Marcos de Castro
EQUIPE
30/08/2026 • 10:01
Vamos analisar essa questão sobre a Política Nacional de Linguagem Simples e os princípios de design para textos na tela de transmissões televisivas públicas. Esse tema mistura legislação recente e fundamentos clássicos do design de informação audiovisual.
A lei mencionada exige que órgãos e canais públicos usem linguagem clara e acessível, o que vale inclusive para materiais gráficos, legendas e GCs exibidos na TV. No universo do design audiovisual, isso significa priorizar a leitura rápida e a compreensão fácil, pois o tempo de exibição da informação costuma ser bem curto entre cortes e alterações de cena.
Agora, vamos olhar as alternativas:
A alternativa A acertou ao falar da importância de organizar textos à esquerda (alinhamento à esquerda realmente facilita a leitura, porque acompanha o padrão ocidental) e do 'respiro visual', que são aqueles espaços em branco que evitam poluição visual e tornam a leitura mais confortável e escaneável. Diminuir a fadiga cognitiva é um dos fundamentos da linguagem simples e do bom design de informação.
A alternativa B inventa uma explicação técnica absurda e inexiste justificativa para alinhar textos justificados em massa por causa de 'pulso magnético' em GCs, que só dificultaria a leitura.
A alternativa C também contém um erro: a organização limpa e uso de espaço em branco não extinguem canais Alfa nem forçam o switcher a converter digital em película, uma situação tecnicamente sem sentido em transmissões contemporâneas.
A alternativa D vacila ao falar que 'dispensa' a zona de segurança (Safe Title). Na verdade, a zona de segurança é fundamental para garantir que o texto não fique cortado em algumas telas e deve ser respeitada independente do suporte ou tecnologia usada.
A alternativa E mistura metrologia de áudio (LUFS) com clareza visual, duas coisas sem relação direta. Deixar a informação clara visualmente não afeta a voltagem da bateria, nem elimina a necessidade de monitorar o volume de áudio!
Portanto, a alternativa correta é a letra A.
A lei mencionada exige que órgãos e canais públicos usem linguagem clara e acessível, o que vale inclusive para materiais gráficos, legendas e GCs exibidos na TV. No universo do design audiovisual, isso significa priorizar a leitura rápida e a compreensão fácil, pois o tempo de exibição da informação costuma ser bem curto entre cortes e alterações de cena.
Agora, vamos olhar as alternativas:
A alternativa A acertou ao falar da importância de organizar textos à esquerda (alinhamento à esquerda realmente facilita a leitura, porque acompanha o padrão ocidental) e do 'respiro visual', que são aqueles espaços em branco que evitam poluição visual e tornam a leitura mais confortável e escaneável. Diminuir a fadiga cognitiva é um dos fundamentos da linguagem simples e do bom design de informação.
A alternativa B inventa uma explicação técnica absurda e inexiste justificativa para alinhar textos justificados em massa por causa de 'pulso magnético' em GCs, que só dificultaria a leitura.
A alternativa C também contém um erro: a organização limpa e uso de espaço em branco não extinguem canais Alfa nem forçam o switcher a converter digital em película, uma situação tecnicamente sem sentido em transmissões contemporâneas.
A alternativa D vacila ao falar que 'dispensa' a zona de segurança (Safe Title). Na verdade, a zona de segurança é fundamental para garantir que o texto não fique cortado em algumas telas e deve ser respeitada independente do suporte ou tecnologia usada.
A alternativa E mistura metrologia de áudio (LUFS) com clareza visual, duas coisas sem relação direta. Deixar a informação clara visualmente não afeta a voltagem da bateria, nem elimina a necessidade de monitorar o volume de áudio!
Portanto, a alternativa correta é a letra A.