Matheus Fernandes
EQUIPE
30/08/2026 • 10:01
Essa questão trata das responsabilidades técnicas e éticas envolvidas na transmissão ao vivo das atividades do Poder Legislativo por meio de streamings. Portais legislativos não servem apenas para mostrar o trabalho parlamentar, mas para garantir direitos fundamentais, como o acesso à informação, a transparência das ações do Estado, e a participação social.
Começando pela alternativa A, ela está incorreta ao afirmar que RTMP impede manipulações. A escolha ou o uso de um protocolo técnico como RTMP não garante, por si só, a imparcialidade editorial: sempre existe possibilidade de edição ou cortes, nem que seja na preparação dos sinais.
A alternativa B também está errada, pois restringe a ética profissional apenas à questão técnica. No audiovisual público, há sim uma responsabilidade ética do operador de streaming, já que a escolha de ângulos, planos e até cortes pode alterar a compreensão do conteúdo pelos espectadores.
A alternativa C está equivocada porque a democratização do acesso à cultura e à informação não depende apenas da escolha do protocolo HLS ou RTMP. Diretrizes políticas, editoração imparcial, acessibilidade e outros fatores também são determinantes para garantir direitos fundamentais.
Já a alternativa D desconsidera a função pública do audiovisual legislativo, tratando o conteúdo apenas como entretenimento. Isso não é verdade: a transparência e a integridade são exigências legais e constitucionais para esses serviços.
Por fim, a alternativa E está correta ao afirmar que o serviço de streaming em portais legislativos precisa garantir a integridade dos debates, evitando edições tendenciosas e mantendo o fluxo contínuo dos trabalhos, o que assegura transparência e o acesso à informação pública.
Portanto, o gabarito correto é a letra e.
Começando pela alternativa A, ela está incorreta ao afirmar que RTMP impede manipulações. A escolha ou o uso de um protocolo técnico como RTMP não garante, por si só, a imparcialidade editorial: sempre existe possibilidade de edição ou cortes, nem que seja na preparação dos sinais.
A alternativa B também está errada, pois restringe a ética profissional apenas à questão técnica. No audiovisual público, há sim uma responsabilidade ética do operador de streaming, já que a escolha de ângulos, planos e até cortes pode alterar a compreensão do conteúdo pelos espectadores.
A alternativa C está equivocada porque a democratização do acesso à cultura e à informação não depende apenas da escolha do protocolo HLS ou RTMP. Diretrizes políticas, editoração imparcial, acessibilidade e outros fatores também são determinantes para garantir direitos fundamentais.
Já a alternativa D desconsidera a função pública do audiovisual legislativo, tratando o conteúdo apenas como entretenimento. Isso não é verdade: a transparência e a integridade são exigências legais e constitucionais para esses serviços.
Por fim, a alternativa E está correta ao afirmar que o serviço de streaming em portais legislativos precisa garantir a integridade dos debates, evitando edições tendenciosas e mantendo o fluxo contínuo dos trabalhos, o que assegura transparência e o acesso à informação pública.
Portanto, o gabarito correto é a letra e.