Ingrid Nunes
EQUIPE
29/08/2026 • 21:01
Vamos discutir uma situação bastante relevante na prática clínica: o manejo da dor intensa em uma paciente diabética pós-amputação, com sintomas de náusea e fadiga. Quando falamos de dor mista (nociceptiva e neuropática), sabemos que é necessário combinar diferentes estratégias para controle adequado desse sintoma, fundamental para a recuperação global da paciente.
A alternativa (a) sugere utilizar apenas terapias não farmacológicas inicialmente. Isso não é indicado para dor intensa (8/10), visto que as diretrizes orientam uso imediato de analgésicos apropriados – especialmente numa dor pós-operatória e de provável origem neuropática e nociceptiva.
Na opção (b), adiar o manejo da dor não faz sentido: a dor é um sinal prioritário, pode piorar outros sintomas como náusea e fadiga, e deve ser tratada prontamente – não após.
A alternativa (c) contraindica opioides pelo risco de dependência, mas na dor intensa pós-amputação, os opioides são indicados, sempre com cautela, visando alívio da dor no curto prazo, principalmente quando outros fármacos seriam insuficientes por si sós.
A opção (d) apresenta um plano integrativo: uso da escada analgésica da OMS conforme a intensidade da dor, incluindo adjuvantes (como antidepressivos ou anticonvulsivantes para o componente neuropático) e terapias não farmacológicas. Isso abrange todos os pilares do manejo moderno da dor intensa e mista – é a escolha que reflete as melhores práticas.
Já a alternativa (e), que indica aguardar apenas conduta médica sem realizar nem analgesia inicialmente, não está de acordo com a autonomia do enfermeiro para cuidados já prescritos e com o princípio de alivio imediato do sofrimento.
Portanto, a alternativa correta é a letra d.
A alternativa (a) sugere utilizar apenas terapias não farmacológicas inicialmente. Isso não é indicado para dor intensa (8/10), visto que as diretrizes orientam uso imediato de analgésicos apropriados – especialmente numa dor pós-operatória e de provável origem neuropática e nociceptiva.
Na opção (b), adiar o manejo da dor não faz sentido: a dor é um sinal prioritário, pode piorar outros sintomas como náusea e fadiga, e deve ser tratada prontamente – não após.
A alternativa (c) contraindica opioides pelo risco de dependência, mas na dor intensa pós-amputação, os opioides são indicados, sempre com cautela, visando alívio da dor no curto prazo, principalmente quando outros fármacos seriam insuficientes por si sós.
A opção (d) apresenta um plano integrativo: uso da escada analgésica da OMS conforme a intensidade da dor, incluindo adjuvantes (como antidepressivos ou anticonvulsivantes para o componente neuropático) e terapias não farmacológicas. Isso abrange todos os pilares do manejo moderno da dor intensa e mista – é a escolha que reflete as melhores práticas.
Já a alternativa (e), que indica aguardar apenas conduta médica sem realizar nem analgesia inicialmente, não está de acordo com a autonomia do enfermeiro para cuidados já prescritos e com o princípio de alivio imediato do sofrimento.
Portanto, a alternativa correta é a letra d.