Equipe Gabarite
EQUIPE
24/08/2026 • 12:02
Vamos analisar com calma a situação descrita na questão. Em uma Central de Material e Esterilização, o farmacêutico identificou que, após o processo de esterilização em autoclave, o indicador químico externo mudou de cor — o que indica que o material foi de fato exposto ao processo. Porém, o indicador biológico, que contém esporos, não apresentou o resultado esperado, ou seja, não houve destruição desses microrganismos resistentes. Também temos que os parâmetros físicos de temperatura e pressão foram corretamente registrados.
É importante entender a diferença entre esses indicadores. O físico mostra se temperatura e pressão atingiram níveis adequados, o químico externo apenas informa exposição ao agente esterilizador, já o biológico é o padrão-ouro, pois realmente testa se microrganismos foram destruídos. Se o biológico não indica destruição dos esporos, não há garantia de esterilidade, mesmo que os outros indicadores sejam positivos.
Diante disso, liberar o material (alternativa a) ou considerar processo validado apenas pelo indicador químico (alternativa b) são condutas inadequadas, pois podem colocar pacientes em risco. A alternativa d, de reprocessar só materiais visualmente contaminados, também não é correta tecnicamente, porque materiais podem conter microrganismos não visíveis. Portanto, a única opção correta, de acordo com protocolos e normas, é a alternativa c: suspender a liberação do lote até investigar o que ocorreu e confirmar a eficácia do processo. Isso garante segurança ao paciente e respeito às boas práticas.
Assim, o gabarito é a alternativa c.
É importante entender a diferença entre esses indicadores. O físico mostra se temperatura e pressão atingiram níveis adequados, o químico externo apenas informa exposição ao agente esterilizador, já o biológico é o padrão-ouro, pois realmente testa se microrganismos foram destruídos. Se o biológico não indica destruição dos esporos, não há garantia de esterilidade, mesmo que os outros indicadores sejam positivos.
Diante disso, liberar o material (alternativa a) ou considerar processo validado apenas pelo indicador químico (alternativa b) são condutas inadequadas, pois podem colocar pacientes em risco. A alternativa d, de reprocessar só materiais visualmente contaminados, também não é correta tecnicamente, porque materiais podem conter microrganismos não visíveis. Portanto, a única opção correta, de acordo com protocolos e normas, é a alternativa c: suspender a liberação do lote até investigar o que ocorreu e confirmar a eficácia do processo. Isso garante segurança ao paciente e respeito às boas práticas.
Assim, o gabarito é a alternativa c.