David Castilho
EQUIPE
23/08/2026 • 15:01
Vamos falar sobre resinas compostas na odontologia: elas são formadas basicamente por uma matriz resinosa orgânica (geralmente baseada em BIS-GMA), partículas de carga inorgânica (como sílica ou vidro), e agentes de ligação entre essas fases. A quantidade de carga (as partículas inorgânicas) é fundamental para determinar propriedades como resistência, dureza, desgaste, absorção de água e até a contração de polimerização.
Quando aumentamos o teor de carga numa resina composta, isso traz várias consequências positivas para o material. Por exemplo, reduzimos a quantidade de matriz resinosa, que é mais suscetível à absorção de água e à contração ao polimerizar. Ou seja, materiais mais carregados têm menor absorção de água e menor contração de polimerização. Além disso, adicionar mais carga eleva a resistência à compressão e o módulo de elasticidade, tornando o material mais forte e rígido.
Já o coeficiente de expansão linear é uma medida de quanto o material se expande ou contrai com mudanças de temperatura. Matriz resinosa tem um coeficiente de expansão maior do que as partículas de carga. Ou seja, se aumentarmos a quantidade de carga, o coeficiente total do material tende a DIMINUIR, aproxima-se mais do dente natural. Portanto, a alternativa que NÃO deveria ocorrer ao aumentar o teor de carga é o aumento do coeficiente de expansão linear.
O gabarito, então, é a alternativa B.
Quando aumentamos o teor de carga numa resina composta, isso traz várias consequências positivas para o material. Por exemplo, reduzimos a quantidade de matriz resinosa, que é mais suscetível à absorção de água e à contração ao polimerizar. Ou seja, materiais mais carregados têm menor absorção de água e menor contração de polimerização. Além disso, adicionar mais carga eleva a resistência à compressão e o módulo de elasticidade, tornando o material mais forte e rígido.
Já o coeficiente de expansão linear é uma medida de quanto o material se expande ou contrai com mudanças de temperatura. Matriz resinosa tem um coeficiente de expansão maior do que as partículas de carga. Ou seja, se aumentarmos a quantidade de carga, o coeficiente total do material tende a DIMINUIR, aproxima-se mais do dente natural. Portanto, a alternativa que NÃO deveria ocorrer ao aumentar o teor de carga é o aumento do coeficiente de expansão linear.
O gabarito, então, é a alternativa B.