A médica Lindaura, ginecologista, atendeu Rosa, 16 anos, que procurava atend...

A médica Lindaura, ginecologista, atendeu Rosa, 16 anos, que procurava atendimento sozinha na Unidade Básica de Saúde para solicitar método contraceptivo e esclarecimentos sobre prevenção de in...


publicidade
A médica Lindaura, ginecologista, atendeu Rosa, 16 anos, que procurava atendimento sozinha na Unidade Básica de Saúde para solicitar método contraceptivo e esclarecimentos sobre prevenção de infecções sexualmente transmissíveis. Durante a consulta, a adolescente pede que seu atendimento e suas informações não sejam reveladas aos pais, por temer castigo. Lindaura fica em dúvida sobre como proceder eticamente. Com base no Código de Ética Médica, a médica Lindaura deve
Analisando...
publicidade

🚀 Desbloqueie a explicação completa

Veja comentários detalhados e resoluções exclusivas para entender o gabarito desta questão.

Criar conta grátis
  • Ingrid Nunes
    Ingrid Nunes EQUIPE
    29/08/2026 • 10:01
    Vamos conversar sobre um dilema que é bastante comum na prática médica: o atendimento a adolescentes e a questão do sigilo profissional. O Código de Ética Médica e o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) são claros em dizer que adolescentes, como Rosa, possuem direito à saúde, ao acesso a informações e, principalmente, ao sigilo médico. Esse sigilo só pode ser quebrado em situações de risco iminente à vida, à saúde ou quando houver determinação judicial.

    Na opção A, o texto diz para comunicar obrigatoriamente aos pais por se tratar de menor de 18 anos, mas isso está incorreto. Tanto o Código de Ética quanto o ECA asseguram o sigilo, e o fato de Rosa ter 16 anos não retira esse direito, salvo em situações excepcionais.

    A alternativa B sugere recusar o atendimento por falta de responsável legal, mas isso também está errado. O adolescente tem o direito de ser atendido sozinho em serviços de saúde, principalmente para obter informações sobre saúde sexual e contracepção.

    A alternativa C orienta garantir o atendimento e preservar o sigilo, assegurando o direito à privacidade, exceto em risco de vida ou exigência legal. Essa alternativa está de acordo com a ética médica e com a legislação vigente.

    A alternativa D fala para informar aos pais após a consulta, mas como já explicado, o sigilo permanece exceto nas exceções descritas.

    Por fim, a alternativa E sugere registrar apenas parte das informações no prontuário e omitir dados, o que é indevido. O prontuário deve ser completo e fidedigno.

    Portanto, a resposta correta é garantir o sigilo e o atendimento à adolescente, conforme está na letra C.

    Gabarito: C.
publicidade
🍪

Utilizamos cookies e tecnologias semelhantes para aprimorar sua experiência de navegação. Política de Privacidade.