Equipe Gabarite
EQUIPE
22/08/2026 • 18:12
Essa questão aborda a abordagem inicial do paciente com quadro clássico de isquemia arterial aguda de membro inferior. O paciente tem dor súbita, parestesia (formigamento), cianose e frialdade, todos indicativos de comprometimento arterial agudo. O exame mostra ausência de pulsos do fêmur para baixo, sugerindo obstrução arterial relevante; a regularidade do exame cardiovascular não é tão importante aqui quanto o fato de ele ter ritmo cardíaco irregular (fibrilação atrial é causa frequente de embolia arterial).
No contexto de isquemia arterial aguda, o principal objetivo é restaurar rapidamente a perfusão do membro, mas até o tratamento cirúrgico (que pode ser trombectomia, fasciotomia, etc.), algumas medidas clínicas são fundamentais. A ANTICOAGULAÇÃO plenas (com heparina) – diferente da profilática! – serve para evitar a progressão do trombo. Analgesia é importante porque a dor pode ser severa. O membro deve ficar em posição neutra ou, no máximo, em leve proclive (NÃO se usa compressão ou elevação, nem meias elásticas, pois pioram a perfusão).
Não se realiza fibrinólise sistêmica de rotina (apenas em alguns centros com protocolos específicos). Antiagregantes, estatinas, oxigenoterapia hiperbárica também não são condutas iniciais para esse caso. Hidratacão pode ser feita, mas o essencial mesmo é anticoagulação plena, analgesia e proteção do membro (sem compressão, sem elevação).
Portanto, a alternativa correta é a letra B: Anticoagulação plena, analgesia e manter membros em proclive enfaixados sem compressão.
No contexto de isquemia arterial aguda, o principal objetivo é restaurar rapidamente a perfusão do membro, mas até o tratamento cirúrgico (que pode ser trombectomia, fasciotomia, etc.), algumas medidas clínicas são fundamentais. A ANTICOAGULAÇÃO plenas (com heparina) – diferente da profilática! – serve para evitar a progressão do trombo. Analgesia é importante porque a dor pode ser severa. O membro deve ficar em posição neutra ou, no máximo, em leve proclive (NÃO se usa compressão ou elevação, nem meias elásticas, pois pioram a perfusão).
Não se realiza fibrinólise sistêmica de rotina (apenas em alguns centros com protocolos específicos). Antiagregantes, estatinas, oxigenoterapia hiperbárica também não são condutas iniciais para esse caso. Hidratacão pode ser feita, mas o essencial mesmo é anticoagulação plena, analgesia e proteção do membro (sem compressão, sem elevação).
Portanto, a alternativa correta é a letra B: Anticoagulação plena, analgesia e manter membros em proclive enfaixados sem compressão.