Equipe Gabarite
EQUIPE
22/08/2026 • 18:09
Vamos analisar cuidadosamente essa questão sobre o tratamento do adenocarcinoma de reto médio. Estamos falando de um paciente de 58 anos, cujo tumor está localizado a 8 cm da margem anal. O estadiamento por ressonância magnética indica T3 N1 M0: isso significa que o tumor invadiu além da muscular própria (T3), há pelo menos um linfonodo regional comprometido (N1) e não há metástase à distância (M0).
No tratamento do câncer de reto localmente avançado (geralmente considerado T3/T4 e/ou N+), há consenso de que a melhor abordagem inicial é fazer quimiorradioterapia neoadjuvante (ou seja, antes da cirurgia). Isso ajuda a reduzir o tamanho do tumor e diminui o risco de recidiva local. Depois desse tratamento inicial, realiza-se a cirurgia (excisão total do mesorreto), e em muitos casos também se indica quimioterapia adjuvante, especialmente quando havia comprometimento linfonodal.
Radioterapia isolada, imunoterapia isolada ou apenas observação não têm papel como abordagem inicial nesse contexto, conforme as diretrizes atuais. Já a cirurgia primária, sem a etapa neoadjuvante, está reservada para casos bem iniciais ou situações muito específicas que não se aplicam aqui.
Por isso, a opção correta para essa situação clínica é: quimiorradioterapia neoadjuvante, seguida de cirurgia e depois quimioterapia adjuvante. Gabarito: b.
No tratamento do câncer de reto localmente avançado (geralmente considerado T3/T4 e/ou N+), há consenso de que a melhor abordagem inicial é fazer quimiorradioterapia neoadjuvante (ou seja, antes da cirurgia). Isso ajuda a reduzir o tamanho do tumor e diminui o risco de recidiva local. Depois desse tratamento inicial, realiza-se a cirurgia (excisão total do mesorreto), e em muitos casos também se indica quimioterapia adjuvante, especialmente quando havia comprometimento linfonodal.
Radioterapia isolada, imunoterapia isolada ou apenas observação não têm papel como abordagem inicial nesse contexto, conforme as diretrizes atuais. Já a cirurgia primária, sem a etapa neoadjuvante, está reservada para casos bem iniciais ou situações muito específicas que não se aplicam aqui.
Por isso, a opção correta para essa situação clínica é: quimiorradioterapia neoadjuvante, seguida de cirurgia e depois quimioterapia adjuvante. Gabarito: b.