Matheus Fernandes
EQUIPE
29/08/2026 • 10:01
Vamos começar analisando o quadro apresentado. Ângelo é um homem idoso, ex-tabagista com carga tabágica significativa e exposição ocupacional a poeiras. Apresenta sintomas clássicos de DPOC: dispneia progressiva, tosse crônica com expectoração e piora recente dos sintomas. O diagnóstico de DPOC é baseado tanto em sintomas quanto na espirometria, que mostra VEF₁/CVF de 0,48 após broncodilatador — confirmando obstrução persistente (já que o valor de corte é menor que 0,70).
Para classificar a gravidade da DPOC pelo critério GOLD, analisamos o percentual do VEF₁ pós-broncodilatador:
- GOLD 1: VEF₁ ≥ 80% do previsto
- GOLD 2: VEF₁ entre 50% e 79% do previsto
- GOLD 3: VEF₁ entre 30% e 49% do previsto
- GOLD 4: VEF₁ < 30% do previsto
No caso do Ângelo, o VEF₁ pós-broncodilatador está em 42% do previsto, o que se enquadra na classificação GOLD 3 (grave). GOLD 5 não existe na classificação oficial.
Portanto, Ângelo está classificado como GOLD 3 para DPOC.
Gabarito: c.
Para classificar a gravidade da DPOC pelo critério GOLD, analisamos o percentual do VEF₁ pós-broncodilatador:
- GOLD 1: VEF₁ ≥ 80% do previsto
- GOLD 2: VEF₁ entre 50% e 79% do previsto
- GOLD 3: VEF₁ entre 30% e 49% do previsto
- GOLD 4: VEF₁ < 30% do previsto
No caso do Ângelo, o VEF₁ pós-broncodilatador está em 42% do previsto, o que se enquadra na classificação GOLD 3 (grave). GOLD 5 não existe na classificação oficial.
Portanto, Ângelo está classificado como GOLD 3 para DPOC.
Gabarito: c.