Marcos de Castro
EQUIPE
29/08/2026 • 19:01
Esta questão aborda o tema de infecções vaginais e diagnósticos diferenciais baseados tanto em exames clínicos quanto laboratoriais. Um ponto central aqui é entender os achados comuns na vaginose bacteriana, na candidíase e na tricomoníase, principalmente como se apresentam frente ao pH vaginal e ao exame microscópico.
A presença de clue cells (células-guia), que são células epiteliais recobertas por bactérias, é um achado típico da vaginose bacteriana. Além disso, a vaginose bacteriana costuma apresentar um pH vaginal maior que 4,5. Já na candidíase, usualmente o pH permanece normal ou baixo (abaixo de 4,5) e as clue cells não estão presentes. Na tricomoníase, o pH pode estar aumentado, mas as clue cells não são características. O corrimento fisiológico é acidificado e não apresenta alterações microscópicas como essas.
Portanto, a combinação de pH vaginal maior que 4,5 e clue cells é clássica para vaginose bacteriana.
Assim, o gabarito é a letra d.
A presença de clue cells (células-guia), que são células epiteliais recobertas por bactérias, é um achado típico da vaginose bacteriana. Além disso, a vaginose bacteriana costuma apresentar um pH vaginal maior que 4,5. Já na candidíase, usualmente o pH permanece normal ou baixo (abaixo de 4,5) e as clue cells não estão presentes. Na tricomoníase, o pH pode estar aumentado, mas as clue cells não são características. O corrimento fisiológico é acidificado e não apresenta alterações microscópicas como essas.
Portanto, a combinação de pH vaginal maior que 4,5 e clue cells é clássica para vaginose bacteriana.
Assim, o gabarito é a letra d.