Matheus Fernandes
EQUIPE
31/08/2026 • 15:02
Vamos conversar sobre um caso clássico de emergência cardiovascular. Um homem com 50 anos e hipertensão desenvolve uma dor torácica súbita, muito forte, que migra para o dorso, apresenta assimetria de pulsos e um sopro de insuficiência aórtica. Essas características são típicas de uma condição chamada dissecção aguda de aorta.
A dissecção da aorta acontece quando há uma ruptura na camada interna da parede da aorta, permitindo que o sangue entre e separe as camadas da parede arterial. A dor intensa e súbita que irradia para as costas, a diferença dos pulsos entre os membros e sinais de insuficiência aórtica são achados clássicos dessa emergência.
Quanto ao tratamento, o controle rigoroso da pressão arterial com betabloqueadores é essencial para diminuir a pressão dentro da aorta e evitar a progressão da dissecção. Além disso, uma avaliação cirúrgica urgente é quase sempre necessária para reparar a aorta e salvar a vida do paciente.
As outras alternativas não se encaixam com o quadro clínico: o infarto agudo do miocárdio não costuma ter dor migratória para o dorso nem sopro de insuficiência aórtica; angina estável é um quadro crônico e não súbito e intenso; pericardite viral tem dor pleurítica e não assimetria de pulsos; embolia pulmonar causa dor torácica, mas não assimetria de pulsos e sopro aórtico.
Portanto, a resposta correta é a alternativa que descreve a dissecção aguda de aorta com conduta adequada.
A dissecção da aorta acontece quando há uma ruptura na camada interna da parede da aorta, permitindo que o sangue entre e separe as camadas da parede arterial. A dor intensa e súbita que irradia para as costas, a diferença dos pulsos entre os membros e sinais de insuficiência aórtica são achados clássicos dessa emergência.
Quanto ao tratamento, o controle rigoroso da pressão arterial com betabloqueadores é essencial para diminuir a pressão dentro da aorta e evitar a progressão da dissecção. Além disso, uma avaliação cirúrgica urgente é quase sempre necessária para reparar a aorta e salvar a vida do paciente.
As outras alternativas não se encaixam com o quadro clínico: o infarto agudo do miocárdio não costuma ter dor migratória para o dorso nem sopro de insuficiência aórtica; angina estável é um quadro crônico e não súbito e intenso; pericardite viral tem dor pleurítica e não assimetria de pulsos; embolia pulmonar causa dor torácica, mas não assimetria de pulsos e sopro aórtico.
Portanto, a resposta correta é a alternativa que descreve a dissecção aguda de aorta com conduta adequada.