No âmbito da produção executiva e jurídica do audiovisual, a inclusão de obra...

No âmbito da produção executiva e jurídica do audiovisual, a inclusão de obras musicais em filmes, séries ou peças publicitárias exige o gerenciamento rigoroso de direitos autorais de natureza pat...


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No âmbito da produção executiva e jurídica do audiovisual, a inclusão de obras musicais em filmes, séries ou peças publicitárias exige o gerenciamento rigoroso de direitos autorais de natureza patrimonial. Para que uma composição e a sua respectiva gravação (fonograma) sejam integradas cronologicamente à linha de tempo de uma obra audiovisual, o produtor deve celebrar contratos que garantam formalmente a autorização dos detentores dos direitos. A omissão ou o erro na cadeia de liberação dessas licenças impede a comercialização e a distribuição internacional do produto final devido aos riscos de sanções civis e embargos por violação de propriedade intelectual. Considerando os institutos jurídicos e os procedimentos contratuais que regem o uso de músicas no cinema e na televisão, assinale a alternativa correta.
Analisando...
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  • Equipe Gabarite
    Equipe Gabarite EQUIPE
    30/08/2026 • 10:01
    Vamos analisar essa questão, que fala sobre a produção executiva e jurídica do audiovisual e o uso de músicas em obras como filmes, séries e publicidade. A chave aqui é entender como funcionam os direitos autorais e conexos na hora de inserir músicas em conteúdos audiovisuais.

    Sempre que um produtor quer incluir uma música em um filme, por exemplo, ele precisa de duas autorizações principais: uma da composição (direitos autorais, que normalmente são administrados por editoras ou pelos próprios autores) e outra da gravação (direitos conexos, administrados por gravadoras ou produtores fonográficos). Isso se chama "direito de sincronização".

    Vejamos as alternativas:

    A alternativa A está correta ao afirmar que para sincronizar (inserir) uma música, o produtor precisa tanto da licença de edição quanto da licença de uso do fonograma, ou seja, precisa da autorização dos detentores dos direitos autorais da música (compositor/editor) e dos direitos da gravação (gravadora/produtor fonográfico).

    As alternativas B, C, D e E trazem informações que não têm correspondência com a legislação nem com a realidade prática desse mercado. B fala sobre flutuações de voltagem e compensação automática, o que não faz sentido no contexto jurídico de direitos autorais. C mistura domínio público com renderização e baterias de lítio, que não tem base legal. D inventa uma justificativa técnica para eliminar os créditos, o que não é permitido nem juridicamente aceito. E menciona questões técnicas irrelevantes sobre RAM e timecode, e tenta dizer que isso eliminaria obrigações patrimoniais, o que está incorreto.

    Assim, a alternativa correta é a letra A.
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