Equipe Gabarite
EQUIPE
22/08/2026 • 18:12
O caso apresentado é de um jovem que sofreu um trauma torácico, desenvolveu pneumotórax tratado adequadamente, mas retorna dias após a alta com sintomas infecciosos e achados radiológicos indicativos de hemotórax coagulado. Nessa situação, é importante entender que hemotórax coagulado geralmente ocorre quando o sangue na cavidade pleural não é devidamente drenado, ficando retido e posteriormente podendo se infectar (empiema).
Os sintomas do paciente (dor pleurítica, febre) associam-se à complicação de um hemotórax inicialmente não drenado totalmente. O exame radiológico mostra nível hidroaéreo, e a tomografia indica hemotórax coagulado. O tratamento padrão para hemotórax coagulado é a remoção do coágulo e a devida drenagem da cavidade pleural para evitar complicações como fibrose e empiema.
Drenos pleurais simples dificilmente são eficientes, já que o conteúdo encontra-se espesso, podendo até estar organizado fibrosamente. Nesse contexto, a videotoracoscopia (VATS) se destaca como a melhor conduta, pois permite a visualização direta, a remoção dos coágulos e a limpeza do espaço pleural de forma menos invasiva que uma toracotomia convencional. A toracotomia, embora também eficaz, é mais invasiva e geralmente reservada para hemotórax crônicos organizados ou se houver falha ou impossibilidade da VATS.
Os outros métodos apresentados (pleurodese, dreno tipo Blake, irrigação e aspiração com dreno calibroso) não são adequados para hemotórax coagulado. Portanto, a melhor conduta neste caso é a videotoracoscopia (alternativa a).
Gabarito: a
Os sintomas do paciente (dor pleurítica, febre) associam-se à complicação de um hemotórax inicialmente não drenado totalmente. O exame radiológico mostra nível hidroaéreo, e a tomografia indica hemotórax coagulado. O tratamento padrão para hemotórax coagulado é a remoção do coágulo e a devida drenagem da cavidade pleural para evitar complicações como fibrose e empiema.
Drenos pleurais simples dificilmente são eficientes, já que o conteúdo encontra-se espesso, podendo até estar organizado fibrosamente. Nesse contexto, a videotoracoscopia (VATS) se destaca como a melhor conduta, pois permite a visualização direta, a remoção dos coágulos e a limpeza do espaço pleural de forma menos invasiva que uma toracotomia convencional. A toracotomia, embora também eficaz, é mais invasiva e geralmente reservada para hemotórax crônicos organizados ou se houver falha ou impossibilidade da VATS.
Os outros métodos apresentados (pleurodese, dreno tipo Blake, irrigação e aspiração com dreno calibroso) não são adequados para hemotórax coagulado. Portanto, a melhor conduta neste caso é a videotoracoscopia (alternativa a).
Gabarito: a