Equipe Gabarite
EQUIPE
22/08/2026 • 18:12
Vamos analisar cuidadosamente o caso desta paciente. Ela foi submetida a uma colectomia esquerda, ou seja, uma cirurgia para retirada de parte do cólon esquerdo devido a um câncer. Agora, no sexto dia após a operação, ela apresenta febre alta, distensão abdominal, diminuição da urina (oligúria), taquicardia, hipotensão e, o mais marcante, saída de secreção fétida e de aspecto entérico (parecida com conteúdo intestinal) pela ferida operatória.
Esses sinais são típicos de um quadro infeccioso grave, com repercussões sistêmicas, sugerindo sepse. A eliminação de secreção entérica pela ferida indica que houve comunicação anormal entre o interior do intestino e a parede abdominal – isso ocorre quando uma anastomose (união feita entre as duas pontas saudáveis do intestino após a cirurgia) se rompe, gerando vazamento de conteúdo intestinal, frequentemente levando à peritonite (infecção na cavidade abdominal).
Analisando as alternativas, a infecção superficial do sítio cirúrgico (letra A) não costuma gerar saída de secreção entérica nem quadro tão grave. Íleo paralítico fisiológico (letra C) é comum após cirurgia, mas não explica febre alta ou saída de secreção entérica pela ferida. Embolia pulmonar (letra D) normalmente se manifesta com falta de ar, dor torácica e sintomas respiratórios, não colabora com o quadro local de secreção. Corpo estranho esquecido (letra E) até poderia causar infecção, mas é menos provável neste contexto e não justifica imediatamente saída fétida entérica. Portanto, a opção correta é a letra B: fístula de anastomose colorretal com peritonite.
Esses sinais são típicos de um quadro infeccioso grave, com repercussões sistêmicas, sugerindo sepse. A eliminação de secreção entérica pela ferida indica que houve comunicação anormal entre o interior do intestino e a parede abdominal – isso ocorre quando uma anastomose (união feita entre as duas pontas saudáveis do intestino após a cirurgia) se rompe, gerando vazamento de conteúdo intestinal, frequentemente levando à peritonite (infecção na cavidade abdominal).
Analisando as alternativas, a infecção superficial do sítio cirúrgico (letra A) não costuma gerar saída de secreção entérica nem quadro tão grave. Íleo paralítico fisiológico (letra C) é comum após cirurgia, mas não explica febre alta ou saída de secreção entérica pela ferida. Embolia pulmonar (letra D) normalmente se manifesta com falta de ar, dor torácica e sintomas respiratórios, não colabora com o quadro local de secreção. Corpo estranho esquecido (letra E) até poderia causar infecção, mas é menos provável neste contexto e não justifica imediatamente saída fétida entérica. Portanto, a opção correta é a letra B: fístula de anastomose colorretal com peritonite.