David Castilho
EQUIPE
24/08/2026 • 10:39
Vamos analisar sobre o controle da brucelose e tuberculose em bovinos, focando especialmente no PNCEBT, o programa nacional que rege tanto o diagnóstico quanto as medidas de trânsito e certificação animal no Brasil. Conhecer essas regras é essencial para o veterinário atuar corretamente na rotina rural e nos procedimentos oficiais.
Sobre os testes oficiais para brucelose: a letra A fala do teste cervical comparativo, mas este é um teste relacionado à tuberculose, não à brucelose, e geralmente é utilizado para diferenciar reações inespecíficas ao teste de tuberculina. A letra B menciona a prova do antígeno acidificado tamponado (AAT), que realmente é o teste recomendado como triagem inicial para brucelose, graças à sua sensibilidade, sendo rotineiramente utilizada em rebanhos.
A alternativa C traz a ideia de que se pode dispensar a tuberculinização (teste para tuberculose) caso o rebanho já apresente resultado negativo para brucelose, mas cada enfermidade exige seu próprio rastreamento, de modo que resultados negativos para uma não dispensam os testes da outra. Já a alternativa D afirma que o diagnóstico definitivo de brucelose exige necessariamente o isolamento bacteriano, vedando o uso de provas sorológicas para fins oficiais, o que é incorreto, pois as sorologias (AAT e 2-mercaptoetanol, por exemplo) são utilizadas plenamente nos processos de diagnóstico oficial no programa brasileiro.
Portanto, a alternativa correta é a B: a prova do antígeno acidificado tamponado (AAT) é usada como teste de triagem para brucelose.
Sobre os testes oficiais para brucelose: a letra A fala do teste cervical comparativo, mas este é um teste relacionado à tuberculose, não à brucelose, e geralmente é utilizado para diferenciar reações inespecíficas ao teste de tuberculina. A letra B menciona a prova do antígeno acidificado tamponado (AAT), que realmente é o teste recomendado como triagem inicial para brucelose, graças à sua sensibilidade, sendo rotineiramente utilizada em rebanhos.
A alternativa C traz a ideia de que se pode dispensar a tuberculinização (teste para tuberculose) caso o rebanho já apresente resultado negativo para brucelose, mas cada enfermidade exige seu próprio rastreamento, de modo que resultados negativos para uma não dispensam os testes da outra. Já a alternativa D afirma que o diagnóstico definitivo de brucelose exige necessariamente o isolamento bacteriano, vedando o uso de provas sorológicas para fins oficiais, o que é incorreto, pois as sorologias (AAT e 2-mercaptoetanol, por exemplo) são utilizadas plenamente nos processos de diagnóstico oficial no programa brasileiro.
Portanto, a alternativa correta é a B: a prova do antígeno acidificado tamponado (AAT) é usada como teste de triagem para brucelose.