Equipe Gabarite
EQUIPE
31/08/2026 • 15:02
Vamos analisar a questão com calma. Temos uma paciente de 62 anos com dor torácica em repouso, sem elevação da troponina, mas com alterações dinâmicas no eletrocardiograma (ECG). A dor torácica em repouso já sugere que a situação é mais grave do que uma angina estável, que geralmente ocorre apenas ao esforço e alivia com repouso.
A ausência de elevação de troponina indica que provavelmente não houve necrose miocárdica significativa, ou seja, não é um infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST (STEMI). Isso já elimina a alternativa b.
As alterações dinâmicas no ECG e dor em repouso indicam angina instável (subtipo de síndrome coronariana aguda sem elevação do STEMI), que exige hospitalização imediata, acompanhamento rigoroso, estratificação de risco e tratamento precoce com medicamentos anti-isquêmicos (como nitratos) e antitrombóticos (antiagregantes e anticoagulantes).
A pericardite aguda geralmente apresenta dor torácica pleurítica e difusa, não um quadro típico de dor isquêmica com alterações dinâmicas no ECG característicos de isquemia e sem níveis elevados de marcadores, portanto a alternativa c está errada.
Dissecção de aorta é uma emergência que cursa com dor torácica intensa, mas o padrão do ECG e a ausência de troponina elevada não cabe aqui, além da dor geralmente ser muito diferente e associada a sinais clínicos específicos. Assim, a alternativa e também não é adequada.
Por fim, a angina estável (a) não condiz com dor em repouso e alterações dinâmicas no ECG, sendo também incorreta.
Portanto, a alternativa correta é a d: angina instável, com necessidade de hospitalização, estratificação de risco e terapia anti-isquêmica e antitrombótica precoce.
A ausência de elevação de troponina indica que provavelmente não houve necrose miocárdica significativa, ou seja, não é um infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST (STEMI). Isso já elimina a alternativa b.
As alterações dinâmicas no ECG e dor em repouso indicam angina instável (subtipo de síndrome coronariana aguda sem elevação do STEMI), que exige hospitalização imediata, acompanhamento rigoroso, estratificação de risco e tratamento precoce com medicamentos anti-isquêmicos (como nitratos) e antitrombóticos (antiagregantes e anticoagulantes).
A pericardite aguda geralmente apresenta dor torácica pleurítica e difusa, não um quadro típico de dor isquêmica com alterações dinâmicas no ECG característicos de isquemia e sem níveis elevados de marcadores, portanto a alternativa c está errada.
Dissecção de aorta é uma emergência que cursa com dor torácica intensa, mas o padrão do ECG e a ausência de troponina elevada não cabe aqui, além da dor geralmente ser muito diferente e associada a sinais clínicos específicos. Assim, a alternativa e também não é adequada.
Por fim, a angina estável (a) não condiz com dor em repouso e alterações dinâmicas no ECG, sendo também incorreta.
Portanto, a alternativa correta é a d: angina instável, com necessidade de hospitalização, estratificação de risco e terapia anti-isquêmica e antitrombótica precoce.