TEXTO 1
Grupos de africanos foram trazidos ao Brasil como mão de
obra escravizada por seus conhecimentos sobre a mineração,
como a fundição do ferro e a metalurgia.
AMAURO, N. Q.; SILVA, G. H. C. Química ancestral africana.
Debates em Educação, v. 13, 2021 (adaptado).
TEXTO 2
Uma professora da Escola Estadual Nicéa Quintino Amauro
pretende desenvolver um projeto na perspectiva da Educação
para as Relações Étnico-Raciais, associado aos conceitos
de estrutura da matéria de ligações químicas. Ela orientou
as primeiras etapas, pautando-se no entendimento das
concepções de racismo e no estudo dos conceitos científicos.
Finalizada a primeira etapa do projeto, a professora avaliou
que a atividade promoveu autonomia discente, pois, durante
o percurso formativo, os estudantes
a) produziram um podcast apontando que o racismo
está relacionado a aspectos históricos, integrando os
saberes metalúrgicos africanos à condução térmica e à
maleabilidade dos metais, dada a presença de elétrons
livres em ligações metálicas.
✂️
b) escolheram produzir um vídeo com roteiro definido
pela professora, executaram as tarefas conforme um
planejamento prévio, associaram o racismo estrutural à
ofensa individual de um sujeito para o outro e concluíram
que compostos iônicos em estado líquido conduzem
corrente elétrica.
✂️
c) decidiram realizar uma atividade experimental investigativa
com diferentes metais, associada à produção de infográfico,
como estratégia para discutir o racismo ambiental em
terras quilombolas, e concluíram que compostos iônicos
em estado sólido conduzem corrente elétrica.
✂️
d) aceitaram a proposta da professora, discutiram que o
racismo está presente nas falas preconceituosas dos colegas
em sala de aula, podendo ser resolvido com regras de
convivência, e concluíram que a maleabilidade e o brilho
metálico ocorrem em decorrência das ligações entre os
átomos de metal.
✂️