Matheus Fernandes
EQUIPE
29/08/2026 • 11:01
Vamos analisar uma questão sobre o funcionamento da Equipe de Saúde Bucal (eSB) dentro da Atenção Básica. A ideia central é entender qual é o papel do trabalho em equipe no contexto do SUS (Sistema Único de Saúde) e da Atenção Primária, considerando os princípios de integralidade e interdisciplinaridade.
Primeiro, vamos observar as alternativas. A alternativa A fala de uma equipe em que cada profissional atua isoladamente, o que contraria totalmente o conceito atual de trabalho em saúde coletiva, pois a ideia justamente é que diferentes saberes conversem para garantir um cuidado mais integral ao usuário.
A alternativa B também está incorreta, pois, ao falar de 'divisão rígida de tarefas' e 'sem necessidade de comunicação', reforça um modelo ultrapassado e fragmentado, que não contribui para o cuidado integral do paciente.
A alternativa C traz um conceito importante: articulação de intervenções técnicas especializadas com ações coletivas, autonomia técnica com flexibilidade e integração de saberes. Esse é exatamente o modelo defendido pelo SUS, que aposta na atuação multiprofissional, interdisciplinar e voltada para as necessidades do território.
As alternativas D e E são facilmente descartadas porque limitam o papel da equipe de Saúde Bucal: restringir ao consultório é negar o modelo comunitário, e dizer que apenas médicos e enfermeiros podem participar de reuniões e ações educativas fere as diretrizes que defendem o envolvimento de todos da equipe multiprofissional em processos educativos e de planejamento.
Portanto, a alternativa correta é a letra C.
Primeiro, vamos observar as alternativas. A alternativa A fala de uma equipe em que cada profissional atua isoladamente, o que contraria totalmente o conceito atual de trabalho em saúde coletiva, pois a ideia justamente é que diferentes saberes conversem para garantir um cuidado mais integral ao usuário.
A alternativa B também está incorreta, pois, ao falar de 'divisão rígida de tarefas' e 'sem necessidade de comunicação', reforça um modelo ultrapassado e fragmentado, que não contribui para o cuidado integral do paciente.
A alternativa C traz um conceito importante: articulação de intervenções técnicas especializadas com ações coletivas, autonomia técnica com flexibilidade e integração de saberes. Esse é exatamente o modelo defendido pelo SUS, que aposta na atuação multiprofissional, interdisciplinar e voltada para as necessidades do território.
As alternativas D e E são facilmente descartadas porque limitam o papel da equipe de Saúde Bucal: restringir ao consultório é negar o modelo comunitário, e dizer que apenas médicos e enfermeiros podem participar de reuniões e ações educativas fere as diretrizes que defendem o envolvimento de todos da equipe multiprofissional em processos educativos e de planejamento.
Portanto, a alternativa correta é a letra C.