Homem de 38 anos apresenta fístula anal criptoglandular transesfincteriana ba...

Homem de 38 anos apresenta fístula anal criptoglandular transesfincteriana baixa, sem evidência de abscesso ativo. A técnica cirúrgica padrão-ouro é:


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Homem de 38 anos apresenta fístula anal criptoglandular transesfincteriana baixa, sem evidência de abscesso ativo. A técnica cirúrgica padrão-ouro é:
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  • Camila Duarte
    Camila Duarte EQUIPE
    22/08/2026 • 18:09
    Vamos falar sobre fístulas anais! A fístula criptoglandular é o tipo mais comum, originada de infecção nas glândulas anais. A classificação das fístulas se baseia na relação do trajeto com o esfíncter anal: podem ser interesfincterianas, transesfincterianas (baixos ou altos), supraesfincterianas e extraesfincterianas.

    No caso descrito, o paciente tem uma fístula transesfincteriana baixa, ou seja, com envolvimento de pequena quantidade do músculo esfincteriano externo. A conduta cirúrgica varia conforme a complexidade e relação esfíncter-fístula, pois o objetivo é erradicar a fístula mantendo a continência anal.

    A fistulotomia, que é a abertura do trajeto fistuloso para cicatrização por segunda intenção, é considerada padrão-ouro para fístulas simples (interesfincterianas e transesfincterianas baixas), pois apresenta altas taxas de cura com risco reduzido de incontinência em lesão esfincteriana menor. As outras alternativas (LIFT, cola de fibrina, laser e seton definitivo) são preferidas em fístulas complexas, recorrentes ou com maior risco de dano esfincteriano.

    Portanto, a resposta correta é a alternativa A: Fistulotomia.
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