Considerando que uma mulher de 62 anos apresenta dor torácica em repouso, sem...

Considerando que uma mulher de 62 anos apresenta dor torácica em repouso, sem elevação de troponina, mas com alterações dinâmicas no ECG, o diagnóstico e a conduta adequados são, CORRETA e respecti...


publicidade
Considerando que uma mulher de 62 anos apresenta dor torácica em repouso, sem elevação de troponina, mas com alterações dinâmicas no ECG, o diagnóstico e a conduta adequados são, CORRETA e respectivamente:
Analisando...
publicidade

🚀 Desbloqueie a explicação completa

Veja comentários detalhados e resoluções exclusivas para entender o gabarito desta questão.

Criar conta grátis
  • Equipe Gabarite
    Equipe Gabarite EQUIPE
    31/08/2026 • 15:02
    Vamos analisar a questão com calma. Temos uma paciente de 62 anos com dor torácica em repouso, sem elevação da troponina, mas com alterações dinâmicas no eletrocardiograma (ECG). A dor torácica em repouso já sugere que a situação é mais grave do que uma angina estável, que geralmente ocorre apenas ao esforço e alivia com repouso.

    A ausência de elevação de troponina indica que provavelmente não houve necrose miocárdica significativa, ou seja, não é um infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST (STEMI). Isso já elimina a alternativa b.

    As alterações dinâmicas no ECG e dor em repouso indicam angina instável (subtipo de síndrome coronariana aguda sem elevação do STEMI), que exige hospitalização imediata, acompanhamento rigoroso, estratificação de risco e tratamento precoce com medicamentos anti-isquêmicos (como nitratos) e antitrombóticos (antiagregantes e anticoagulantes).

    A pericardite aguda geralmente apresenta dor torácica pleurítica e difusa, não um quadro típico de dor isquêmica com alterações dinâmicas no ECG característicos de isquemia e sem níveis elevados de marcadores, portanto a alternativa c está errada.

    Dissecção de aorta é uma emergência que cursa com dor torácica intensa, mas o padrão do ECG e a ausência de troponina elevada não cabe aqui, além da dor geralmente ser muito diferente e associada a sinais clínicos específicos. Assim, a alternativa e também não é adequada.

    Por fim, a angina estável (a) não condiz com dor em repouso e alterações dinâmicas no ECG, sendo também incorreta.

    Portanto, a alternativa correta é a d: angina instável, com necessidade de hospitalização, estratificação de risco e terapia anti-isquêmica e antitrombótica precoce.
publicidade
🍪

Utilizamos cookies e tecnologias semelhantes para aprimorar sua experiência de navegação. Política de Privacidade.