David Castilho
EQUIPE
30/08/2026 • 11:01
Vamos analisar cada alternativa com base nas diretrizes mais recentes para Pneumonia Adquirida na Comunidade (PAC) em adultos imunocompetentes.
A alternativa A afirma que o conceito de Pneumonia Associada aos Cuidados de Saúde (HCAP) foi incluído nas diretrizes recentes porque prediz razoavelmente a presença de patógenos resistentes. Na verdade, isso é incorreto. As formas mais atuais das diretrizes (incluindo a IDSA/ATS de 2019) aboliram o conceito de HCAP – estudos mostraram que esse critério não era confiável para identificar pacientes com maior risco de germes resistentes e acabava levando a uso desnecessário de antibióticos de amplo espectro.
A alternativa B está correta: a procalcitonina realmente não deve ser utilizada como ferramenta isolada para decisão do início de antibióticos em PAC, pois pode gerar decisões erradas se usada sozinha, sendo sempre necessário avaliar o contexto clínico.
A alternativa C também está correta – há crescente evidência de que o ultrassom pulmonar feito por profissionais experientes pode ter boa sensibilidade, até superior ao raio-X de tórax, especialmente se comparado à tomografia.
Já a alternativa D está de acordo com recomendações para uso criterioso de corticoides apenas em casos graves de PAC com insuficiência respiratória e necessidade de suporte importante de oxigênio.
Portanto, a opção incorreta, como pede o enunciado, é a letra a.
A alternativa A afirma que o conceito de Pneumonia Associada aos Cuidados de Saúde (HCAP) foi incluído nas diretrizes recentes porque prediz razoavelmente a presença de patógenos resistentes. Na verdade, isso é incorreto. As formas mais atuais das diretrizes (incluindo a IDSA/ATS de 2019) aboliram o conceito de HCAP – estudos mostraram que esse critério não era confiável para identificar pacientes com maior risco de germes resistentes e acabava levando a uso desnecessário de antibióticos de amplo espectro.
A alternativa B está correta: a procalcitonina realmente não deve ser utilizada como ferramenta isolada para decisão do início de antibióticos em PAC, pois pode gerar decisões erradas se usada sozinha, sendo sempre necessário avaliar o contexto clínico.
A alternativa C também está correta – há crescente evidência de que o ultrassom pulmonar feito por profissionais experientes pode ter boa sensibilidade, até superior ao raio-X de tórax, especialmente se comparado à tomografia.
Já a alternativa D está de acordo com recomendações para uso criterioso de corticoides apenas em casos graves de PAC com insuficiência respiratória e necessidade de suporte importante de oxigênio.
Portanto, a opção incorreta, como pede o enunciado, é a letra a.