O posicionamento em pronação acordada
parece seguro e é uma estratégia simples que
pode ser empregada, associada ou não a
ventilação não invasiva/cânula nasal de alto
fluxo, na maioria dos cenários clínicos. Há
evidências de estudos observacionais e metaanálises relatando o uso da posição pronaprecocemente em pacientes acordados com
insuficiência respiratória para melhorar o nível
de oxigenação e o prognóstico a curto prazo em
pacientes na COVID-19. No entanto, diferentes
critérios devem ser analisados com cuidadopara determinar a elegibilidade do paciente
para a pronação ativa.
Sobre o uso da pronação com o paciente
acordado com COVID-19, analise as assertivas
abaixo, em seguida marque a opção
CORREТА:
I - Considera-se posição prona acordada se o
paciente for capaz de girar o corpo e ajustar a
posição independentemente, após precisar de
fração inspiratória de oxigênio (FiO2) ≥ 28% para
alcançar saturação de oxigênio de 92 a 96% e
suspeita de COVID-19.
II - Considera-se posição prona acordada se o
paciente for capaz de girar o corpo e ajustar a
posição independentemente, após precisar de
suporte respiratório básico para alcançar saturação
de oxigênio de 92 a 96% e confirmação de
COVID-19.
III - Frequência respiratória igual ou maior que 35
rpm é uma contraindicação relativa para a
pronação acordada; após colocar o paciente em
pronação acordada deve-se monitorar a saturação
de oxigênio por 15 minutos e se estiver entre 92 e
96% sem nenhum desconforto respiratório visível,
deve-se continuar processo de pronação.
IV - Desconforto respiratório com PaO2 igual ou
maior que 45 mmHg é uma contraindicação
absoluta para a pronação acordada; após colocar o
paciente em pronação acordada deve-se monitorar
a saturação de oxigênio por 15 minutos e se
estiver entre 88 e 92% se houver risco de
insuficiência respiratória hipercápnica, sem
nenhum desconforto respiratório visível, deve-se
continuar processo de pronação.