Equipe Gabarite
EQUIPE
30/08/2026 • 11:01
Vamos entender essa questão, que envolve o espectro clínico da hanseníase, doença infecciosa causada pelo Mycobacterium leprae. O enunciado traz um paciente com lesões hipopigmentadas e anestésicas, espessamento do nervo ulnar direito, perda de sensibilidade tátil nas mãos, baciloscopia com poucos bacilos ácido-álcool resistentes e teste de Mitsuda fortemente positivo.
A hanseníase tem diferentes formas clínicas dependendo da resposta imunológica do paciente. O teste de Mitsuda indica como está a imunidade celular: um resultado fortemente positivo indica excelente resposta imunológica contra o bacilo, característica da hanseníase tuberculoide. Nessa forma, é típico encontrar lesões poucas, bem delimitadas, anestésicas e espessamento neural, além de baciloscopia geralmente negativa ou com poucos bacilos. O achado de poucos bacilos na baciloscopia reforça este diagnóstico.
Por outro lado, a hanseníase virchowiana (lepromatosa) costuma ter baciloscopia muito positiva, resposta de Mitsuda negativa e quadro clínico polimorfo, o que não bate com o caso. A forma dimorfa é intermediária, com Mitsuda geralmente negativo ou fracamente positivo. Já a forma indeterminada apresenta lesão única ou pouquíssimas lesões sem características bem definidas, geralmente sem espessamento nervoso, o que não condiz com o caso.
Dessa forma, o espectro mais provável é a hanseníase tuberculoide. O gabarito é a alternativa b.
A hanseníase tem diferentes formas clínicas dependendo da resposta imunológica do paciente. O teste de Mitsuda indica como está a imunidade celular: um resultado fortemente positivo indica excelente resposta imunológica contra o bacilo, característica da hanseníase tuberculoide. Nessa forma, é típico encontrar lesões poucas, bem delimitadas, anestésicas e espessamento neural, além de baciloscopia geralmente negativa ou com poucos bacilos. O achado de poucos bacilos na baciloscopia reforça este diagnóstico.
Por outro lado, a hanseníase virchowiana (lepromatosa) costuma ter baciloscopia muito positiva, resposta de Mitsuda negativa e quadro clínico polimorfo, o que não bate com o caso. A forma dimorfa é intermediária, com Mitsuda geralmente negativo ou fracamente positivo. Já a forma indeterminada apresenta lesão única ou pouquíssimas lesões sem características bem definidas, geralmente sem espessamento nervoso, o que não condiz com o caso.
Dessa forma, o espectro mais provável é a hanseníase tuberculoide. O gabarito é a alternativa b.