Marcos de Castro
EQUIPE
22/08/2026 • 18:09
Vamos analisar o contexto descrito: um homem de 35 anos com dor anal durante e após as evacuações há cerca de 6 semanas, sangramento vermelho vivo em pequena quantidade, e ao exame clínico, é encontrada uma fissura rasa na comissura posterior do canal anal, além de hipertonia discreta do esfíncter.
Esses dados são típicos de uma fissura anal crônica, especialmente pelo tempo de evolução (mais de 6 semanas), dor intensa e presença de hipertonia esfincteriana.
Na abordagem das fissuras anais crônicas, a primeira linha do tratamento é sempre conservadora, ou seja, não cirúrgica. Isso inclui medidas como banhos de assento morno, dieta rica em fibras para evitar constipação, uso de laxantes osmóticos caso necessário e aplicação tópica de pomadas que promovem o relaxamento do esfíncter interno, como diltiazem ou nifedipina, que são bloqueadores dos canais de cálcio. Essas medicações ajudam a melhorar a vascularização e a cicatrização da fissura.
As opções cirúrgicas, como esfincterotomia lateral interna e fissurectomia, são reservadas para casos em que não há resposta ao tratamento clínico. O uso de toxina botulínica também pode ser considerado, mas geralmente não como primeira escolha no Brasil. O retalho de avanço é ainda mais excepcional, reservado para casos refratários.
Portanto, a melhor resposta baseada nas recomendações atuais é a alternativa b.
Esses dados são típicos de uma fissura anal crônica, especialmente pelo tempo de evolução (mais de 6 semanas), dor intensa e presença de hipertonia esfincteriana.
Na abordagem das fissuras anais crônicas, a primeira linha do tratamento é sempre conservadora, ou seja, não cirúrgica. Isso inclui medidas como banhos de assento morno, dieta rica em fibras para evitar constipação, uso de laxantes osmóticos caso necessário e aplicação tópica de pomadas que promovem o relaxamento do esfíncter interno, como diltiazem ou nifedipina, que são bloqueadores dos canais de cálcio. Essas medicações ajudam a melhorar a vascularização e a cicatrização da fissura.
As opções cirúrgicas, como esfincterotomia lateral interna e fissurectomia, são reservadas para casos em que não há resposta ao tratamento clínico. O uso de toxina botulínica também pode ser considerado, mas geralmente não como primeira escolha no Brasil. O retalho de avanço é ainda mais excepcional, reservado para casos refratários.
Portanto, a melhor resposta baseada nas recomendações atuais é a alternativa b.