Matheus Fernandes
EQUIPE
29/08/2026 • 08:01
O tema dessa questão gira em torno dos dispositivos auxiliares de locomoção, especialmente sobre as muletas. Esses equipamentos são fundamentais para quem tem mobilidade reduzida ou dificuldade de descarga de peso em um ou ambos membros inferiores, e existe uma variedade de tipos, cada uma com suas indicações e desvantagens. Quando um fisioterapeuta indica um dispositivo desse tipo, precisa saber as diferenças, vantagens e limitações de cada modelo para orientar corretamente o paciente.
A alternativa A apresenta informações corretas sobre o uso de muletas em pares, a demanda de força nos membros superiores e seu uso para descarga parcial ou total de peso nos membros inferiores.
Na alternativa B, o texto diferencia corretamente as muletas axilares das de antebraço, mencionando seus ajustes, possíveis desconfortos e a possibilidade de uso sem apoio no membro inferior.
A alternativa C fala das muletas canadenses ou de antebraço, explicando que elas usam o antebraço como base de apoio, o que é correto, mas há alguns erros: a estrutura com “braçadeiras acima e abaixo dos cotovelos” está incorreta, pois as muletas de antebraço têm uma braçadeira acima do punho, não uma plataforma horizontal que se estende por todo o antebraço deixando a mão livre (essa descrição corresponde à muleta tipo plataforma, que é outro tipo).
A alternativa D é a problemática. Ela afirma que as muletas baseiam-se na sustentação de peso na extremidade inferior bilateral para permitir descarregamento da extremidade superior. Isso está totalmente errado. Na verdade, as muletas têm a função de descarregar peso dos membros inferiores para os superiores. Além disso, diz que são úteis quando o paciente tem restrição para descarga de peso nos membros superiores, o que também é o oposto do adequado. Por fim, diz que o paciente precisa de força em membros inferiores e força insuficiente em membros superiores: é justamente o contrário! O uso de muletas exige força adequada em membros superiores para a sustentação do corpo.
A alternativa E está correta ao explicar que o paciente deve ter bom equilíbrio de tronco e coordenação, e que as muletas possibilitam apoio e propulsão com os braços, diferente das bengalas.
Portanto, a alternativa INCORRETA é a letra D.
A alternativa A apresenta informações corretas sobre o uso de muletas em pares, a demanda de força nos membros superiores e seu uso para descarga parcial ou total de peso nos membros inferiores.
Na alternativa B, o texto diferencia corretamente as muletas axilares das de antebraço, mencionando seus ajustes, possíveis desconfortos e a possibilidade de uso sem apoio no membro inferior.
A alternativa C fala das muletas canadenses ou de antebraço, explicando que elas usam o antebraço como base de apoio, o que é correto, mas há alguns erros: a estrutura com “braçadeiras acima e abaixo dos cotovelos” está incorreta, pois as muletas de antebraço têm uma braçadeira acima do punho, não uma plataforma horizontal que se estende por todo o antebraço deixando a mão livre (essa descrição corresponde à muleta tipo plataforma, que é outro tipo).
A alternativa D é a problemática. Ela afirma que as muletas baseiam-se na sustentação de peso na extremidade inferior bilateral para permitir descarregamento da extremidade superior. Isso está totalmente errado. Na verdade, as muletas têm a função de descarregar peso dos membros inferiores para os superiores. Além disso, diz que são úteis quando o paciente tem restrição para descarga de peso nos membros superiores, o que também é o oposto do adequado. Por fim, diz que o paciente precisa de força em membros inferiores e força insuficiente em membros superiores: é justamente o contrário! O uso de muletas exige força adequada em membros superiores para a sustentação do corpo.
A alternativa E está correta ao explicar que o paciente deve ter bom equilíbrio de tronco e coordenação, e que as muletas possibilitam apoio e propulsão com os braços, diferente das bengalas.
Portanto, a alternativa INCORRETA é a letra D.