Marcos de Castro
EQUIPE
30/08/2026 • 10:01
Vamos analisar a questão sobre a Política Nacional de Linguagem Simples, que busca tornar a comunicação pública mais clara, compreensível e acessível a todos. O objetivo não é apenas facilitar o entendimento, mas também garantir o acesso pleno aos direitos e à cidadania.
A alternativa A está correta porque diferencia adequadamente o conceito de Linguagem Simples do coloquialismo e da simploriedade. Ela enfatiza que o uso da Linguagem Simples não exclui a norma culta, e, sim, visa facilitar o processamento da mensagem, tornando a comunicação mais clara para o público, sem descuidar da precisão e da qualidade textual.
A alternativa B está incorreta, pois a Linguagem Simples não significa usar linguagem coloquial nem priorizar a voz passiva ou excesso de formalidade. Pelo contrário, recomenda-se voz ativa e frases mais diretas para maior clareza.
A alternativa C erra ao sugerir que a Leitura Fácil pode ser usada indistintamente para todos e que é mais eficiente para pessoas com alta proficiência leitora, quando, na verdade, Leitura Fácil tem foco em públicos com maior vulnerabilidade leitora.
Já a alternativa D também está incorreta, pois a norma internacional de Linguagem Simples não limita o uso a textos para pessoas com baixo letramento. A técnica visa beneficiar a todos, inclusive especialistas, facilitando o entendimento em diferentes níveis de complexidade textual.
Por fim, a alternativa E sugere que termos técnicos devem ser sempre banidos, mas isso não é verdade: a Linguagem Simples orienta que termos técnicos sejam usados apenas quando necessários e, se preciso, explicados; não preconiza a abolição total dos jargões.
Portanto, o gabarito é a alternativa A.
A alternativa A está correta porque diferencia adequadamente o conceito de Linguagem Simples do coloquialismo e da simploriedade. Ela enfatiza que o uso da Linguagem Simples não exclui a norma culta, e, sim, visa facilitar o processamento da mensagem, tornando a comunicação mais clara para o público, sem descuidar da precisão e da qualidade textual.
A alternativa B está incorreta, pois a Linguagem Simples não significa usar linguagem coloquial nem priorizar a voz passiva ou excesso de formalidade. Pelo contrário, recomenda-se voz ativa e frases mais diretas para maior clareza.
A alternativa C erra ao sugerir que a Leitura Fácil pode ser usada indistintamente para todos e que é mais eficiente para pessoas com alta proficiência leitora, quando, na verdade, Leitura Fácil tem foco em públicos com maior vulnerabilidade leitora.
Já a alternativa D também está incorreta, pois a norma internacional de Linguagem Simples não limita o uso a textos para pessoas com baixo letramento. A técnica visa beneficiar a todos, inclusive especialistas, facilitando o entendimento em diferentes níveis de complexidade textual.
Por fim, a alternativa E sugere que termos técnicos devem ser sempre banidos, mas isso não é verdade: a Linguagem Simples orienta que termos técnicos sejam usados apenas quando necessários e, se preciso, explicados; não preconiza a abolição total dos jargões.
Portanto, o gabarito é a alternativa A.