Marcos de Castro
EQUIPE
29/08/2026 • 22:01
Essa questão trata de um tema muito cobrado e super importante para quem estuda saúde pública: o acompanhamento de pacientes com doenças crônicas, como diabetes tipo 2 e hipertensão arterial, na Atenção Primária à Saúde. A banca coloca um caso típico do cotidiano das Unidades Básicas de Saúde e quer saber se você está por dentro das diretrizes atuais do SUS para dispensação de medicamentos e insumos, além do manejo destes pacientes segundo os guidelines nacionais.
Vamos analisar as alternativas. A letra A diz que a dispensação pelo SUS restringe-se às insulinas, não incluindo medicamentos orais nem insumos para automonitorização da glicemia. Está incorreta! O SUS oferece tanto insulinas quanto medicamentos orais (como metformina e glibenclamida) e insumos (fitas, glicosímetro, agulhas, etc.) para o acompanhamento do paciente diabético.
A letra B afirma que, para pessoas com diabetes e hipertensão juntos, as diretrizes brasileiras recomendam manter a pressão arterial abaixo de 130/80 mmHg, sempre que possível e bem tolerado, para reduzir o risco cardiovascular. Essa alternativa está correta! Nos principais guidelines (incluindo as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial 2025), este alvo pressórico é recomendado para diabéticos hipertensos, sempre observando a tolerância do paciente e evitando hipotensão excessiva.
A alternativa C fala que o controle da hipertensão em diabéticos deve ser só com medicamentos, desconsiderando mudanças no estilo de vida. Isso está errado: as recomendações enfatizam muito a importância de ações não farmacológicas, como alimentação adequada, exercício físico, redução do consumo de sal, etc.
A letra D diz que a dispensação de medicamentos e insumos para o diabetes no SUS é eventual e não depende da organização da assistência farmacêutica e acompanhamento na atenção básica. Também está equivocada: a dispensação é organizada na rede, seguindo protocolos e articulada com o acompanhamento dos pacientes.
Portanto, a alternativa correta é a letra B.
Vamos analisar as alternativas. A letra A diz que a dispensação pelo SUS restringe-se às insulinas, não incluindo medicamentos orais nem insumos para automonitorização da glicemia. Está incorreta! O SUS oferece tanto insulinas quanto medicamentos orais (como metformina e glibenclamida) e insumos (fitas, glicosímetro, agulhas, etc.) para o acompanhamento do paciente diabético.
A letra B afirma que, para pessoas com diabetes e hipertensão juntos, as diretrizes brasileiras recomendam manter a pressão arterial abaixo de 130/80 mmHg, sempre que possível e bem tolerado, para reduzir o risco cardiovascular. Essa alternativa está correta! Nos principais guidelines (incluindo as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial 2025), este alvo pressórico é recomendado para diabéticos hipertensos, sempre observando a tolerância do paciente e evitando hipotensão excessiva.
A alternativa C fala que o controle da hipertensão em diabéticos deve ser só com medicamentos, desconsiderando mudanças no estilo de vida. Isso está errado: as recomendações enfatizam muito a importância de ações não farmacológicas, como alimentação adequada, exercício físico, redução do consumo de sal, etc.
A letra D diz que a dispensação de medicamentos e insumos para o diabetes no SUS é eventual e não depende da organização da assistência farmacêutica e acompanhamento na atenção básica. Também está equivocada: a dispensação é organizada na rede, seguindo protocolos e articulada com o acompanhamento dos pacientes.
Portanto, a alternativa correta é a letra B.