Equipe Gabarite
EQUIPE
29/08/2026 • 09:01
Vamos analisar a questão sobre a abordagem fisioterapêutica na primeira fase do trabalho de parto, que sempre gera muitas dúvidas! O trabalho do fisioterapeuta nesse momento é essencial para promover conforto, reduzir ansiedade e auxiliar ativamente no processo da chegada do bebê.
Começando pelas alternativas, a letra A está correta ao ressaltar a importância do respeito à dor da gestante, do uso de recursos não invasivos e não farmacológicos e do objetivo de relaxar a musculatura pélvica. B e C também estão coerentes, trazendo exemplos de técnicas como cinesioterapia e massagem utilizadas nessa fase do parto. A letra D enfatiza corretamente a orientação quanto à respiração natural, que evita hiperventilação e mantém boas trocas gasosas.
A alternativa E, porém, apresenta um erro substancial. Ela afirma que as posições horizontais seriam as que mais favorecem a contratilidade uterina, citando posições como sentada, ortostática, ajoelhada, cócoras, quatro apoios e deambulação. Só que essas são, na verdade, posições VERTICAIS ou ativas (sentada, de cócoras, em pé, andando), e não horizontais! Além disso, a recomendação não é de decúbito dorsal, pois essa posição é conhecida por causar compressão da veia cava inferior pela barriga da gestante, podendo prejudicar o retorno venoso, diminuir a oxigenação uteroplacentária e trazer riscos para o bebê. O ideal, caso não seja possível ficar ativa e houver indicação de repouso, é decúbito lateral ESQUERDO, e não direito, já que o lado esquerdo minimiza a compressão da veia cava.
Portanto, a alternativa incorreta é a letra E, pois traz conceitos equivocados principalmente em relação ao posicionamento recomendado para a gestante nesta fase do parto.
Gabarito: E
Começando pelas alternativas, a letra A está correta ao ressaltar a importância do respeito à dor da gestante, do uso de recursos não invasivos e não farmacológicos e do objetivo de relaxar a musculatura pélvica. B e C também estão coerentes, trazendo exemplos de técnicas como cinesioterapia e massagem utilizadas nessa fase do parto. A letra D enfatiza corretamente a orientação quanto à respiração natural, que evita hiperventilação e mantém boas trocas gasosas.
A alternativa E, porém, apresenta um erro substancial. Ela afirma que as posições horizontais seriam as que mais favorecem a contratilidade uterina, citando posições como sentada, ortostática, ajoelhada, cócoras, quatro apoios e deambulação. Só que essas são, na verdade, posições VERTICAIS ou ativas (sentada, de cócoras, em pé, andando), e não horizontais! Além disso, a recomendação não é de decúbito dorsal, pois essa posição é conhecida por causar compressão da veia cava inferior pela barriga da gestante, podendo prejudicar o retorno venoso, diminuir a oxigenação uteroplacentária e trazer riscos para o bebê. O ideal, caso não seja possível ficar ativa e houver indicação de repouso, é decúbito lateral ESQUERDO, e não direito, já que o lado esquerdo minimiza a compressão da veia cava.
Portanto, a alternativa incorreta é a letra E, pois traz conceitos equivocados principalmente em relação ao posicionamento recomendado para a gestante nesta fase do parto.
Gabarito: E