David Castilho
EQUIPE
22/08/2026 • 18:09
Vamos analisar a situação: o paciente está no 10º dia de pós-operatório de uma gastrectomia e apresenta drenagem de um grande volume de secreção entérica (1.200 mL/dia) pelo dreno. Isso sugere uma complicação comum conhecida como fístula digestiva ou fístula entérica. Esse quadro exige atenção porque pode levar à perda de eletrólitos, desnutrição, infecção e irritação da pele ao redor do dreno.
Nas alternativas, temos opções cirúrgicas, exames, condutas clínicas e medidas relacionadas à nutrição. A melhor abordagem inicial de uma fístula entérica pós-operatória geralmente não é reoperar imediatamente, pois a região ainda está muito inflamada, aumentando o risco de uma cirurgia. Inicialmente, é fundamental estabilizar o paciente, controlar sinais de infecção (sepse), cuidar da pele que está em contato com a secreção, repor as perdas de líquidos e eletrólitos, e garantir um adequado suporte nutricional, pois o paciente está perdendo nutrientes e não poderá se alimentar normalmente.
Exames de imagem podem ser úteis posteriormente para detalhar o trajeto da fístula, mas não fazem parte da conduta inicial em um quadro estável. Medicamentos como somatostatina e suas análogas podem ser usados para tentar reduzir o débito da fístula, mas geralmente não por via oral e não substituem as medidas clínicas iniciais essenciais. Já suspender a nutrição parenteral total está errado, pois muitas vezes ela é fundamental até que a fístula feche espontaneamente. Portanto, a alternativa correta é o manejo clínico multiprofissional de estabilização.
O gabarito é a letra c.
Nas alternativas, temos opções cirúrgicas, exames, condutas clínicas e medidas relacionadas à nutrição. A melhor abordagem inicial de uma fístula entérica pós-operatória geralmente não é reoperar imediatamente, pois a região ainda está muito inflamada, aumentando o risco de uma cirurgia. Inicialmente, é fundamental estabilizar o paciente, controlar sinais de infecção (sepse), cuidar da pele que está em contato com a secreção, repor as perdas de líquidos e eletrólitos, e garantir um adequado suporte nutricional, pois o paciente está perdendo nutrientes e não poderá se alimentar normalmente.
Exames de imagem podem ser úteis posteriormente para detalhar o trajeto da fístula, mas não fazem parte da conduta inicial em um quadro estável. Medicamentos como somatostatina e suas análogas podem ser usados para tentar reduzir o débito da fístula, mas geralmente não por via oral e não substituem as medidas clínicas iniciais essenciais. Já suspender a nutrição parenteral total está errado, pois muitas vezes ela é fundamental até que a fístula feche espontaneamente. Portanto, a alternativa correta é o manejo clínico multiprofissional de estabilização.
O gabarito é a letra c.