David Castilho
EQUIPE
26/08/2026 • 17:02
Vamos analisar essa questão com calma. O texto nos apresenta três concepções de educação conforme Bertrand Russell: 1) proteção contra influências prejudiciais, 2) desenvolvimento da cultura e das capacidades do educando, e 3) formação de cidadãos úteis à sociedade. Depois, aprofunda na discussão sobre como essa terceira teoria pode ser distorcida quando se pensa só na utilidade econômica, e como tanto Paulo Freire quanto Cortella destacam a importância do sentido, da autonomia e do pensamento crítico na educação.
Paulo Freire, segundo o texto, defende um aprendizado não vertical, ou seja, nada de ensino 'bancário', onde o aluno é apenas passivo. Ele crê numa educação dialógica, onde tanto educador quanto educando atuam de forma ativa e recíproca, construindo conhecimento juntos. Isso, de fato, muito se aproxima da segunda teoria de Russell, que fala do desenvolvimento das capacidades do educando. O texto diz que ambos rejeitam a educação como mera imposição, e veem o aluno como agente ativo.
Quando olhamos as alternativas, a letra a fala de internalização de saberes históricos protegendo contra alienação, mas o texto menciona que só isso não resolve. A letra b cita métodos tradicionais que focam em proteção moral e isolamento ético, mas não é esse o ponto do alinhamento entre Freire e Russell. A letra d sugere que demandas econômicas devem balizar o desenvolvimento, e o texto justamente critica essa visão.
A letra c acerta ao mencionar a superação da lógica de transposição passiva de conteúdos e a valorização da agência do estudante, bem como a natureza coconstrutiva do aprendizado – exatamente a convergência teórica entre Freire e Russell descrita no texto.
Portanto, o gabarito correto é a alternativa c.
Paulo Freire, segundo o texto, defende um aprendizado não vertical, ou seja, nada de ensino 'bancário', onde o aluno é apenas passivo. Ele crê numa educação dialógica, onde tanto educador quanto educando atuam de forma ativa e recíproca, construindo conhecimento juntos. Isso, de fato, muito se aproxima da segunda teoria de Russell, que fala do desenvolvimento das capacidades do educando. O texto diz que ambos rejeitam a educação como mera imposição, e veem o aluno como agente ativo.
Quando olhamos as alternativas, a letra a fala de internalização de saberes históricos protegendo contra alienação, mas o texto menciona que só isso não resolve. A letra b cita métodos tradicionais que focam em proteção moral e isolamento ético, mas não é esse o ponto do alinhamento entre Freire e Russell. A letra d sugere que demandas econômicas devem balizar o desenvolvimento, e o texto justamente critica essa visão.
A letra c acerta ao mencionar a superação da lógica de transposição passiva de conteúdos e a valorização da agência do estudante, bem como a natureza coconstrutiva do aprendizado – exatamente a convergência teórica entre Freire e Russell descrita no texto.
Portanto, o gabarito correto é a alternativa c.