David Castilho
EQUIPE
29/08/2026 • 09:01
Vamos falar um pouquinho sobre as orientações do fisioterapeuta para quem passou por uma artroplastia total de quadril, ou seja, a troca da articulação do quadril por uma prótese. O principal objetivo desse acompanhamento é ensinar o paciente a evitar atitudes e movimentos que possam prejudicar a prótese ou causar complicações, como, por exemplo, uma luxação.
Analisando cada alternativa, a letra A está correta ao alertar sobre o risco da combinação de flexão, adução e rotação interna do quadril (um movimento típico de amarrar cadarço), que realmente deve ser evitada por quem tem prótese de quadril por aumentar o risco de luxação.
Na alternativa C temos uma orientação realista e importante, como explicar ao paciente que é fundamental cuidar do peso corporal, não sobrecarregar a prótese e respeitar limites físicos para aumentar sua durabilidade. A alternativa D também está correta ao mencionar possíveis sequelas, como dismetria ou mal alinhamento do membro, que nem sempre devem ser corrigidas agressivamente, pois pode afetar a estabilidade da prótese.
A alternativa E está certa ao descrever que, se houver sintomas como dor intensa e persistente, sinais de infecção ou afrouxamento da prótese, o fisioterapeuta deve orientar o paciente a procurar o cirurgião, mantendo a consciência do autocuidado.
Agora, confira a alternativa B: ela orienta o paciente a realizar giros bruscos, cruzar as pernas, sentar-se em poltronas altas, dormir em decúbito lateral sem travesseiro entre as pernas e colocar o membro operado para baixo, o que favorece adução excessiva. Todas essas orientações são contrárias ao que o fisioterapeuta recomenda. Justamente essas são as atitudes que o paciente deve EVITAR após uma artroplastia total de quadril para não correr riscos, principalmente o de luxação da prótese.
Portanto, a opção B é a única que NÃO corresponde à educação correta dada pelo fisioterapeuta, sendo o gabarito desta questão.
Analisando cada alternativa, a letra A está correta ao alertar sobre o risco da combinação de flexão, adução e rotação interna do quadril (um movimento típico de amarrar cadarço), que realmente deve ser evitada por quem tem prótese de quadril por aumentar o risco de luxação.
Na alternativa C temos uma orientação realista e importante, como explicar ao paciente que é fundamental cuidar do peso corporal, não sobrecarregar a prótese e respeitar limites físicos para aumentar sua durabilidade. A alternativa D também está correta ao mencionar possíveis sequelas, como dismetria ou mal alinhamento do membro, que nem sempre devem ser corrigidas agressivamente, pois pode afetar a estabilidade da prótese.
A alternativa E está certa ao descrever que, se houver sintomas como dor intensa e persistente, sinais de infecção ou afrouxamento da prótese, o fisioterapeuta deve orientar o paciente a procurar o cirurgião, mantendo a consciência do autocuidado.
Agora, confira a alternativa B: ela orienta o paciente a realizar giros bruscos, cruzar as pernas, sentar-se em poltronas altas, dormir em decúbito lateral sem travesseiro entre as pernas e colocar o membro operado para baixo, o que favorece adução excessiva. Todas essas orientações são contrárias ao que o fisioterapeuta recomenda. Justamente essas são as atitudes que o paciente deve EVITAR após uma artroplastia total de quadril para não correr riscos, principalmente o de luxação da prótese.
Portanto, a opção B é a única que NÃO corresponde à educação correta dada pelo fisioterapeuta, sendo o gabarito desta questão.