Ingrid Nunes
EQUIPE
30/08/2026 • 11:01
Vamos analisar esse caso pensando no contexto clínico da gota e calculando o melhor tratamento preventivo. O paciente tem história de uma artrite aguda no tornozelo, sugerindo um quadro de gota, ainda mais com hiperuricemia confirmada (ácido úrico de 9,8 mg/dL) e episódios prévios de cólicas renais, que podem corresponder a nefrolitíase por cristais de ácido úrico. Ele já não tem sintomas no momento, então estamos diante de uma situação de prevenção de novos episódios (tratamento a longo prazo e não da crise aguda).
Os glicocorticoides (alternativa a) são usados na fase aguda da gota, não para prevenção crônica. O mesmo vale para inibidores da ciclooxigenase (alternativa d), que são os anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs).
Os agentes uricosúricos (alternativa b) até poderiam ser considerados, mas têm contraindicações em pacientes com histórico de nefrolitíase (pedras nos rins), como neste caso. Eles aumentam a excreção de ácido úrico e podem facilitar a formação de novos cálculos.
Já os inibidores da xantina oxidase (alternativa c), como o alopurinol, diminuem a produção de ácido úrico e são a terapia de escolha para prevenção de crises nos casos de hiperuricemia, especialmente naqueles com histórico de cálculo renal.
Por tudo isso, o melhor manejo a longo prazo é o inibidor da xantina oxidase. Assim, o gabarito é a letra c.
Os glicocorticoides (alternativa a) são usados na fase aguda da gota, não para prevenção crônica. O mesmo vale para inibidores da ciclooxigenase (alternativa d), que são os anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs).
Os agentes uricosúricos (alternativa b) até poderiam ser considerados, mas têm contraindicações em pacientes com histórico de nefrolitíase (pedras nos rins), como neste caso. Eles aumentam a excreção de ácido úrico e podem facilitar a formação de novos cálculos.
Já os inibidores da xantina oxidase (alternativa c), como o alopurinol, diminuem a produção de ácido úrico e são a terapia de escolha para prevenção de crises nos casos de hiperuricemia, especialmente naqueles com histórico de cálculo renal.
Por tudo isso, o melhor manejo a longo prazo é o inibidor da xantina oxidase. Assim, o gabarito é a letra c.