Marcos de Castro
EQUIPE
30/08/2026 • 10:01
Vamos analisar essa questão que aborda o processo de planejamento na aplicação da Linguagem Simples em textos técnicos, especialmente no contexto do serviço público. O enunciado nos pede para focar em dois conceitos: arquitetura da informação (ou seja, como organizar e estruturar o conteúdo para garantir melhor acesso e interação) e empatia, que significa entender realmente as necessidades e contexto do público leitor.
O item a está incorreto: definir público-alvo nunca é apenas uma questão demográfica. Quando falamos em Linguagem Simples, precisamos entender onde, por quê e como a informação será usada, mapeando inclusive habilidades, dificuldades, motivações e contexto social do usuário.
O item b limita indevidamente o alcance da Linguagem Simples, ignorando o movimento internacional e diretrizes de comunicação pública que recomendam clareza e acessibilidade mesmo em documentos técnicos e oficiais. Portanto, está errado.
O item c também está errado. A validação do texto pelo público real, por meio de testes de usabilidade e compreensão, é essencial em projetos de Linguagem Simples. A equipe técnica sozinha pode não perceber barreiras reais dos cidadãos ao entendimento dos textos.
O item d está correto. O planejamento estratégico exige o foco no usuário: conhecer suas necessidades, seu contexto e eventuais dificuldades. Essa abordagem orienta todo o desenho informacional, a redação e a própria organização do texto, indo além dos interesses apenas institucionais.
O item e restringe a simplificação apenas ao vocabulário (trocar palavras difíceis por outras fáceis), esquecendo que a organização lógica, a estrutura de frases e a arquitetura da informação são fatores igualmente importantes para a compreensão. Logo, essa alternativa está equivocada.
Portanto, a alternativa correta é a letra d.
O item a está incorreto: definir público-alvo nunca é apenas uma questão demográfica. Quando falamos em Linguagem Simples, precisamos entender onde, por quê e como a informação será usada, mapeando inclusive habilidades, dificuldades, motivações e contexto social do usuário.
O item b limita indevidamente o alcance da Linguagem Simples, ignorando o movimento internacional e diretrizes de comunicação pública que recomendam clareza e acessibilidade mesmo em documentos técnicos e oficiais. Portanto, está errado.
O item c também está errado. A validação do texto pelo público real, por meio de testes de usabilidade e compreensão, é essencial em projetos de Linguagem Simples. A equipe técnica sozinha pode não perceber barreiras reais dos cidadãos ao entendimento dos textos.
O item d está correto. O planejamento estratégico exige o foco no usuário: conhecer suas necessidades, seu contexto e eventuais dificuldades. Essa abordagem orienta todo o desenho informacional, a redação e a própria organização do texto, indo além dos interesses apenas institucionais.
O item e restringe a simplificação apenas ao vocabulário (trocar palavras difíceis por outras fáceis), esquecendo que a organização lógica, a estrutura de frases e a arquitetura da informação são fatores igualmente importantes para a compreensão. Logo, essa alternativa está equivocada.
Portanto, a alternativa correta é a letra d.