A noção de mapeamento participativo surge com a marca de uma ambiguidade: construída para dar a
palavra às comunidades de base e aos grupos desfavorecidos. No vasto espectro de experiências conhecidas
no mundo, elas podem estar associadas à afirmação identitária e territorial de grupos subalternos, assim
como à fundamentação cognitiva da gestão racional de recursos naturais, a mecanismos de explicitação
de conflitos sócio-territoriais e ambientais ou às formas de antecipação destes para fins de controle estatal
do território.
ACSELRAD, H. (org.); VIANNA JR., A. et al. Cartografia social e dinâmicas territoriais: marcos para o debate.
Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro, Instituto de Pesquisa
e Planejamento Urbano e Regional, 2010. p.10 (adaptado).
Considerando-se as informações apresentadas, uma boa atividade para atingir esse objetivo, com a
participação ativa dos estudantes, seria