Marcos de Castro
EQUIPE
29/08/2026 • 10:01
Vamos analisar essa questão interessante sobre o cumprimento de pena e a situação dos condenados famosos mencionados na matéria. O texto faz um apanhado sobre onde e como estão vivendo pessoas como Suzane von Richthofen, Daniel e Cristian Cravinhos, Elize Matsunaga, Alexandre Nardoni, Anna Carolina Jatobá e Roger Abdelmassih, destacando tanto quem já progrediu de regime quanto quem ainda segue preso.
Primeiro, é fundamental prestar atenção ao que o texto realmente relata sobre cada um. A alternativa (a), que fala sobre prisão domiciliar automática para presos com problemas de saúde, já podemos descartar, pois o trecho final deixa claro que Abdelmassih, mesmo doente, teve seus pedidos negados. A opção (b) sugere que crimes passionais facilitariam a progressão de regime, o que o texto não confirma em nenhum momento; ele apenas narra que alguns progrediram, sem atribuir motivo especial.
A alternativa (c) afirma que detentos em regime aberto têm se dedicado a atividades laborais, empreendimentos ou retomaram estudos. O texto realmente aponta que Suzane voltou à faculdade de Direito e tem um pequeno negócio, Daniel Cravinhos trabalha com customização de motos, Cristian está em liberdade, Matsunaga fabrica acessórios para pets e dirigiu aplicativo, Nardoni virou promotor de vendas, e Jatobá, ao menos, foi citada na convivência familiar. Ou seja, essa alternativa está diretamente suportada pelo texto.
Já a letra (d), de que a maioria continua em regime fechado, também pode ser descartada: o texto mostra que todos, exceto Abdelmassih, já estão em regime aberto ou até soltos. Por fim, a alternativa (e) trata de uma suposta inflexibilidade da Justiça paulista na revisão de todas as penas, o que é contradito pelas informações do próprio texto, já que vários progressos de regime ocorreram.
Assim, a melhor resposta — aquela sustentada pelo texto — é a alternativa (c): "Detentos em regime aberto têm se dedicado a atividades laborais, empreendimentos ou retomada de estudos."
Primeiro, é fundamental prestar atenção ao que o texto realmente relata sobre cada um. A alternativa (a), que fala sobre prisão domiciliar automática para presos com problemas de saúde, já podemos descartar, pois o trecho final deixa claro que Abdelmassih, mesmo doente, teve seus pedidos negados. A opção (b) sugere que crimes passionais facilitariam a progressão de regime, o que o texto não confirma em nenhum momento; ele apenas narra que alguns progrediram, sem atribuir motivo especial.
A alternativa (c) afirma que detentos em regime aberto têm se dedicado a atividades laborais, empreendimentos ou retomaram estudos. O texto realmente aponta que Suzane voltou à faculdade de Direito e tem um pequeno negócio, Daniel Cravinhos trabalha com customização de motos, Cristian está em liberdade, Matsunaga fabrica acessórios para pets e dirigiu aplicativo, Nardoni virou promotor de vendas, e Jatobá, ao menos, foi citada na convivência familiar. Ou seja, essa alternativa está diretamente suportada pelo texto.
Já a letra (d), de que a maioria continua em regime fechado, também pode ser descartada: o texto mostra que todos, exceto Abdelmassih, já estão em regime aberto ou até soltos. Por fim, a alternativa (e) trata de uma suposta inflexibilidade da Justiça paulista na revisão de todas as penas, o que é contradito pelas informações do próprio texto, já que vários progressos de regime ocorreram.
Assim, a melhor resposta — aquela sustentada pelo texto — é a alternativa (c): "Detentos em regime aberto têm se dedicado a atividades laborais, empreendimentos ou retomada de estudos."