Equipe Gabarite
EQUIPE
23/08/2026 • 15:01
Vamos analisar essa questão que fala sobre o hidróxido de cálcio, um dos materiais mais utilizados na odontologia para procedimentos como capeamento pulpar e pulpotomia. O motivo para tanta popularidade é o seu baixo custo e, principalmente, sua biocompatibilidade, ação antimicrobiana e indução de formação de barreira mineralizada, aproximando-se do que se espera de um material ideal para proteção pulpar.
Ao falar do seu mecanismo de ação, normalmente ressaltamos sua capacidade de liberar íons de hidróxido (que aumentam o pH, dando efeito antibacteriano) e cálcio (fundamentais na formação de tecido mineralizado). Entre os mecanismos, temos inibição enzimática bacteriana, ativação de enzimas teciduais, formação de camada necrótica que serve como barreira, e participação ativa na mineralização do tecido.
Vamos revisar cada alternativa:
Alternativa a: Correta. O hidróxido de cálcio de fato tem ação antimicrobiana, inibindo enzimas bacterianas e ativando fosfatase alcalina, o que colabora para o processo de mineralização;
Alternativa b: Correta. A descrição da camada de tecido necrótico, posterior camada calcificada, e a liberação de moléculas dentinárias que estimulam a formação de dentina é precisa e coerente;
Alternativa c: Correta parcialmente, embora o termo 'calcificação distrófica' sugira calcificação patológica em tecido morto, aqui faz referência à deposição de carbonato de cálcio que age como núcleo de mineralização, que participa sim do processo fisiológico induzido pelo hidróxido de cálcio;
Alternativa d: Correta. Existe realmente essa tendência de formação de barreira irregular, incompleta e estruída na região de capeamento com hidróxido de cálcio após certo período;
Alternativa e: Incorreta. A questão afirma que a reação ocorre entre fluidos teciduais e 'óxido de cálcio', formando 'apatia carbonatada'. O erro está duplo: primeiro, o nome correto é 'apatita carbonatada' (apatia não existe), e segundo – na reação dos fluidos teciduais com hidróxido de cálcio (não óxido de cálcio), ocorre formação da hidroxiapatita e não do que está descrito. Ou seja, ciência e nomenclatura estão equivocadas.
Portanto, a alternativa que está incorreta é a letra e.
Ao falar do seu mecanismo de ação, normalmente ressaltamos sua capacidade de liberar íons de hidróxido (que aumentam o pH, dando efeito antibacteriano) e cálcio (fundamentais na formação de tecido mineralizado). Entre os mecanismos, temos inibição enzimática bacteriana, ativação de enzimas teciduais, formação de camada necrótica que serve como barreira, e participação ativa na mineralização do tecido.
Vamos revisar cada alternativa:
Alternativa a: Correta. O hidróxido de cálcio de fato tem ação antimicrobiana, inibindo enzimas bacterianas e ativando fosfatase alcalina, o que colabora para o processo de mineralização;
Alternativa b: Correta. A descrição da camada de tecido necrótico, posterior camada calcificada, e a liberação de moléculas dentinárias que estimulam a formação de dentina é precisa e coerente;
Alternativa c: Correta parcialmente, embora o termo 'calcificação distrófica' sugira calcificação patológica em tecido morto, aqui faz referência à deposição de carbonato de cálcio que age como núcleo de mineralização, que participa sim do processo fisiológico induzido pelo hidróxido de cálcio;
Alternativa d: Correta. Existe realmente essa tendência de formação de barreira irregular, incompleta e estruída na região de capeamento com hidróxido de cálcio após certo período;
Alternativa e: Incorreta. A questão afirma que a reação ocorre entre fluidos teciduais e 'óxido de cálcio', formando 'apatia carbonatada'. O erro está duplo: primeiro, o nome correto é 'apatita carbonatada' (apatia não existe), e segundo – na reação dos fluidos teciduais com hidróxido de cálcio (não óxido de cálcio), ocorre formação da hidroxiapatita e não do que está descrito. Ou seja, ciência e nomenclatura estão equivocadas.
Portanto, a alternativa que está incorreta é a letra e.