Marcos de Castro
EQUIPE
24/08/2026 • 12:02
Vamos analisar essa situação clínica, um clássico das questões sobre imunologia laboratorial. Quando avaliamos o resultado sorológico de uma paciente, dois marcadores chamam atenção: a imunoglobulina M (IgM) e a imunoglobulina G (IgG). Em linhas gerais, a IgM é produzida primeiro e indica infecção recente ou ativa, enquanto a IgG surge depois, marcando exposição anterior ou imunidade àquele agente.
No caso apresentado, temos uma paciente que acabou de ter (ou suspeita-se que teve) uma infecção viral. O teste mostra IgG positiva e IgM negativa. O que isso quer dizer? Uma IgG positiva com IgM negativa sugere que ela já teve contato com esse vírus no passado, desenvolveu imunidade e agora não está, provavelmente, em infecção ativa — já que a IgM, que é indicativa de infecção aguda, está negativa.
Analisando as alternativas: a letra A destaca que a interpretação depende da cinética imunológica, da fase da doença e, também, da utilização de outros métodos diagnósticos. Isso está correto e é fundamental na prática, pois raramente um exame isolado define tudo. A letra B está errada, pois um teste sorológico, por si só, não consegue determinar exatamente quando a infecção ocorreu. A letra C está errada porque IgG positiva não é sinal obrigatório de infecção ativa — apenas de exposição ou imunidade. Por fim, a letra D está incorreta: IgM negativa não exclui contato prévio, já que a IgM desaparece após a fase aguda, e a memória fica na forma de IgG.
Por isso, a melhor alternativa é a letra A.
Gabarito: a
No caso apresentado, temos uma paciente que acabou de ter (ou suspeita-se que teve) uma infecção viral. O teste mostra IgG positiva e IgM negativa. O que isso quer dizer? Uma IgG positiva com IgM negativa sugere que ela já teve contato com esse vírus no passado, desenvolveu imunidade e agora não está, provavelmente, em infecção ativa — já que a IgM, que é indicativa de infecção aguda, está negativa.
Analisando as alternativas: a letra A destaca que a interpretação depende da cinética imunológica, da fase da doença e, também, da utilização de outros métodos diagnósticos. Isso está correto e é fundamental na prática, pois raramente um exame isolado define tudo. A letra B está errada, pois um teste sorológico, por si só, não consegue determinar exatamente quando a infecção ocorreu. A letra C está errada porque IgG positiva não é sinal obrigatório de infecção ativa — apenas de exposição ou imunidade. Por fim, a letra D está incorreta: IgM negativa não exclui contato prévio, já que a IgM desaparece após a fase aguda, e a memória fica na forma de IgG.
Por isso, a melhor alternativa é a letra A.
Gabarito: a