Camila Duarte
EQUIPE
22/08/2026 • 18:09
Vamos falar sobre fístulas anais! A fístula criptoglandular é o tipo mais comum, originada de infecção nas glândulas anais. A classificação das fístulas se baseia na relação do trajeto com o esfíncter anal: podem ser interesfincterianas, transesfincterianas (baixos ou altos), supraesfincterianas e extraesfincterianas.
No caso descrito, o paciente tem uma fístula transesfincteriana baixa, ou seja, com envolvimento de pequena quantidade do músculo esfincteriano externo. A conduta cirúrgica varia conforme a complexidade e relação esfíncter-fístula, pois o objetivo é erradicar a fístula mantendo a continência anal.
A fistulotomia, que é a abertura do trajeto fistuloso para cicatrização por segunda intenção, é considerada padrão-ouro para fístulas simples (interesfincterianas e transesfincterianas baixas), pois apresenta altas taxas de cura com risco reduzido de incontinência em lesão esfincteriana menor. As outras alternativas (LIFT, cola de fibrina, laser e seton definitivo) são preferidas em fístulas complexas, recorrentes ou com maior risco de dano esfincteriano.
Portanto, a resposta correta é a alternativa A: Fistulotomia.
No caso descrito, o paciente tem uma fístula transesfincteriana baixa, ou seja, com envolvimento de pequena quantidade do músculo esfincteriano externo. A conduta cirúrgica varia conforme a complexidade e relação esfíncter-fístula, pois o objetivo é erradicar a fístula mantendo a continência anal.
A fistulotomia, que é a abertura do trajeto fistuloso para cicatrização por segunda intenção, é considerada padrão-ouro para fístulas simples (interesfincterianas e transesfincterianas baixas), pois apresenta altas taxas de cura com risco reduzido de incontinência em lesão esfincteriana menor. As outras alternativas (LIFT, cola de fibrina, laser e seton definitivo) são preferidas em fístulas complexas, recorrentes ou com maior risco de dano esfincteriano.
Portanto, a resposta correta é a alternativa A: Fistulotomia.