Qual combinação terapêutica é adequada para o tratamento empírico inicial da ...

Qual combinação terapêutica é adequada para o tratamento empírico inicial da doença inflamatória pélvica não complicada?


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Qual combinação terapêutica é adequada para o tratamento empírico inicial da doença inflamatória pélvica não complicada?
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  • David Castilho
    David Castilho EQUIPE
    30/08/2026 • 11:01
    Vamos analisar a doença inflamatória pélvica (DIP), que é uma infecção ginecológica geralmente causada por uma combinação de bactérias, incluindo Neisseria gonorrhoeae, Chlamydia trachomatis, e bactérias anaeróbias. Por isso, o tratamento empírico precisa cobrir esses três grupos.

    Entre as opções, a associação mais recomendada pelas principais diretrizes (como Ministério da Saúde, CDC) para DIP não complicada é ceftriaxona, que cobre gonococo; doxiciclina, que cobre clamídia; e metronidazol, que cobre bactérias anaeróbias. Portanto, a alternativa correta é a letra b: Ceftriaxona + Doxiciclina + Metronidazol.

    Opção a traz fluconazol e penicilina benzatina, que não são indicados no tratamento da DIP; opção c mistura agentes que não cobrem toda a flora bacteriana relevante; já a d também deixa de fora bactérias importantes. Então, o gabarito correto é a letra b.
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