Matheus Fernandes
EQUIPE
22/08/2026 • 18:09
Vamos analisar a situação: uma mulher jovem com doença de Crohn apresenta uma fístula perianal complexa com abscesso. A abordagem inicial correta, diante desse quadro agudo, é sempre cirúrgica: drenagem do abscesso e a colocação do seton para manter a fístula aberta e evitar a recorrência de coleções.
Após o controle cirúrgico, é fundamental tratar o componente inflamatório da doença para evitar recidivas e promover melhor cicatrização da fístula. Nos casos de fístulas perianais complexas associadas à doença de Crohn, a literatura e os consensos apontam que a TERAPIA BIOLÓGICA é a mais eficaz, especialmente os anti-TNF (como infliximabe ou adalimumabe). Além disso, existe boa evidência de que a associação desta terapia com imunomoduladores (como azatioprina) aumenta o sucesso do tratamento, reduz a formação de anticorpos contra o biológico e melhora a resposta.
Outras opções não têm o mesmo impacto: corticoides (alternativa a) são úteis nas exacerbações sistêmicas, mas não controlam bem fístulas; antibióticos (alternativa b) podem ser usados como adjuvantes, mas não por tempo prolongado sozinhos; mesalazina alta dose (d) e budesonida (e) são pouco eficazes em doença perianal complexa.
Portanto, a melhor estratégia é mesmo a terapia biológica anti-TNF associada a imunomodulador, letra c.
Após o controle cirúrgico, é fundamental tratar o componente inflamatório da doença para evitar recidivas e promover melhor cicatrização da fístula. Nos casos de fístulas perianais complexas associadas à doença de Crohn, a literatura e os consensos apontam que a TERAPIA BIOLÓGICA é a mais eficaz, especialmente os anti-TNF (como infliximabe ou adalimumabe). Além disso, existe boa evidência de que a associação desta terapia com imunomoduladores (como azatioprina) aumenta o sucesso do tratamento, reduz a formação de anticorpos contra o biológico e melhora a resposta.
Outras opções não têm o mesmo impacto: corticoides (alternativa a) são úteis nas exacerbações sistêmicas, mas não controlam bem fístulas; antibióticos (alternativa b) podem ser usados como adjuvantes, mas não por tempo prolongado sozinhos; mesalazina alta dose (d) e budesonida (e) são pouco eficazes em doença perianal complexa.
Portanto, a melhor estratégia é mesmo a terapia biológica anti-TNF associada a imunomodulador, letra c.