clínica é perigoso, pois a prevenção atua exatamente para modificar o risco e prevenir o aparecimento da doença.
Portanto, a resposta correta é a alternativa e), que enfatiza a intervenção intensiva nos fatores de risco modificáveis, reduzindo o risco de eventos coronários futuros, alinhada com as diretrizes atuais de prevenção cardiovascular.