Durante a avaliação de um paciente em pós-operatório imediato de ressecção de tumor abdominal
extenso, o enfermeiro da unidade cirúrgica, ao realizar
a inspeção do sítio operatório e o controle do dreno de
Portovac, identificou sinais de hiperemia, aumento de
tensão local, débito hemático de 220 mL nas últimas 2
horas e sinais sistêmicos de taquicardia, hipotensão
relativa e oligúria progressiva. A equipe médica foi
comunicada, mas orientou apenas a continuidade do
controle e o reforço da hidratação venosa.
Considerando os fundamentos da avaliação de feridas
cirúrgicas complexas, os critérios de detecção precoce
de sangramento ativo, as recomendações para
escalonamento da resposta hemodinâmica e os
parâmetros técnico-científicos da atuação da
enfermagem na vigilância pós-operatória, qual conduta
deve ser adotada pelo enfermeiro, considerando sua
autonomia técnico-legal e sua responsabilidade clínica?