Equipe Gabarite
EQUIPE
24/08/2026 • 06:01
Vamos analisar a questão sobre a capacidade de dimensionamento de uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE). Ao falar de projetos de saneamento, é fundamental que a ETE seja capaz de tratar o volume de esgoto gerado pela população ao longo do horizonte de projeto, levando em consideração as taxas de produção de esgoto, infiltrações e variação populacional.
Sobre a alternativa A, essa opção afirma que a ETE deve tratar mais de 80% da demanda de água. Realmente, em termos gerais, a quantidade de esgoto gerado costuma ser uma fração elevada do volume de água consumido, pois parte da água é consumida para outros fins que não viram esgoto. Uma ETE deve ser projetada, via de regra, para tratar cerca de 80% a 90% do total de água fornecida, pois nem toda a água consumida retorna como esgoto.
A alternativa B fala em 100% ou mais do volume da demanda de água, o que, apesar de considerar possíveis infiltrações, normalmente é um excesso de cautela. O dimensionamento padrão gira mesmo em torno de 80% a 90% da água consumida, ajustando para perdas e infiltração.
A alternativa C está incorreta, pois trata até 50% não aproveita adequadamente a capacidade do tratamento e prejudica o meio ambiente. Já a alternativa D apresenta uma premissa equivocada, pois não se deve usar apenas a população inicial do projeto, mas sim a população prevista para o final do horizonte de projeto.
Assim, a alternativa A é a mais condizente com o dimensionamento correto de uma ETE.
Gabarito: a
Sobre a alternativa A, essa opção afirma que a ETE deve tratar mais de 80% da demanda de água. Realmente, em termos gerais, a quantidade de esgoto gerado costuma ser uma fração elevada do volume de água consumido, pois parte da água é consumida para outros fins que não viram esgoto. Uma ETE deve ser projetada, via de regra, para tratar cerca de 80% a 90% do total de água fornecida, pois nem toda a água consumida retorna como esgoto.
A alternativa B fala em 100% ou mais do volume da demanda de água, o que, apesar de considerar possíveis infiltrações, normalmente é um excesso de cautela. O dimensionamento padrão gira mesmo em torno de 80% a 90% da água consumida, ajustando para perdas e infiltração.
A alternativa C está incorreta, pois trata até 50% não aproveita adequadamente a capacidade do tratamento e prejudica o meio ambiente. Já a alternativa D apresenta uma premissa equivocada, pois não se deve usar apenas a população inicial do projeto, mas sim a população prevista para o final do horizonte de projeto.
Assim, a alternativa A é a mais condizente com o dimensionamento correto de uma ETE.
Gabarito: a